14 A 16 DE ABRIL 2026
FOZ DO IGUAÇU-PR

14 A 16 DE ABRIL 2026 | FOZ DO IGUAÇU-PR

4° FSBBB | Palestras da tarde, na quarta-feira, ressaltam avanços e apresentam dados sobre crescimento no número de plantas

O sétimo painel ocorreu pela tarde do dia 13 de abril. A moderação foi de Airton Kunz, da Embrapa, com o tema “Biogás produzido a partir de resíduos agroindustriais e orgânicos”.

Ansberto Passo Neto, da TecCalor, abriu o sétimo painel com o tema “Avanços no uso térmico de biogás em processos produtivos: potenciais em indústrias”. Ressaltou a questão da aplicação do gás como energia térmica ao apresentar os cases da TecCalor – Tecnologia em Calor. O palestrante destacou o case de Sebo Mariense, em Vila Maria (RS) e as atividades do Grupo Fuga Couros, da qual a TecCalor beneficiou com a aplicação de biogás em cinco unidades do grupo.

Alguns desses benefícios foram com energia elétrica e manutenções, o término do transporte e destino final do lodo, produção de biogás, queima na caldeira, redução no consumo de lenha, utilização do digestato para o cultivo de eucaliptos e produção de lenha para as caldeiras, entre outros.

Também comentou sobre o sistema de controle de queima de biogás em caldeira. “A capacidade térmica do queimador de Vila Maria é de 2 milhões de Kcal/h, para a queima de 350 m³/h de biogás. Essa queima é feita em caldeira com o sistema muito robusto. Os resultados alcançados foram a redução de 35% no consumo de lenha, maior vida útil dos refratários na fornalha, menor geração de cinzas e melhora nos parâmetros de controle de emissões atmosféricas.

A palestra da Archea Biogás foi feita pelo seu fundador, Oliver Nacke, e traduzida simultaneamente do alemão por Erik Rezler, o sócio-administrador da empresa. O tema foi o “Biogás a partir dos resíduos orgânicos: plantas da Archea na América Latina.”

A Archea construiu 150 plantas de biogás. Em 2013 foi construída a primeira planta de biogás da empresa no Brasil, na cidade de Pomerode (SC), com 90% de componentes locais, e também serviu como treinamento para futuros parceiros e colaboradores. Em 2014, a Biogás Pomerode começou sua produção energética, usando como substratos os dejetos de suínos e lodos de frigorífico e potência de geração de 70 Kw/h.

Oliver também citou projetos em Rio Verde (GO) Blumenau (SC), São Bento do Sul (SC), Brusque (SC), Jacarezinho (PR), Cafelândia (PR), San Jose de La Dormida e Villa de María Del Rio Seco, essas duas últimas na Argentina.

“Biogás e fertilizante na cadeia da avicultura: case 3G Família de Paula”,  foi o tema da última palestra do painel 7, apresentada por Airon Aires. O desenvolvimento do negócio para a 3G Família de Paula começou em 2007 como uma pesquisa. Dez anos depois, foi inaugurada a planta de biogás no local, utilizando dejetos de produção avícola.

Airon também evidenciou como funciona a produção da planta, que tem, um biodigestor de 1560 m³ com alimentação de 10 toneladas de cama de frango por dia. Com geração de biogás de 3.500 m³ por dia e potencial de geração de energia de 6.300 kW/h em apenas um dia. “A gente tem a produção avícola, os aviários com a cama de frango, que são os dejetos misturados com a serragem. Esse material passa por um pré-processo, dentro dele tem uma mistura de digestão e água, em que é feita a diluição, e é possível fazer codigestão dentro desse tanque. Feita essa mistura, é realizada uma separação da fração sólida e líquida. O sólido vai para o processo de compostagem e o líquido vai para  biodigestor. Feita essa separação, a gente concentra os nutrientes, e é aumentada também a produção de biogás.”

Foram apresentados dados gerais feitos por pesquisa de 2021. Há 9,7 milhões de ton/ano de cama de frango no Brasil, e 4,1 milhão de ton/ano de dejetos produzidos por aves. Nessa relação seriam 13,8 milhões de ton/ano de resíduos. Em potencial de biogás, são 3,7 bilhões de m³/ano (2 bilhões apenas no sul no Brasil).

Assista o Painel 7 no canal do Youtube do Fórum

Brasil produz 2,3 bilhões de Nm³ de biogás por ano

O último painel da quarta-feira “Caminhos para avançar no setor do biogás” foi moderado por Felipe Marques, do CIBiogás.  A primeira palestra do último painel foi de  Helton Alves, da Universidade Federal do Paraná – UFPR, com o tema “Produção de hidrogênio do biogás”. Alves mencionou sobre a pesquisa Labmater, desenvolvida pela UFPR, que trabalha com essa questão da biomassa para a produção de hidrogênio (H2).

A ideia é produzir o que é chamado de hidrogênio verde, que seria um hidrogênio com a menor emissão possível, próxima a zero de CO2. As rotas de produção para hidrogênio verde são variadas, mas Helton decidiu focar em duas específicas, que são o processo de fermentação e eletrólise.

Sobre o potencial do biogás no Brasil e pelo mundo, Helton ressaltou: “temos muito potencial a ser explorado na área do biogás. Vale destacar que em alguns levantamentos que fizemos recentemente, vemos que se utilizássemos esse biogás utilizado para reforma catalítica, produção de gás de síntese e a separação desse hidrogênio, teríamos cerca de 160 bilhões de metros cúbicos de hidrogênio por ano sendo produzidos. Seria algo em torno de 20% da produção mundial de hidrogênio. Isso usando apenas biogás.”

“Potencial do setor e oportunidades de financiamento: atração de investidores para projetos de pequena a grande escala” foi o tema apresentado por Tamar Roitman, da Abiogás. Ela salientou sobre o papel da Abiogás no setor. A entidade tem como missão ampliar o uso do biogás na matriz energética brasileira e desenvolver o mercado de biogás, promovendo a valorização energética sustentável dos resíduos orgânicos. “O objetivo da Abiogás é representar esse setor, e buscar políticas públicas, mostrar realmente como a cadeia está se estruturando e às vezes, temos a dificuldade de chegar no pequeno produtor, em quem realmente está produzindo biomassa em todas as regiões do Brasil.”

Tamar comentou sobre o potencial brasileiro que ainda precisa ser explorado: “O Brasil é o país com maior potencial no mundo para produzir biogás. Temos uma quantidade de biomassa que nenhum outro país tem, e com uma série de benefícios que ainda estamos aproveitando pouco.”

Por último, Tamar apresentou as propostas da Abiogás para colocar essa energia renovável na matriz. São elas: biogás em leilões dedicados e de gás natural; valorização da previsibilidade de preço; reconhecimento dos atributos sistêmicos e ambientais; isonomia tributária ICMS estadual; políticas de substituição o diesel no transporte pesado; aprimoramentos no processo de licenciamento ambiental e incentivos para viabilizar novos produtos (biofertilizantes, hidrogênio, amônia e metanol).

O moderador Felipe Marques encerrou o evento com a apresentação do  Panorama do Biogás no BrasilCom base em dados pesquisados pelo CIBiogás de 2021 mostrou o crescimento de plantas no país: são 811 plantas de biogás atualmente no Brasil, sendo 755 em operação. São 2,3 bilhões de Nm³ de biogás produzido por ano, mostrando um incremento de 10% em relação a 2020.

Os estados que mais cresceram no número de plantas foram Santa Catarina e Goiás. Paraná e Santa Catarina estão entre os estados com mais plantas no país, perdendo apenas para Minas Gerais. O potencial que o Brasil poderia produzir de biogás são 84,6 bilhões de Nm³, em relação aos 2,3 que produzidos atualmente.

“Em um panorama geral, a maioria das plantas de biogás estão em operação. E as plantas em implantação são de médio a grande porte. Isso demonstra um amadurecimento no setor do Biogás, a tendência é termos projetos em escalas ainda maiores”, concluiu Felipe.

Mensagem da World Biogas Association

Antes do início das palestras desse painel, foi exibido um vídeo gravado pela diretora executiva World Biogas Association, Charlotte Morton. “O biogás é uma solução fundamental para o gerenciamento de resíduos. Os seres humanos geram, direta e indiretamente mais de 108 bilhões de toneladas de resíduos orgânicos por ano em todo o mundo, os quais liberam gases nocivos, como o metano e outros gases de efeito estufa prejudiciais diretamente na atmosfera à medida em que se decompõem. Esses resíduos orgânicos incluem restos de alimentos, esgoto sanitário e resíduos de podas de jardim, resíduos de processamento de alimentos e bebidas, e resíduos de agricultura e pecuária. Entretanto, hoje apenas 2% desses resíduos são tratados e reciclados. Ao gerenciar todos os resíduos orgânicos como importantes recursos biológicos através de tecnologias como a digestão anaeróbica para a geração de biogás, biofertilizantes, bio-CO2, e outros bioprodutos valiosos, podemos reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa em 10% até 2030, isso se começarmos agora.”

Morton citou o Fórum como importante evento para o reconhecimento dessa fonte de energia no final do vídeo: “Países como o Brasil, com perfis agrícolas fortes podem oferecer as maiores contribuições para as metas globais de metano e net zero. Portanto, o trabalho local e regional de reunir a indústria para discutir seu potencial, desafios e oportunidades precisa ser incentivado e apoiado tanto pelas empresas quanto pelo governo.”

Assista o Painel 8 no canal do Youtube do Fórum.

Fotos: Ariane Tomazzoni Fotografia

 

Realização

RAFAEL

LAMASTRA JR

Market Consultoria

Sócio/consultor na Market Consultoria. Lamastra Jr. tem formação em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e especialização em Negócios por instituições como Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Esade Business School, de Barcelona. 
Com mais de 35 anos de experiência em gestão empresarial, é uma das lideranças mais influentes no setor de energia e gás natural no Brasil, tendo ocupado o cargo de Diretor-Presidente da Compagas.
Lamastra JR é presidente do Conselho de Administração do CIBiogás. Sua trajetória ainda  inclui posições de liderança como vice-presidente do Comitê de Mercados de Gás da International Gas Union (IGU) e conselheiro da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

Lamastra JR será

MODERADOR

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

EUDIS

FURTADO

Compagas

CEO da Compagas (Companhia Paranaense de Gás). Eudis tem vasta experiência no setor de infraestrutura e logística. Além do cargo de diretor da Compagás, foi Vice-Presidente Comercial e de Desenvolvimento de Negócios na Rumo, a maior operadora ferroviária do Brasil. Lidera projetos com foco em governança, desenvolvimento de novos negócios e eficiência operacional no setor de energia e logística. Sua atuação está focada também na  distribuição de gás canalizado no Paraná; em transição energética e biometano e em eficiência operacional.

Eudis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

MARCELO

MENDONÇA

ABEGÁS

Presidente Executivo e Diretor Técnico-Comercial da Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado).
Marcelo tem uma trajetória de destaque no setor de energia, com atuação consolidada na promoção do gás natural e biometano como vetores da transição energética no Brasil. Possui vasta experiência na defesa de pautas técnicas e regulatórias do setor de gás natural, atuando em comitês estratégicos como o Grupo de Trabalho do Programa Gás para Empregar do Ministério de Minas e Energia.
Na Abegás, também atuou como Diretor de Estratégia e Mercado.

Marcelo será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

BERNHARD DROSG

Task 37 | BEST | BOKU

Líder Internacional da Task 37 do Programa de Colaboração Tecnológica (TCP) da IEA Bioenergy. O austríaco é pesquisador e professor da BOKU University, na área de biotecnologia ambiental, com foco em biogás e tecnologias sustentáveis. Atua na gerência de Tecnologias Bioquímicas no centro de competência BEST – Bioenergy and Sustainable Technologies.
Bernhard taambém atua na supervisão de teses de doutorado e mestrado focadas em fixação biológica de CO2 e sistemas metanogênicos.

Bernhard será

PALESTRANTE

no

PAINEL 5 | O negócio dos Substratos e as Culturas Energéticas

RODRIGO REGIS GALVÃO

CEPEL

Diretor de Novos Negócios e Sustentabilidade no CEPEL (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica), Rodrigo Regis é engenheiro elétrico, mestre em Engenharia de Sistemas, doutor em Economia e com especialização em Inovação Empresarial. Especialista em transição energética, inovação e planejamento estratégico, possui mais de 15 anos de experiência no setor de energia e infraestrutura. Ocupou cargos de liderança como diretor na Alvarez & Marsal, Diretor de Negócios e Inovação no Parque Tecnológico Itaipu e Presidente do CIBiogás. Rodrigo Regis atuou em planos nacionais e estaduais de energia, biogás e hidrogênio, estratégias de investimento para grandes empresas e iniciativas internacionais no Chile e Mercosul. 

Rodrigo Regis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

ANDRÉ PEPITONE

ITAIPU Binacional

Diretor Financeiro Executivo da Itaipu Binacional André é servidor de carreira da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), onde atuou por mais de 20 anos, inclusive como Diretor-Geral.

Engenheiro Civil (UnB), André tem pós-graduação lato sensu pela UnB e MBA em Teoria e Operação de uma Economia Nacional Moderna, na George Washington University (GWU).

Além da Itaipu e ANEEL, André contribuiu como vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR) e presidente da Associação Ibero-Americana de Entidades Reguladoras da Energia (ARIAE)

André será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

SANDRO NELSON VIEIRA

SUPEN

Engenheiro Eletricista, Eletrônico e Telecomunicação (UFPR), com Mestrado em Administração da Produção (UFRGS) e Especializações em Transição Energética (PUC-PR), Gestão (Business School FAE) e Inovação e Governança. Atualmente Sandro é Superintendente-Geral de Gestão Energética (Supen) no Governo do Estado do Paraná, vinculado à Secretaria do Planejamento. Com sólida trajetória no setor de energia, tecnologia e inovação, atuou como diretor de negócios Latam da Enline Transmission, diretor de negócios da Nouvenn IoT e CEO da Smartgreen Tecnologia, com foco em cidades inteligentes e smart energy/grid. Também foi diretor presidente do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade e superintendente corporativo do Sistema FIEP (Senai, Sesi, Fiel, IEL). 

Sandro será

MODERADOR

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

RODRIGO
BECEGATO

SEIC – PR

Assessor técnico da SEIC PR, Rodrigo atua como o responsável pelo Programa de Descarbonização de Frotas do Estado do Paraná, que tem como foco a substituição progressiva do diesel pelo biometano, criando condições mercado adequadas e auxiliando as regiões do Estado a constituírem os arranjos produtivos locais. Rodrigo lidera levantamentos sobre setores prioritários da economia paranaense para atrair investimentos nacionais e internacionais.
Rodrigo tem experiência na área de sustentabilidade e engenharia, com atuação destacada em gestão de políticas públicas no estado do Paraná.
Atua no desenvolvimento e execução de políticas públicas, com foco em gestão de resíduos sólidos, descarbonização e infraestrutura sustentável.
É graduado em Engenharia Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Londrina.

Rodrigo será

MODERADOR

no

PAINEL 3 | Mobilidade a Biometano

MANUELA LARANGEIRA KAYATH

MDC Energia | ABiogás

Manuela Kayath é Presidente do Conselho de Administração da MDC Energia, empresa pioneira no segmento de biometano, e Vice-Presidente do Conselho de Administração da Abiogás. Graduada em Administração de Empresas (FGV) e com diploma da Harvard Business School no President Management Program (OPM), Manuela possui vasta experiência setor de biogás e biometano, além de ter atuado no mercado financeiro, com passagens por bancos de investimento e fundos em São Paulo e Nova York. Seus trabalhos recentes têm sido focados em transição energética e sustentabilidade, sendo uma voz ativa em eventos de peso, como a COP30 e fóruns sobre biometano e ESG.

Manuela será

DEBATEDORA

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

LUIS FELIPE POLI

Petrobras

Formado em Engenharia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luis Felipe atua há mais de 23 anos na Petrobras. Ao longo de sua trajetória na estatal, ele ocupou diversas funções técnicas e de gestão, com destaque para sua atuação nas áreas de Gás e Energia e Produção.

Atua como gerente na Petrobras, sediado no Rio de Janeiro. Recentemente, tem estado à frente de iniciativas voltadas para a transição energética, como biometano, armazenamento de energia e leilões do setor elétrico.

Luis Felipe será

DEBATEDOR

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

LUCIANO
FIGUEREDO

Instituto Totum

Formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos, Luciano Figueredo tem mais de 12 anos de experiência na Gerência de Programas Setoriais de Autorregulação e Selos de Qualidade pelo Instituto Totum, englobando iniciativas de qualidade e sustentabilidade nos seguintes segmentos: energia, alimentos e bebidas, sistemas eletrônicos de segurança, gerenciamento de riscos em transportes, dentre outros.

Fernando também está à frente de iniciativas como o GAS-REC, um sistema de certificação e rastreabilidade para biogás e biometano. É Engenheiro e Mestre em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP.

Luciano será

PALESTRANTE

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

PIETRO SAMPAIO MENDES

ANP

Diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), onde é servidor de carreira desde 2006 como Especialista em Regulação. Já ocupou cargos de destaque como Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no Ministério de Minas e Energia (MME).
Pietro está à frente de pautas como o “gas release” (medidas para aumentar a oferta de gás), o combate a fraudes no mercado de combustíveis e a aceleração de leilões de petróleo.

Graduado em Química, Pietro tem doutorado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutorado na Beedie School of Business na Simon Fraser University (SFU), no Canadá.

Pietro será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

TIAGO SAMOS SANTOVITO

ABiogás

Tiago Samos Santovito é Diretor-Executivo da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás).
Com mais de 20 anos de experiência no mercado de gás natural, sua carreira é focada em regulação e políticas públicas para biocombustíveis e transição energética.
Antes de liderar a ABiogás, acumulou passagens estratégicas por organizações relevantes como o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás, onde atuou como Gerente de Regulação de Transporte e Distribuição de Gás Natural. Teve, ainda, passagens pela BRASKEM, COMGÁS e General Motors.

Tiago será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

FELIPE SOUZA MARQUES

CIBiogás

Diretor Presidente do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás CIBiogas-ER e Coordenador de Projetos na Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial – UNIDO. É Engenheiro Ambiental (2005) com mais de 15 anos de experiência em projetos de desenvolvimento do biogás e biometano como um produto estratégico e vinculado ao saneamento ambiental. Mestre em Geografia, Meio Ambiente e Desenvolvimento, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Especialista em Elaboração, Análise e Avaliação de Projetos, pela Fundação Getúlio Vargas e Especialista em Gestão Ambiental em Municípios, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Possui Doutorado em Desenvolvimento Regional e Agronegócio. Conta com experiência em docência do ensino superior em cursos de graduação e pós-graduação e concentra suas atividades na área de desenvolvimento regional, biogás/biometano, energia e gestão de projetos.

Felipe será

MODERADOR

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

ANA CAROLINE DE LIMA

CIBiogás

Talyta Viana é engenheira de Energia pela Universidade de Brasília e especialista em Direito de Energia e Negócios do Setor Elétrico pelo CEDIN. Ela atua como coordenadora regulatória, representando a cadeia de biogás e biometano, com o objetivo de ampliar a participação dessas fontes na matriz energética. Sua carreira destaca- se pela atuação sólida na regulação do setor elétrico, especialmente em tarifas de distribuição e transmissão, onde adquiriu experiência em elaborar estudos, projeções tarifárias e estratégias para grandes instituições. Além disso, Talyta tem trabalhado em temas de transição energética, como hidrogênio, mercado de carbono e novas tecnologias, defendendo os interesses da indústria no cenário energético nacional.

Ana Caroline será
MODERADORA
no

Painel 6: Integração do Biogas e Biometano com outros energéticos