Lote válido até 16/01 e para os primeiros 100 ingressos.
Ingresso (com almoço incluso) para o Fórum e inscrições para Visitas Técnicas.
Hospede-se no hotel do Fórum com desconto especial para inscritos.
Contrate aéreo, transfer, hospedagem e passeios com a agência oficial do Fórum.
Retirada de credencial e kit do participante.
Rodrigo Becegato – SEIC/PR
Loana Defaveri Fortes – CETRIC
Daniel Valle – Copersucar
Eudis Furtado – Compagas
Kai Oosterheert – Brasuma
Drausio Lima – Vogelsang
Sandro Nelson Vieira – SUPEN (PR)
André Pepitone – Itaipu Binacional
Rodrigo Regis Galvão – CEPEL
Silla Motta – Donna Lamparina
Vilson Martins Filho – Kognos Energy
Péricles Pinheiro Filho – WLM
Thiago Olinda – SUPEN (PR)
Cicero Bley Jr – Nuresys/Bley Energias
Suelen Paesi – UCS
Marco Ramme – Ekodata
André do Amaral – PlanET
Felipe Souza Marques – CIBiogás
Charles Leber – HUB de Descarbonização – SENAI/SC
Daiana Gotardo Martinez – CIBiogás
Fabiane Goldschmidt Antes – SBERA/Embrapa Suínos e Aves
Gustavo Ramos – MCTI
Leidiane Mariani – Amplum Biogás
Ricardo Müeller – DR Biogás
Suelen Paesi – UCS
Retorno ao hotel | Horário estimado de chegada: 19h
Tecnologias e aplicação: CSTR, codigestão, frigorífico
Retorno ao hotel | Horário estimado de chegada: 19h
Tecnologias e aplicação: culturas energéticas, codigestão
Retorno ao hotel | Horário estimado de chegada: 18h
Tecnologias e aplicação: suinocultura, energia elétrica
Retorno ao hotel | Horário estimado de chegada: 12h
Tecnologias e aplicação: RSU, biometano, hidrocarbonetos renováveis
Realização: CIBiogás, Embrapa Suínos e Aves, Inmetro, Instituto Senai de Tecnologia, Napi Biogás e Universidade de Caxias do Sul.
Público-alvo: Participantes do NAPI Biogás, participantes dos Ensaios de Proficiência, representantes de laboratórios que atuam no tema, pesquisadores, estudantes e demais interessados.
Inscrições até 10/04.
Realização: CIBiogás e Cogen
Público-alvo: Executivos e técnicos com atuação no setor elétrico e gestão de energia
Vagas limitadas.
CSTR, codigestão, frigorífico
7H – 19H
Incluso neste roteiro:
Apresentação técnica | Transporte | Água | Lanche e Almoço
Escolha a opção Roteiro 1 na página de inscrições
As visitas devem ser contratadas separadamente e são exclusivas para inscritos no Fórum.
Culturas energéticas, efluentes da agroindústria e suinocultura
7H15 – 19H
Incluso neste roteiro:
Apresentação técnica | Transporte | Água | Lache e Almoço
Escolha a opção Roteiro 2 na página de inscrições
As visitas devem ser contratadas separadamente e são exclusivas para inscritos no Fórum.
Suinocultura, Avicultura e Bovinocultura
7H30 – 18H
Incluso neste roteiro:
Apresentação técnica | Transporte | Água | Lanche e Almoço
Escolha a opção Roteiro 3 na página de inscrições
As visitas devem ser contratadas separadamente e são exclusivas para inscritos no Fórum.
RSU, Biometano, Hidrocarbonetos renováveis
8H- 12H
Incluso neste roteiro:
Apresentação técnica | Transporte | Água | Lanche
Escolha a opção Roteiro 4B na página de inscrições
As visitas devem ser contratadas separadamente e são exclusivas para inscritos no Fórum.
Atenção: antes de escolher sua visita, veja dicas importantes aqui:
O Bourbon Cataratas do Iguaçu Thermas Eco Resort é a sede do 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano.
Um dos principais locais para eventos em Foz do Iguaçu, o Bourbon oferece completa infraestrutura para atender com conforto os participantes do Fórum no seu centro de convenções.
Excelente opção de hospedagem, o hotel oferece excelência 5 estrelas em serviços e variadas opções de acomodações, além de estruturas de lazer com piscinas, quadras esportivas, trilhas ecológicas e spa.
A localização também favorece o acesso a restaurantes, bares e outros hotéis.
Sede da Itaipu Binacional e do CIBiogás, referência no desenvolvimento do biogás e do mercado de energia renovável, Foz do Iguaçu recebe, pela terceira vez, o 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano. O Paraná, conforme o Panorama do Biogás 2024, elaborado pelo anfitrião desta edição, é líder em número de plantas de biogás no Brasil, com 490 unidades instaladas, majoritariamente no setor da agropecuária e indústria. É um cenário produtivo para a apresentação de negócios, tecnologias e experiências que são modelos de sucesso na redução de emissão de gases de efeito estufa através do biogás e biometano. Reconhecida mundialmente pelas Cataratas do Iguaçu, Foz também é destino turístico que atrai milhões de visitantes anualmente, com outros atrativos como o Marco das Três Fronteiras (Brasil, Argentina e Paraguai) e o Parque das Aves. Convidativa para uma extensão da estadia dos participantes do Fórum, a cidade também está entre os principais destinos para ventos internacionais no Brasil, possui aeroporto, completa estrutura de serviços de turismo e diversificadas opções de lazer, hospedagem e gastronomia.
Aline Scarpetta é Diretora de Estratégias de Mercado e Inovação do CIBiogás; Mestre em Engenharia e Tecnologia Ambiental pela Universidade Federal do Paraná (UFPR); Especialista em Tecnologias da Cadeia Produtiva do Biogás pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR); Especialista em Eficiência Energética Aplicada aos Processos Produtivos pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); e Graduada em Engenharia Ambiental. Tem experiência de mais de 10 anos no setor de biogás e biometano, combustíveis avançados, gestão de projetos, além de amplo conhecimento em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação.
Aline será
MODERADORA
no
André é desenvolvedor de negócios na PlanET Biogás Brasil, atuando na estruturação técnica, econômica e estratégica de projetos de biogás e biometano em todo o país.
Formado em Química, com mestrado em Química Aplicada e doutorado em Engenharia Agrícola, reúne mais de 15 anos de experiência no setor.
Ao longo da carreira, participou de diversos projetos de biogás a partir de diferentes substratos e, atualmente, concentra-se no desenvolvimento de plantas de biometano, com foco em análise técnica de substratos, performance operacional, viabilidade econômica e estratégias de transição energética.
André será
PALESTRANTE
no
Diretor Financeiro Executivo da Itaipu Binacional André é servidor de carreira da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), onde atuou por mais de 20 anos, inclusive como Diretor-Geral.
Engenheiro Civil (UnB), André tem pós-graduação lato sensu pela UnB e MBA em Teoria e Operação de uma Economia Nacional Moderna, na George Washington University (GWU).
Além da Itaipu e ANEEL, André contribuiu como vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR) e presidente da Associação Ibero-Americana de Entidades Reguladoras da Energia (ARIAE)
André será
PALESTRANTE
no
Graduado em Engenharia Agronômica pela Universidade de Brasília (UnB), possui mestrado em Agronegócios, onde desenvolveu atividades na linha de competitividade e sustentabilidade de biocombustíveis e utilização de resíduos para produção de biodiesel. Atualmente, pertence a carreira de Gestão, Planejamento e lnfraestrutura em Ciência e Tecnologia e ocupa o cargo de Assessor da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e inovação (SETEC/MCTI). Nos últimos 16 anos, tem atuado na estruturação, planejamento, execução e coordenação de projetos de cooperação técnica nacionais e internacionais. Atua nas áreas de Bioenergia e Biocombustíveis, Transportes e Saneamento. Entre os temas principais de sua atuação estão: Bioetanol, Biodiesel, Biogás, Biometano, Processos Avançados de Conversão de Biomassa, Hidrogênio e Eletromobilidade. Além disso, como doutorando no Programa de Pós-Graduação em Tecnologias Química e Biológica do lnstituto de Química da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveu atividades referentes ao aproveitamento de resíduos sólidos urbanos para a produção de biogás, biometano, biofertilizantes e biochar.
Ansberto será
PALESTRANTE
no
Líder Internacional da Task 37 do Programa de Colaboração Tecnológica (TCP) da IEA Bioenergy. O austríaco é pesquisador e professor da BOKU University, na área de biotecnologia ambiental, com foco em biogás e tecnologias sustentáveis. Atua na gerência de Tecnologias Bioquímicas no centro de competência BEST – Bioenergy and Sustainable Technologies.
Bernhard taambém atua na supervisão de teses de doutorado e mestrado focadas em fixação biológica de CO2 e sistemas metanogênicos.
Bernhard será
PALESTRANTE
no
Cicero Bley Jr atualmente é Diretor Executivo da NURESYS BR, empresa brasileira de capital belga, sediada em Toledo-PR no BIOPARK. Especializada em recuperação de nutrientes em suspensão em digestatos e outros efluentes líquidos, como fosforo e nitrogênio. Há 40 anos trabalha com a gestão de resíduos orgânicos com destaque para a produção de biometano combustível. Trabalhou de 2003 a 2026 na ITAIPU Binacional onde foi Superintendente de Energias Renováveis. Entre as realizações neste período idealizou e participou na fundação do CIBIogás, sendo seu primeiro presidente e também participou da fundação da Abiogás, sendo também seu primeiro presidente. Representou o Brasil em vários eventos técnicos por diversos locais do mundo. Em 2014 escreveu o livro Biogás, a energia invisível, publicado pela Editora Abril. Participante como mentor em vários projetos de obtenção de biometano e suas aplicações em caminhões para mobilidade sustentável de cargas.
Cicero será
PALESTRANTE
no
Gestor Ambiental pelo SENAI/SC (2010), MBA em Perícia, Auditoria e Gestão Ambiental pelo IPOG (2014) e Mestrando em Engenharia Ambiental pela UFSC (2025–atual). Possui formação internacional em biogás, com participação no Projeto Brasil–Alemanha de Fomento ao Aproveitamento Energético do Biogás (GIZ/PROBIOGÁS 2014) e especialização em Geração e Controle de Biogás pela ME-LE Akademie (2017).
Atua há 17 anos como consultor do SENAI/SC em descarbonização e transição energética, com foco em inventários de GEE, aproveitamento energético de resíduos e estruturação de projetos. É Coordenador do HUB de Descarbonização da FIESC e do Programa Biogás SC, liderando iniciativas voltadas à avaliação técnica, mitigação de emissões, estruturação de modelos de negócio e escalabilidade do biogás na agroindústria, especialmente na suinocultura.
Charles será
MODERADOR
no
Diretora Técnica no CIBiogás, com mais de 10 anos de atuação no setor de biogás e biometano. Bacharel em Engenharia Ambiental pela Faculdade União das Américas, Licenciatura em Matemática pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Mestre em Engenharia de Energia na Agricultura, com ênfase em biocombustíveis, pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE e especialização em Tecnologias da Cadeia Produtiva do Biogás, pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Atuação ampla no desenvolvimento, estruturação e gestão de projetos estratégicos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em âmbito Nacional e Internacional com foco em produção de biogás, biometano e combustíveis avançados. Representa o Brasil como membro na Task force 37 da Agencia Internacional de Energia – IEA.
Daiana será
DEBATEDORA
no
CEO da Compagas (Companhia Paranaense de Gás). Eudis tem vasta experiência no setor de infraestrutura e logística. Além do cargo de diretor da Compagás, foi Vice-Presidente Comercial e de Desenvolvimento de Negócios na Rumo, a maior operadora ferroviária do Brasil. Lidera projetos com foco em governança, desenvolvimento de novos negócios e eficiência operacional no setor de energia e logística. Sua atuação está focada também na distribuição de gás canalizado no Paraná; em transição energética e biometano e em eficiência operacional.
Eudis será
PALESTRANTE
no
Engenheiro de Computação e pós-graduado em Inovação e Gestão 4.0, Servidor da ANEEL, iniciou sua carreira no Governo em 2010 na Secretaria de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, desenhando políticas públicas de fomento à inovação. Em 2012 compôs a equipe da Superintendência de P&D e Eficiência Energética da ANEEL, antes de ocupar o cargo de Chefe Adjunto da Assessoria Internacional da Agência. Em outubro de 2021, foi convidado para assumir o cargo de Coordenador de Relações com o Mercado da Embrapii.
Fábio será
DEBATEDOR
no
Diretor Presidente do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás CIBiogas-ER e Coordenador de Projetos na Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial – UNIDO. É Engenheiro Ambiental (2005) com mais de 15 anos de experiência em projetos de desenvolvimento do biogás e biometano como um produto estratégico e vinculado ao saneamento ambiental. Mestre em Geografia, Meio Ambiente e Desenvolvimento, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Especialista em Elaboração, Análise e Avaliação de Projetos, pela Fundação Getúlio Vargas e Especialista em Gestão Ambiental em Municípios, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Possui Doutorado em Desenvolvimento Regional e Agronegócio. Conta com experiência em docência do ensino superior em cursos de graduação e pós-graduação e concentra suas atividades na área de desenvolvimento regional, biogás/biometano, energia e gestão de projetos.
Felipe fará a
APRESENTAÇÃO
do
Empreendedor serial com mais de 30 anos de atuação em petróleo, gás natural e biometano. Fundou e liderou empresas como Tramp Oil, Terrana, Aspro e Neogas. É sócio-fundador da Sinergás, pioneira no desenvolvimento, implantação e operação de projetos de infraestrutura para compressão de GNV/biometano. Fundador e conselheiro da ABiogás é também Presidente do Conselho Empresarial de Energia e Transição Energética da ACRJ e Diretor Executivo do Comitê Nacional do GNV. Formado em Administração pela PUC-Rio, com MBA pela Coppead/UFRJ, possui certificação em Governança Corporativa pela FGV e é Alumni do programa OPM da Harvard Business School. Atua na promoção de soluções sustentáveis e na descarbonização dos setores industrial e de transportes no Brasil.
Gabriel será
PALESTRANTE
no
Graduado em Engenharia Agronômica pela Universidade de Brasília (UnB), possui mestrado em Agronegócios, onde desenvolveu atividades na linha de competitividade e sustentabilidade de biocombustíveis e utilização de resíduos para produção de biodiesel. Atualmente, pertence a carreira de Gestão, Planejamento e lnfraestrutura em Ciência e Tecnologia e ocupa o cargo de Assessor da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e inovação (SETEC/MCTI). Nos últimos 16 anos, tem atuado na estruturação, planejamento, execução e coordenação de projetos de cooperação técnica nacionais e internacionais. Atua nas áreas de Bioenergia e Biocombustíveis, Transportes e Saneamento. Entre os temas principais de sua atuação estão: Bioetanol, Biodiesel, Biogás, Biometano, Processos Avançados de Conversão de Biomassa, Hidrogênio e Eletromobilidade. Além disso, como doutorando no Programa de Pós-Graduação em Tecnologias Química e Biológica do lnstituto de Química da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveu atividades referentes ao aproveitamento de resíduos sólidos urbanos para a produção de biogás, biometano, biofertilizantes e biochar.
Gustavo será
DEBATEEDOR
no
Leidiane Ferronato Mariani atua na área de sustentabilidade, resíduos, biogás e biometano há mais de dezoito anos. É Engenheira Ambiental, Especialista em Energias Renováveis, Mestre em Gestão Territorial e Doutora em Planejamento de Sistemas Energéticos. É diretora executiva da Amplum Biogás, empresa de consultoria e cursos. É associadas do Instituto 17, organização social com foco no desenvolvimento sustentável. É idealizadora, cofundadora e conselheira consultiva da rede Mulheres do Biogás. É suplente do Conselho de Administração da Associação Brasileira do Biogás. Em 2024 recebeu o prêmio Melhor Profissional da premiação nacional Melhores do Biogás. Em 2025 foi reconhecida pelo Prêmio Internacional da Indústria de Digestão Anaeróbia e Biogás promovido pela Associação Mundial do Biogás.
Leidiane será
DEBATEDORA
no
Fernando também está à frente de iniciativas como o GAS-REC, um sistema de certificação e rastreabilidade para biogás e biometano. É Engenheiro e Mestre em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP.
Luciano será
PALESTRANTE
no
Formado em Engenharia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luis Felipe atua há mais de 23 anos na Petrobras. Ao longo de sua trajetória na estatal, ele ocupou diversas funções técnicas e de gestão, com destaque para sua atuação nas áreas de Gás e Energia e Produção.
Atua como gerente na Petrobras, sediado no Rio de Janeiro. Recentemente, tem estado à frente de iniciativas voltadas para a transição energética, como biometano, armazenamento de energia e leilões do setor elétrico.
Luis Felipe será
DEBATEDOR
no
Manuela Kayath é Presidente do Conselho de Administração da MDC Energia, empresa pioneira no segmento de biometano, e Vice-Presidente do Conselho de Administração da Abiogás. Graduada em Administração de Empresas (FGV) e com diploma da Harvard Business School no President Management Program (OPM), Manuela possui vasta experiência setor de biogás e biometano, além de ter atuado no mercado financeiro, com passagens por bancos de investimento e fundos em São Paulo e Nova York. Seus trabalhos recentes têm sido focados em transição energética e sustentabilidade, sendo uma voz ativa em eventos de peso, como a COP30 e fóruns sobre biometano e ESG.
Manuela será
DEBATEDORA
no
Presidente Executivo e Diretor Técnico-Comercial da Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado).
Marcelo tem uma trajetória de destaque no setor de energia, com atuação consolidada na promoção do gás natural e biometano como vetores da transição energética no Brasil. Possui vasta experiência na defesa de pautas técnicas e regulatórias do setor de gás natural, atuando em comitês estratégicos como o Grupo de Trabalho do Programa Gás para Empregar do Ministério de Minas e Energia.
Na Abegás, também atuou como Diretor de Estratégia e Mercado.
Marcelo será
PALESTRANTE
no
Nícolas é economista e doutor em Inovação & Tecnologia no tema biometano pela UFPR.
Após passagens pelo mercado financeiro redirecionou sua carreira para o setor de energias renováveis. Desde 2018 no CIBIOGAS e lidera a equipe de Inteligência de Mercado, apoiando investidores e empreendedores institucionais em decisões estratégicas.
Nicolas será
MODERADOR
no
Mestre em Políticas Públicas pela EBAPE/FGV; graduado em Administração Industrial pelo CEFET/RJ; especialista em propriedade intelectual, empreendedorismo e gestão da inovação. Tem mais de vinte anos de atuação na Finep, tendo desempenhado atividades em diversas áreas da empresa. Atualmente, gerencia o Departamento de Transição Energética na Finep
Paulo será
PALESTRANTE
no
Diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), onde é servidor de carreira desde 2006 como Especialista em Regulação. Já ocupou cargos de destaque como Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no Ministério de Minas e Energia (MME).
Pietro está à frente de pautas como o “gas release” (medidas para aumentar a oferta de gás), o combate a fraudes no mercado de combustíveis e a aceleração de leilões de petróleo.
Graduado em Química, Pietro tem doutorado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutorado na Beedie School of Business na Simon Fraser University (SFU), no Canadá.
Pietro será
PALESTRANTE
no
Supervisora de projetos da Penetron Brasil; Doutoranda em Engenharia Civil na UFRGS;
Mestre em Ciência e Engenharia de Materiais pela UNESC; Pós graduada em Patologia das Construções: Diagnósticos e Tratamentos pelo IPOG; Foi projetista de impermeabilização e patologista da Qualify;
Extensão universitária pela Universidade Lusófona em Portugal; Engenheira Civil pela UPF.
Rafaela será
PALESTRANTE
no
Sócio/consultor na Market Consultoria. Lamastra Jr. tem formação em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e especialização em Negócios por instituições como Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Esade Business School, de Barcelona.
Com mais de 35 anos de experiência em gestão empresarial, é uma das lideranças mais influentes no setor de energia e gás natural no Brasil, tendo ocupado o cargo de Diretor-Presidente da Compagas.
Lamastra JR é presidente do Conselho de Administração do CIBiogás. Sua trajetória ainda inclui posições de liderança como vice-presidente do Comitê de Mercados de Gás da International Gas Union (IGU) e conselheiro da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia.
Lamastra JR será
MODERADOR
no
Rafael é graduado em Agronomia pela Universidade Estadual de Montes Claros (2002), mestre (2004) e doutor (2007) em Genética e Melhoramento de Plantas pela Universidade Federal de Lavras, e pós-doutorado pela Texas A&M University (2024–2025), em College Station, TX, EUA. É pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo desde 2008, atuando como melhorista de sorgo forrageiro, biomassa e sacarino, com foco no desenvolvimento de híbridos e linhagens com alta produção e qualidade de biomassa para múltiplos usos. É Bolsista em produtividade de pesquisa CNPq, publicou mais de 90 artigos científicos e colabora com universidades na orientação de teses de doutorado e dissertações de mestrado, além de atuar como palestrante em congressos nacionais e internacionais. Coordena projetos de pesquisa voltados ao desenvolvimento de cultivares de sorgo para bioenergia, incluindo sorgo sacarino para produção de etanol (tecnologia 1G) e sorgo biomassa para etanol celulósico (2G), biogás, cogeração de energia e uso forrageiro para alimentação animal. Coordena o programa de melhoramento de sorgo Forrageiro, Biomassa e Sacarino da Embrapa, bem como coordenou o desenvolvimento da variedade de sorgo sacarino BRS 511 e dos híbridos comerciais de sorgo biomassa/forrageiro BRS 716, BRS 662 e BRS 665 registrados para o Brasil.
Rafael será
PALESTRANTE
no
Engenheiro Agrônomo com Mestrado em Ciências Agrárias pela Universidade de Brasília (UnB) e Doutor em Ciências Ambientais pela Universidade Federal de Goiás (UFG). É Analista em Ciência e Tecnologia da Carreira de C&T do MCTI. Atualmente está como Coordenador-Geral de Tecnologias Setoriais da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (SETEC/MCTI). No Ministério atua em políticas de CT&I para o desenvolvimento dos recursos minerais e de energias renováveis, em especial dos biocombustíveis (Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e Rede Brasileira de Bioquerosene e Hidrocarbonetos Renováveis para Aviação) e do hidrogênio de baixo carbono. De 2004 a 2008 exerceu funções profissionais na ABIPTI (Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica) tendo participado como Analista de C&T da Equipe Técnica da Unidade de Gestão Estratégica do Agronegócio – GEAGRO e da Unidade de Arranjos Produtivos Locais – APL’s. Possui cursos na área de Gestão do Conhecimento, em Biodiesel e em Elaboração, Acompanhamento e Avaliação de Projetos. Tem experiência na área de Agronomia e Bioenergia, atuando principalmente nos seguintes temas: biocombustíveis, energias renováveis, recursos minerais, água, saneamento, transportes, desenvolvimento regional sustentável, agropolos e arranjos produtivos locais.
Rafael será
DEBATEDOR
no
Ricardo Müller é engenheiro ambiental, doutor em engenharia agrícola e atua há 15 anos desenvolvendo projetos e negócios de biogás e biometano.
Em 2023 criou a Dr. Biogás, uma empresa que já desenvolveu 18 projetos, formou mais de 200 especialista em 5 países, além de produzir conteúdo gratuito que alcança mais de 200 mil pessoas por mês nas redes sociais
Ricardo será
DEBATEDOR
no
Assessor técnico da SEIC PR, Rodrigo atua como o responsável pelo Programa de Descarbonização de Frotas do Estado do Paraná, que tem como foco a substituição progressiva do diesel pelo biometano, criando condições mercado adequadas e auxiliando as regiões do Estado a constituírem os arranjos produtivos locais. Rodrigo lidera levantamentos sobre setores prioritários da economia paranaense para atrair investimentos nacionais e internacionais.
Rodrigo tem experiência na área de sustentabilidade e engenharia, com atuação destacada em gestão de políticas públicas no estado do Paraná.
Atua no desenvolvimento e execução de políticas públicas, com foco em gestão de resíduos sólidos, descarbonização e infraestrutura sustentável.
É graduado em Engenharia Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Londrina.
Rodrigo será
MODERADOR
no
Diretor de Novos Negócios e Sustentabilidade no CEPEL (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica), Rodrigo Regis é engenheiro elétrico, mestre em Engenharia de Sistemas, doutor em Economia e com especialização em Inovação Empresarial. Especialista em transição energética, inovação e planejamento estratégico, possui mais de 15 anos de experiência no setor de energia e infraestrutura. Ocupou cargos de liderança como diretor na Alvarez & Marsal, Diretor de Negócios e Inovação no Parque Tecnológico Itaipu e Presidente do CIBiogás. Rodrigo Regis atuou em planos nacionais e estaduais de energia, biogás e hidrogênio, estratégias de investimento para grandes empresas e iniciativas internacionais no Chile e Mercosul.
Rodrigo Regis será
PALESTRANTE
no
Engenheiro Eletricista, Eletrônico e Telecomunicação (UFPR), com Mestrado em Administração da Produção (UFRGS) e Especializações em Transição Energética (PUC-PR), Gestão (Business School FAE) e Inovação e Governança. Atualmente Sandro é Superintendente-Geral de Gestão Energética (Supen) no Governo do Estado do Paraná, vinculado à Secretaria do Planejamento. Com sólida trajetória no setor de energia, tecnologia e inovação, atuou como diretor de negócios Latam da Enline Transmission, diretor de negócios da Nouvenn IoT e CEO da Smartgreen Tecnologia, com foco em cidades inteligentes e smart energy/grid. Também foi diretor presidente do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade e superintendente corporativo do Sistema FIEP (Senai, Sesi, Fiel, IEL).
Sandro será
MODERADOR
no
Silla Motta é administradora de empresas, com MBA em Marketing pela PUC-RJ, e atua no setor elétrico brasileiro desde 1997. É fundadora e CEO da Donna Lamparina, com atuação voltada à sustentabilidade, inovação e desenvolvimento do mercado de energia, sendo participante do Pacto Global da ONU.
Mentora de iniciativas de impacto como o Interligadas – GIZ e o Elas na Indústria – FIESP, também é fundadora da Comunidade Mercado Livre de Energia e integrante de diversos movimentos que promovem o protagonismo feminino e a transição energética.
Reconhecida por sua atuação, é embaixadora da Climatempo, do Carbono Zero e do Grupo CanalEnergia, membro do Comitê do Clima da EMSEA, coordenadora do Conexão Energia da ABGD e vencedora do Cubi Awards 2023, como Embaixadora do Mercado de Energia. É coautora dos livros A Voz Feminina da Sustentabilidade e Vivi, Vendi e Venci.
Silla será
PALESTRANTE
no
Thiago Olinda é engenheiro eletricista formado pela Universidade de Pernambuco, especialista em Tecnologias da Cadeia do Biogás pela UTFPR e mestrando em Engenharia e Tecnologia Ambiental pela UFPR. Atua como Coordenador de Gás Natural, Biocombustíveis e Hidrogênio Renovável na Superintendência-Geral de Gestão Energética (SUPEN), vinculada à Secretaria de Estado do Planejamento do Paraná. No Governo do Estado, lidera a execução do Plano Estadual do Hidrogênio Renovável e do Plano de Biogás e Biometano do Paraná, além de coordenar o Comitê de Integração das Cadeias do Biogás e Hidrogênio Renovável.
Tiago será
MODERADOR
no
Tiago Samos Santovito é Diretor-Executivo da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás).
Com mais de 20 anos de experiência no mercado de gás natural, sua carreira é focada em regulação e políticas públicas para biocombustíveis e transição energética.
Antes de liderar a ABiogás, acumulou passagens estratégicas por organizações relevantes como o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás, onde atuou como Gerente de Regulação de Transporte e Distribuição de Gás Natural. Teve, ainda, passagens pela BRASKEM, COMGÁS e General Motors.
Tiago será
PALESTRANTE
no
Em 2023 o Governo de Goiás implantou reforma administrativa que expandiu sua estrutura para projetos de energia, telecomunicações e cidades inteligentes. Desde então, no eixo energia, tem fomentado a cadeia produtiva de biocombustíveis, com destaque ao biometano. Destaca-se atuação através de políticas públicas de incentivo fiscal, financeiro, P&D, estudos e articulação institucional.
Em 2025, o Governo de Goiás iniciou um programa robusto para transição energética no transporte coletivo, baseado na introdução massiva de ônibus movidos a biometano e/ou GNV. São mais de 500 veículos planejados, com expectativa de consumirem 150 mil de metros cúbicos de biometano por dia, capazes de reduzir drasticamente as emissões de gases poluentes em comparação com ônibus a diesel tradicionais. Com um cronograma de entregas até 2028 e foco em infraestrutura, produção local e sustentabilidade, o projeto posiciona a Região Metropolitana de Goiânia como referência na mobilidade urbana com combustíveis de baixo carbono no Brasil.
A Primato Cooperativa Agroindustrial passou a estruturar sua atuação no campo do biometano a partir de 2022, quando identificou na destinação dos dejetos da suinocultura um dos principais desafios ambientais enfrentados pelos produtores. A região oeste do Paraná concentra grande volume de produção de suínos e, consequentemente, gera quantidades significativas de resíduos orgânicos que precisam de tratamento adequado para evitar impactos ambientais e permitir a expansão sustentável da atividade.
Diante desse cenário, a cooperativa desenvolveu o Projeto Suíno Verde, iniciativa que transforma dejetos suínos em biogás por meio de biodigestores. Após processo de purificação, o biogás é convertido em biometano, um combustível renovável que pode substituir o diesel em veículos pesados. O projeto também gera biofertilizante, que retorna às lavouras utilizadas na produção de grãos destinados à alimentação dos animais, formando um ciclo produtivo integrado.
Em 2023, a Primato iniciou a utilização dos primeiros caminhões movidos a biometano em sua operação logística. Os veículos passaram a ser utilizados principalmente no transporte de ração e em atividades internas da cadeia produtiva, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e contribuindo para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa.
A estrutura do projeto inclui uma planta capaz de processar cerca de 630 mil litros de dejetos suínos por dia. O volume tratado gera biometano suficiente para abastecer parte da frota da cooperativa, além de produzir fertilizante orgânico utilizado nas propriedades rurais.
A iniciativa passou a integrar a estratégia de inovação e sustentabilidade da Primato e tem sido apresentada como exemplo de aplicação de economia circular no agronegócio brasileiro. A cooperativa avalia ampliar o uso do biometano em sua logística e expandir a produção de bioenergia nos próximos anos.
A Primato Cooperativa Agroindustrial implantou, ao longo de 2025, o uso de biometano como combustível renovável em sua operação logística, no âmbito do Projeto Suíno Verde. O projeto consiste na biodigestão de dejetos suínos gerados na cadeia integrada de produção, com posterior purificação do biogás para obtenção de biometano em padrão veicular.
A frota opera com seis veículos pesados abastecidos com o combustível — dois destinados à recolha de animais e quatro ao transporte de ração —, com cada veículo percorrendo aproximadamente 3.000 km/mês, totalizando consumo coletivo estimado de 86.400 m³ de biometano/ano, volume energeticamente equivalente a 86.400 litros de diesel.
Considerando o preço médio de R$ 6,00/litro de diesel, a substituição representa economia potencial de R$ 518.400,00/ano em custos de combustível, com redução estrutural da exposição operacional à volatilidade dos preços fósseis. Do ponto de vista ambiental, adotando o fator de emissão de 2,68 kgCO₂/litro de diesel, a operação resulta em redução estimada de 231,6 tCO₂/ano, contribuindo diretamente para a diminuição da pegada de carbono da cadeia agroindustrial.
O diferencial do projeto está na integração com a própria cadeia produtiva da cooperativa. O processo de biodigestão aproveita dejetos suínos que, sem destinação adequada, representariam passivo ambiental, e gera paralelamente biofertilizantes aplicados nas lavouras de grãos destinados à alimentação animal — configurando ciclo produtivo fechado no qual resíduos são convertidos em insumos energéticos e agrícolas. Para o encerramento de 2025, está prevista a incorporação de mais cinco veículos movidos a biometano, ampliando o volume consumido e os resultados econômicos e ambientais do projeto.
Com 88 anos de atuação e reconhecida como pioneira na distribuição de GLP no Brasil, a Ultragaz vem ampliando seu papel na transição energética ao evoluir de distribuidora de gás para uma plataforma completa de soluções de energia. Integrante do Grupo Ultra, a companhia atende mais de 11 milhões de lares e 57 mil empresas em 23 estados e no Distrito Federal, combinando capilaridade logística, inovação e responsabilidade socioambiental.
Desde 2019, a companhia iniciou um movimento estratégico de diversificação do portfólio, com foco em energias de baixo carbono, como biometano, bioGL e energia elétrica renovável. Nesse contexto, o biometano tornou-se uma importante aliada dentro da estratégia de descarbonização da empresa e dos setores produtivos aos quais ela atende.
A Ultragaz atua exclusivamente na distribuição e comercialização do biometano, conectando produtores a indústrias e frotas que buscam reduzir emissões. A empresa opera com contratos de off-take e suporte ao desenvolvimento da produção, além de utilizar um modelo de distribuição off-grid, capaz de comprimir o biometano em até 250 vezes para transportá-lo a qualquer região. A tecnologia de compressão e descompressão tornou-se um diferencial ao garantir eficiência, segurança e competitividade.
Com mais de 28 milhões de m³ comercializados, equivalentes a 56 mil toneladas de CO₂ e evitadas, a companhia já abastece clientes industriais e de logística com soluções sob medida, incluindo pontos exclusivos de abastecimento para frotas. Atualmente, a Ultragaz distribui pouco mais de 100 mil m³/dia e possui cerca de 750 mil m³/dia já contratados junto a produtores, consolidando sua contribuição para a expansão do mercado de biometano no Brasil. Essa evolução a posiciona como o maior player do setor.
Em 2025, a Ultragaz consolidou seu papel como uma das principais distribuidoras de biometano do Brasil, ampliando a base de clientes, o volume de entrega e sua participação no desenvolvimento da cadeia produtiva. O ano marcou a transição do biometano de um produto emergente para uma solução de escala crescente no país, impulsionada tanto pela demanda industrial quanto pelo avanço das frotas pesadas movidas a gás.
Volume, clientes e expansão do suprimento
Ao longo de 2025, a Ultragaz expandiu a operação diária para mais dede 100.000 m³/dia de biometano distribuído a aproximadamente 20 clientes, entre indústrias e operações logísticas. Somados os contratos já fechados para os próximos anos, o suprimento contratado alcançou cerca de 750.000 m³/dia provenientes de aproximadamente 15 plantas produtoras. Esses contratos reforçam a capacidade da Ultragaz de garantir previsibilidade e segurança energética para os clientes, enquanto estimulam o desenvolvimento de novos projetos de produção.
O volume comercializado acumulado desde o início da operação ultrapassou 28 milhões de m³, resultando na redução de 56 mil toneladas de CO₂e, considerando as metodologias aceitas no setor. Dependendo da aplicação, o biometano proporciona reduções que variam de 95% a até 99% nas emissões quando comparado ao diesel, com ganhos adicionais em poluentes locais (como NOx e material particulado).
Aplicação em frotas e desempenho logístico
Em 2025, a Ultragaz aprofundou sua atuação no segmento de frotas pesadas, instalando bases internas de abastecimento com tecnologia de compressão e descompressão de engenharia própria. Essas bases reduziram o tempo de abastecimento de cerca de 50 minutos (GNV) para aproximadamente 10 minutos, representando um ganho operacional relevante e ampliando a produtividade dos veículos. Esta tecnologia patenteada pela companhia permite, além de abastecimento rápido e seguro, aumento da autonomia dos cavalos com maior volume abastecido por operação, e, ainda consumindo menos da metade da energia em relação aos equipamentos convencionais. Atualmente abastecemos mais de 300 cavalos a gás de nossos clientes diariamente e a projeção é de evolução consistente.
A frota nacional de caminhões a gás permanece reduzida (cerca de 2 mil veículos em um universo de mais de 2,2 milhões), mas a Ultragaz teve papel ativo no avanço do tema ao atuar junto a montadoras, clientes e produtores para viabilizar projetos-piloto, mapear autonomia média (500–650 km) e preparar rotas para futuros corredores verdes.
Aplicação industrial e casos de destaque
A indústria foi outro vetor importante de crescimento em 2025. Um dos projetos de maior visibilidade foi a operação em uma grande multinacional alimentícia, cuja planta passou a utilizar biometano 100% em seus processos térmicos e na frota interna, atingindo redução de 85% das emissões, performance superior à meta global da empresa. Esse tipo de caso consolidou o biometano como alternativa de descarbonização acessível e de rápida implementação, especialmente para indústrias já usuárias de gás natural.
Comparação com diesel e GNV
Planos de expansão
A estratégia da Ultragaz para os próximos anos inclui:
Em 2025, a Ultragaz ampliou o acesso de empresas a um combustível renovável e de menor emissão, apoiando a redução da pegada de carbono de seus clientes e fortalecendo sua atuação como importante agente da transição energética no país. Ao unir capilaridade logística, tecnologia própria e contratos que dão previsibilidade ao suprimento, contribui para a expansão do mercado de biometano e para a adoção crescente dessa solução em diferentes setores.
A Scania desempenha um papel fundamental no desenvolvimento do mercado de gás e biometano no transporte pesado no Brasil. Com uma estratégia consistente, empresa investe fortemente na tecnologia, infraestrutura e no desenvolvimento de parcerias capaz de tornar possível a adoção do biocombustível em escala comercial. Desde a introdução dessa solução no mercado, em 2019, mais de 2 mil caminhões já foram comercializados, e a expectativa é alcançar mais 500 unidades em 2026.
A trajetória do Grupo CETRIC com o biogás é uma jornada de resiliência e engenharia própria que se confunde com a busca pela eficiência operacional. Tudo começou em 2005, com um motor Scania de operação manual para geração de energia elétrica. Na época, a planta em Chapecó (SC), localizada em um “fim de linha” da rede, sofria com quedas constantes de luz; o biogás foi a resposta técnica para garantir nossa estabilidade energética.
Com a maturidade do processo e a crescente instabilidade no preço do diesel, em 2019 decidimos dar um passo além: iniciamos a produção própria de biometano. O desafio foi aceito pelo nosso time interno, que adaptou cilindros e testou tecnologias híbridas em 15 caminhões da nossa frota. A prova de conceito tornou-se realidade em fevereiro de 2023, quando colocamos em rodagem o nosso primeiro caminhão 100% movido a biometano, operando diariamente a rota Chapecó/São Miguel do Oeste.
Atualmente, nossa frota já conta com 46 caminhões movidos a biometano, sustentados por uma planta de purificação em constante ampliação. O próximo grande marco é o projeto Rota Azul. Estamos transformando nossa unidade de transbordo em São Miguel na primeira estrutura de suporte logístico do projeto, com a instalação de reatores CSTR e lagoas de alta tecnologia. O objetivo é criar um ecossistema de abastecimento ao longo das rodovias (BRs), garantindo autonomia para nossa frota e oferecendo biometano para transportadoras parceiras.
Do motor manual de 2005 à descarbonização de frotas em larga escala, a CETRIC prova que o biogás não é apenas uma alternativa ambiental, mas o combustível da logística do futuro.
Grupo CETRIC: Da Gestão de Resíduos à Vanguarda da Mobilidade a Biometano
O Grupo CETRIC redefine o conceito de logística e saneamento ao operar sob a premissa de que o resíduo não é o fim de um processo, mas uma matéria-prima estratégica. Localizada em Chapecó (SC), a unidade consolidou um ecossistema de economia circular que une infraestrutura robusta à inteligência operacional, posicionando o biogás e o biometano como vetores centrais da descarbonização e da segurança energética.
A base da nossa transição energética reside em uma planta com capacidade instalada para gerar entre 45.000 e 50.000 metros cúbicos de biogás por dia. Este volume é fruto de um processo sofisticado de tratamento de efluentes líquidos e pastosos (incluindo o percolado de aterros e lodos industriais), que utiliza a biodigestão anaeróbia para converter carga orgânica em energia.
O diferencial tecnológico da CETRIC é o uso de dois reatores do tipo CSTR com mais cinco biodigestores de Lagoa coberta. Esta tecnologia de fluxo semicontínuo e temperatura controlada garante a estabilidade do processo metanogênico altamente sensível a oscilações e assegura teores de CH4 elevados. Atualmente, a unidade opera em regime de autossuficiência:
– Geração Elétrica: Consumo de 600 m³ de biogás, com uma produção que saltou de 1,9 milhão de kWh em 2022 para um patamar de 4,8 a 5,4 milhões de kWh nos últimos dois anos, atendendo a planta e comercializando o excedente via Geração Distribuída.
– Purificação: Entre 800 e 1.000 m³ de biogás são direcionados para a planta de purificação, resultando em até 400 m³ de biometano de alta pureza.
O que começou em 2019 com 15 veículos híbridos adaptados internamente evoluiu para uma das frotas a gás mais modernas do país. Entre 2024 e 2025, o Grupo incorporou 46 caminhões 100% movidos a biometano (Scania e Iveco).
Uma análise analítica do desempenho da frota em fevereiro de 2026 revela a viabilidade prática do modelo:
– Quilometragem percorrida: 222.484 km.
– Consumo de Biometano: 142.723 m³.
– Rendimento Médio: 1,56km/m³.
Este desempenho não apenas valida a tecnologia em rotas severas, como a ligação Chapecó – São Miguel do Oeste, mas comprova que a substituição do diesel é uma realidade técnica absoluta.
A transição para o biometano gera uma vantagem competitiva disruptiva. Enquanto o custo estimado para rodar com diesel seria de R$ 4,49/km, a operação com biometano da CETRIC atinge R$ 1,92/km. Esta redução de 57,18% no custo por quilômetro protege a companhia contra a volatilidade do petróleo e reduz drasticamente o custo operacional (OPEX).
No aspecto ambiental, os números de fevereiro de 2026 são contundentes: o uso de 145.699 m³ de biometano evitou a queima de litros de diesel. Isso representa uma operação com emissão zero de carbono fóssil, transformando o passivo ambiental dos clientes em combustível renovável que retorna às estradas.
O Grupo CETRIC não se limita à autossuficiência. O projeto Rota Azul é o plano de expansão para criar uma malha de abastecimento de biometano nos principais corredores logísticos do Sul do Brasil. A nova planta na unidade de São Miguel do Oeste recebeu um investimento estratégico (Capex) de R$15 milhões, com uma faturação estimada em R$ 26 milhões. A unidade contará com infraestrutura completa (reatores CSTR e lagoas) para abastecer a frota própria e vender biometano a transportadoras parceiras, replicando o modelo de sucesso de Chapecó.
A trajetória da CETRIC superando desafios como a morosidade das concessionárias de energia demonstra que o biogás é a rota mais eficiente para a soberania energética regional. Com uma frota pesada operando em alta performance e custos reduzidos pela metade, consolidamos o biometano não como uma alternativa futura, mas como o motor presente da economia circular brasileira.
O Grupo L’Oréal no Brasil implementou a primeira frota dedicada de caminhões movidos 100% a biometano no setor de bens de consumo no país, além de criar a primeira estação dedicada de abastecimento de biometano para logística corporativa na América Latina.
A inovação está na criação de um modelo integrado de logística sustentável, que substitui combustíveis fósseis por energia renovável produzida a partir de resíduos orgânicos urbanos, conectando logística, economia circular e transição energética.
Para viabilizar o projeto, o grupo estruturou um novo ecossistema de parceiros, incluindo Gás Verde, Scania e Reiter Log, além de colaborar com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no desenvolvimento da regulamentação necessária para o uso do biometano no transporte pesado.
O projeto também introduziu uma nova estrutura operacional, com frota dedicada, estação exclusiva de abastecimento e monitoramento de consumo e emissões em tempo real.
O projeto já apresenta resultados mensuráveis relevantes para o negócio e para a sustentabilidade. Dados de 2025:
-78% de redução nas emissões de CO₂eq por km em comparação ao diesel.
-Redução de aproximadamente 4.000 toneladas de CO₂eq por ano nas operações da do Grupo no País, sendo 2.000 tons de redução referente à aplicação como combustível na logística de distribuição de produtos e 2.000 tons de redução em substituição ao gás natural nos processos industriais.
-Contribuição para 10% de redução nas emissões de transporte da empresa no país.
-13 caminhões pesados movidos exclusivamente a biometano operando em rotas estratégicas.
-99% de entregas no prazo (OTD) para cargas completas no estado de São Paulo.
-85% de redução nos quilômetros rodados sem carga, aumentando eficiência logística.
-1,5% de compensação de custos logísticos já no primeiro ano, com maior previsibilidade em relação à volatilidade do diesel.
O projeto contribui para o desenvolvimento do mercado de biometano no Brasil ao demonstrar a viabilidade do uso desse combustível em logística de grande escala, estimulando investimentos em infraestrutura e acelerando a transição energética no setor de transportes.
A iniciativa também promove economia circular ao transformar resíduos orgânicos urbanos em combustível renovável, reduzindo emissões dos aterros sanitários e dando novo valor a resíduos que seriam descartados.
Do ponto de vista social, o projeto promove inclusão em um setor historicamente masculino. O posto de abastecimento dedicado opera com 100% de mulheres em situação de vulnerabilidade, enquanto cerca de 20% dos motoristas da frota são mulheres, ampliando oportunidades no setor logístico, tradicionalmente com predominância masculina.
Ao combinar descarbonização, eficiência logística e impacto social, o projeto se consolida como um modelo replicável para outras empresas e regiões, ampliando o impacto da inovação para além da operação da L’Oréal.
Nossa ambição é expandi-lo para além do estado de São Paulo, e já temos projetos em andamento para isso, considerando diversas regiões e estados do Brasil.
A Frimesa iniciou sua trajetória no uso de biogás por volta de 2019, com o objetivo de reduzir custos energéticos e impactos ambientais. A partir de 2021, implantou biodigestores, especialmente na unidade de Medianeira (PR), passando a aproveitar resíduos do processamento de suínos para gerar biogás. Esse gás passou a ser utilizado na própria indústria, substituindo combustíveis fósseis como o GLP, além de gerar biofertilizantes como subproduto. Com o tempo, a empresa ampliou o uso dessa tecnologia, reduzindo emissões, melhorando o tratamento de resíduos e ganhando destaque no setor, inclusive com premiações nacionais. Atualmente, o biogás faz parte da estratégia de sustentabilidade da Frimesa, que continua investindo em soluções como o biometano e outras formas de energia renovável
A Frimesa Cooperativa Central redefine o conceito de economia circular na agroindústria ao integrar sua planta de biodigestão diretamente ao fluxo produtivo do abatedouro de suínos em Medianeira-PR. A unidade utiliza como insumo substratos orgânicos complexos, extraídos por meio do processo de flotação físico-química do efluente industrial. Essa tecnologia permite concentrar resíduos de alta carga poluidora e transformá-los em um ativo energético de alta eficiência. Em 2025, a operação gerou mais de 1.000.000 m³ de biogás, demonstrando a robustez do sistema no tratamento de passivos ambientais.
A planta opera com dois reatores de tecnologia CSTR (Completely Stirred Tank Reactor), operantes desde 2021. Cada reator possui capacidade volumétrica de 3.400 m³, totalizando 6.800 m³ de volume reacional. O sistema é operado com um Tempo de Residência Hidráulica (TRH) de 25 dias, garantindo a estabilização biológica da matéria orgânica e a produção constante de metano a partir do lodo de flotação.
O diferencial disruptivo reside na aplicação térmica direta do biogás para a chamuscagem de 1,3 milhão de suínos em 2025, utilizando 100% de energia renovável nesta etapa. O projeto contou com um investimento de R$ 8,5 milhões, apresentando um payback de 3,5 anos. Este retorno é sustentado pela eficiência operacional e pela economia direta superior a R$ 2,5 milhões anuais através da substituição integral do GLP.
A substituição do combustível fóssil pelo biogás gera benefícios que transcendem a economia financeira:
Descarbonização da Cadeia: Redução drástica da pegada de carbono do produto final, elevando o valor agregado da carne suína no mercado internacional.
Segurança e Independência Energética: Mitigação de riscos logísticos e de flutuações de preços das commodities fósseis.
ESG e Reputação Institucional: Fortalecimento da imagem da cooperativa como líder em sustentabilidade real, gerando orgulho nos cooperados e confiança nos consumidores.
Saúde e Operação: A queima do biogás purificado no processo industrial é mais limpa, reduzindo emissões particuladas no ambiente de trabalho em comparação a gases fósseis menos refinados.
O efluente estabilizado é convertido em um biofertilizante de alto valor agronômico, rico em Nitrogênio, Fósforo e Potássio (NPK). O material é destinado a agricultores parceiros, fechando o ciclo da economia circular ao regenerar o solo e reduzir a dependência de fertilizantes químicos sintéticos.
A organização mantém estudos avançados para a recuperação do CO2 biogênico proveniente do biogás. A inovação disruptiva consiste na aplicação deste gás para a insensibilização de suínos, criando uma simbiose industrial onde o resíduo energético supre uma necessidade vital do bem-estar animal.
Com resultados comprovados e viabilidade financeira demonstrada, a unidade de Medianeira é um exemplo de excelência. Ao unir tecnologia de flotação, reatores CSTR e a substituição consciente de combustíveis fósseis, a Frimesa consolida-se como benchmark de inovação e responsabilidade ambiental no setor de biogás brasileiro.
A Copacol utiliza o biogás na Unidade de Produção de Leitões (UPL) de Carajás como parte de sua estratégia de sustentabilidade e gestão eficiente de resíduos. Nessa unidade, os dejetos suínos são direcionados para biodigestores, onde passam por um processo de decomposição anaeróbia que gera biogás. Esse gás é aproveitado para a geração de energia térmica e/ou elétrica utilizada na própria operação da unidade e também nas unidade de Formosa do Oeste, Central Santa Cruz e a UPD (Unidade de Produção de Desmamados), em Jesuítas. Esse gás é aproveitado para a geração de energia térmica e/ou elétrica utilizada na própria operação das unidades,reduzindo custos com energia e a dependência de fontes fósseis. Com essa iniciativa, a Copacol reduz impactos ambientais e reforça seu compromisso com a produção sustentável.
Implementada na UPL (Unidade de Produção de Leitões) da comunidade Carajá, em Jesuítas, a Usina de Biogás da Copacol consolidou-se como uma das primeiras do país a operar energia renovável em escala cooperativista integrada. A estrutura produz diariamente cerca de 20 megawatts/hora, volume suficiente para abastecer a UPL Carajá e também as unidades de Formosa do Oeste, Central Santa Cruz e a UPD (Unidade de Produção de Desmamados), em Jesuítas.
O sistema transforma resíduos orgânicos em energia, processando aproximadamente 15 mil toneladas por ano. Essa solução gera potencial econômico de mais de R$ 5 milhões anuais, ao mesmo tempo em que reduz a emissão de gases de efeito estufa, evita a contaminação do solo e da água e diminui a dependência de combustíveis fósseis, benefícios que reforçam o compromisso ambiental da Cooperativa. Somente em 2025, foram produziram 6.813.437 kilowatts, resultando em economia superior a R$ 6,46 milhões na conta de energia, a partir do reaproveitamento de resíduos orgânicos.
“Investir em energia renovável é uma forma de garantir a sustentabilidade das próximas gerações. Esse é o compromisso da Copacol: continuar buscando soluções sustentáveis que beneficiem tanto a Cooperativa quanto a comunidade”, ressalta o gerente de Meio Ambiente, Celso Brasil.
Na Fazenda Trevisan, através dos dejetos bovinos, extraímos biogás para geração de energia elétrica e térmica através de cogeração. Buscamos sistemas de alta confiabilidade, fácil operação e baixa manutenção, afim de operações de forma continua e viável toda planta de tratamento de efluentes e geração de energia elétrica e térmica. Nossos efluentes, após tratados são destinados para fertilização da lavoura, bem como os resíduos fibrosos, extraídos antes dos biodigestores, reduzindo de forma significativa o uso de adubação química.
Artagaro utiliza 100% dos dejetos das vacas para produção de fertilizante líquido, sólidos que são utilizados no processo de compostagem biológica, e gás para geração de energia, suprindo 15 a 20%% da demanda de energia elétrica para operação da pecuária leiteira da fazenda, evitando que esses resíduos vão para o meio ambiente, geando um passivo ambiental.
Artagaro utiliza 100% dos dejetos das vacas para produção de fertilizante líquido, sólidos que são utilizados no processo de compostagem biológica, e gás para geração de energia, suprindo 15 a 20%% da demanda de energia elétrica para operação da pecuária leiteira da fazenda, evitando que esses resíduos vão para o meio ambiente, geando um passivo ambiental.
A Coopenad é composta por 52 associados, todos suinocultores e avicultores. São coletados diariamente 180 m³ de dejetos de suínos e 10 t de cama de aves (a cama de aves, por não ter coleta ininterrupta é armazenada no galpão da unidade). Os diferentes dejetos são misturados, homogeneizados, a parte líquida é conduzida para os biodigestores e a sólida para a compostagem. O biogás gerado é utilizado na geração de energia elétrica – 3 motogeradores com capacidade para produzir 780 kwh. E para a secagem do fertilizante, onde o biogás é queimado em um queimador específico para geração de energia calorífica.
Com a implantação da COOPENAD, o passivo ambiental passou a ser convertido em energia limpa e insumos agrícolas de valor. A usina trata mais de 97% dos dejetos suínos e mais de 50% dos dejetos avícolas produzidos no município, eliminando odores, riscos de contaminação e proliferação de pragas. O aproveitamento do biogás evita a liberação de cerca de 7.500 m³ de metano por dia na atmosfera e gera, atualmente, em torno de 66000 kWh de energia elétrica/mês, enquanto a fábrica de fertilizantes está produzindo em torno de 600 toneladas mensais de adubo orgânico ou organomineral. Desta forma reduzindo custos produtivos e a dependência de insumos externos. Socialmente, o projeto criou 10 empregos diretos e 08 indiretos, eliminou conflitos comunitários causados pelo mau cheiro e fortaleceu a renda rural, com a distribuição de fertilizantes mais baratos, digestato gratuitamente, e pelo recolhimento dos dejetos sem custo para os cooperados.
Os 02 biodigestores existentes são de lagoa coberta, porém com dois agitadores robustos em cada um deles, e sistema de aquecimento dos dejetos (é utilizada a água quente dos radiadores dos motores para o aquecimento dos biodigestores). A capacidade de armazenamento dos dois biodigestores é de 7.700 m³.
Parte do digestato gerado é utilizado na compostagem da matéria orgânica. O excedente é devolvido parte para os associados (sempre que um caminhão vai buscar dejetos, se for do interesse do associado, ele leva digestato) e parte é fornecido gratuitamente para os demais produtores da região.
A Coopenad é detentora da marca BIOGRAN de fertilizantes. Esta devidamente registrada junto ao MAPA – Ministério da Agricultura e Pecuária – Nº EP: PR 004823-2.
E também tem Certificado de Crédito de Carbono Voluntário – emitido pelo Banco do Carbono – nº 3761705754800, e dispõe de selos emitidos pelo Instituto Agro Carbon (Code: ENC – 4200018), para seu fertilizante por ser considerada Empresa Neutra em Carbono.
A Coopenad teve seu case escolhido para participar de um Painel organizado pela OCB – Organização das Cooperativas do Brasil, na COP30. O projeto foi cadastrado junto a OCB pela Sicoob São Miguel, que é o principal financiador do empreendimento, e dentre vários foi um dos escolhidos para estar fisicamente, na COP30, apresentando o projeto, em razão de sua relevância ambiental, especialmente. A explanação ocorreu no dia 15 de novembro de 2025, no Salão Green Zone, no Espaço da OCB. O painel teve como tema: COOPERATIVAS E DESCARBONIZAÇÃO: PROTAGONISMO NA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA JUSTA.
Os principais benefícios gerados pela existência da Coopenad são imensuráveis, pois estão relacionados com qualidade de vida e bem-estar social. A eliminação quase total do armazenamento dos dejetos nas propriedades, diminuiu drasticamente os odores no local, além da redução sensível da presença de insetos. Referente a odores, que sempre foram um grande problema, quando da utilização dos dejetos como fertilizantes, com o uso do digestato foi totalmente sanado. A eliminação dos gases de efeito estufa (metano), conferem a toda a população um benefício intangível.
Referente ao fertilizante produzido, o grande diferencial deste, em relação a grande maioria dos fertilizantes organominerais é o fato do BIOGRAM ser “SEM CHEIRO”. Esta característica é conseguida pelo processo, bem conduzido, da compostagem, onde as matérias orgânicas permanecem nunca menos do que 45 dias em processo de compostagem realizado em galpões cobertos com revolvimento de todo o material diariamente.
A BGA Kohler está equipada com Tanque de Hidrólise 100m³, Biodigestor CSTR de 775m³ e um Biodigestor de Mistura Completa de 2.800m³ e Lagoa de Biofertilizante de 7.000m³. Geração de energia elétrica 75kw e usina de Biometano de purificação de 40m³ com membranas UBE. O Biodigestor CSTR é equipado com sistema de aquecimento, isolamento térmico, mastro e rede, olho mágico, sistema de retirada de lodo de fundo e agitação mecânica pesada. O Biodigestor de mistura completa é equipado com agitação mecânica pesada e sistema de retirada de lodo de fundo. A lagoa é equipada com agitação pesada e retirada de lodo de fundo. A estrutura está preparada para receber materiais com alto percentual de sólidos e alta carga orgânica. Recebemos e processamos diariamente 30 m³ de dejetos da suinocultura de terminação e creche e 1,5ton de Silagem de capiaçú e sorgo. A usina também está licenciada para o recebimento de resíduos agroindustriais.
Produzimos em média 1200m³ de biogás por dia. Com o Biogás produzimos em média 300m³/dia de biometano para abastecimento de frota de veículos de pequeno porte e um Caminhão Scânia 450 que é utilizado no transporte de granéis sólidos na região. Além do Biometano, produzimos em torno de 1.200kwh/dia de energia elétrica que é consumida em pisciculturas do grupo. Produzimos também o biofertilizante, a fração mais líquida é aplicada em áreas de capiaçú, sorgo e grama tifton 85 para fenação. Já o material mais denso é aplicado em áreas de agricultura mais distantes da usina. O diferencial da planta é a utilização das culturas energéticas (capiaçú e sorgo) na alimentação do Biodigestor e o sistema de purificação de biometano (Membrana).
A JBS, por meio de suas unidades da Friboi, tem implementado projetos estruturados de produção e aproveitamento energético de biogás a partir do tratamento de efluentes industriais gerados no processamento de bovinos. Essa iniciativa integra a estratégia corporativa de descarbonização e economia circular da companhia, transformando resíduos orgânicos do processo produtivo em fontes renováveis de energia e insumos agrícolas.
Os substratos utilizados na produção de biogás têm origem principalmente nos efluentes líquidos gerados no processo de abate e processamento de bovinos. Esses efluentes apresentam elevada carga orgânica, composta principalmente por proteínas, lipídios, sólidos suspensos e resíduos provenientes do conteúdo ruminal e do processamento de carnes. No processo convencional de tratamento de efluentes do frigorífico, esses resíduos passam por etapas de peneiramento, flotação e lagoas anaeróbicas, facultativas e de polimento. Durante a etapa anaeróbica ocorre naturalmente a formação de gases como metano (CH₄), dióxido de carbono (CO₂) e sulfeto de hidrogênio (H₂S). A implantação de biodigestores permite capturar e aproveitar esse biogás, evitando sua emissão direta para a atmosfera.
Nas unidades onde foram implantados sistemas de biodigestão, a tecnologia adotada é baseada em biodigestores do tipo lagoa anaeróbia coberta (Covered Anaerobic Lagoon – CAL), amplamente utilizados no tratamento de efluentes agroindustriais com elevada carga orgânica.O biogás produzido nesses sistemas é composto, em média, por 60% de metano (CH₄) e 40% de dióxido de carbono (CO₂), além de pequenas quantidades de outros gases como H₂S. Quando submetido a processos de purificação para remoção de CO₂ e contaminantes, o biogás pode ser convertido em biometano, combustível renovável com características semelhantes ao gás natural.
Atualmente, diversas unidades da Friboi possuem biodigestores em operação, com capacidades de geração que variam entre aproximadamente 5.000 e 20.000 Nm³ de biogás por dia, dependendo da unidade e do volume de efluentes tratados. Entre as unidades com sistemas instalados destacam-se Lins (SP), Mozarlândia (GO), Campo Grande (MS), Ituiutaba (MG), Barra do Garças (MT), Naviraí (MS) e Vilhena (RO). Somados, esses projetos representam investimentos superiores a R$ 54 milhões e proporcionam uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa associadas ao tratamento de efluentes industriais.
O biogás capturado pode receber diferentes aplicações energéticas dentro das operações da companhia. Uma das principais aplicações é a geração de energia elétrica por meio de motores geradores alimentados por biogás. Em algumas unidades, como Ituiutaba (MG) e Andradina (SP), essa energia é utilizada para complementar a demanda energética da planta ou para geração distribuída para ser utilizada nas lojas da parceira SWIFT do próprio grupo J&F. Sistemas com capacidade instalada de até 2 MW já foram implantados, permitindo a produção de centenas de milhares de kWh por mês.
Outra aplicação relevante é a produção de biometano, obtida por meio da purificação do biogás. Na unidade de Campo Grande II (MS), por exemplo, uma planta de purificação possui capacidade de processar até 10.000 Nm³ de biogás por dia, convertendo aproximadamente 6.500 Nm³/d em biometano utilizado para substituir gás natural de origem fóssil nas operações industriais.
Do ponto de vista tecnológico e de modelo de negócio, os projetos de biogás da JBS Friboi representam uma integração entre tratamento ambiental, geração de energia renovável e redução de emissões de carbono. Além da geração de energia para consumo próprio, a empresa avalia oportunidades de expansão para novos usos do biogás, como substituição de combustíveis fósseis em caldeiras, comercialização de biometano para concessionárias de gás e potencial geração de créditos de carbono. Esse modelo transforma o tratamento de efluentes industriais em uma plataforma estratégica de produção de energia renovável e valorização de resíduos orgânicos.
A Frimesa Cooperativa Central redefine o conceito de economia circular na agroindústria ao integrar sua planta de biodigestão diretamente ao fluxo produtivo do abatedouro de suínos em Medianeira-PR. A unidade utiliza como insumo substratos orgânicos complexos, extraídos por meio do processo de flotação físico-química do efluente industrial. Essa tecnologia permite concentrar resíduos de alta carga poluidora e transformá-los em um ativo energético de alta eficiência. Em 2025, a operação gerou mais de 1.000.000 m³ de biogás, demonstrando a robustez do sistema no tratamento de passivos ambientais.
A planta opera com dois reatores de tecnologia CSTR (Completely Stirred Tank Reactor), operantes desde 2021. Cada reator possui capacidade volumétrica de 3.400 m³, totalizando 6.800 m³ de volume reacional. O sistema é operado com um Tempo de Residência Hidráulica (TRH) de 25 dias, garantindo a estabilização biológica da matéria orgânica e a produção constante de metano a partir do lodo de flotação.
O diferencial disruptivo reside na aplicação térmica direta do biogás para a chamuscagem de 1,3 milhão de suínos em 2025, utilizando 100% de energia renovável nesta etapa. O projeto contou com um investimento de R$ 8,5 milhões, apresentando um payback de 3,5 anos. Este retorno é sustentado pela eficiência operacional e pela economia direta superior a R$ 2,5 milhões anuais através da substituição integral do GLP.
A substituição do combustível fóssil pelo biogás gera benefícios que transcendem a economia financeira:
Descarbonização da Cadeia: Redução drástica da pegada de carbono do produto final, elevando o valor agregado da carne suína no mercado internacional.
Segurança e Independência Energética: Mitigação de riscos logísticos e de flutuações de preços das commodities fósseis.
ESG e Reputação Institucional: Fortalecimento da imagem da cooperativa como líder em sustentabilidade real, gerando orgulho nos cooperados e confiança nos consumidores.
Saúde e Operação: A queima do biogás purificado no processo industrial é mais limpa, reduzindo emissões particuladas no ambiente de trabalho em comparação a gases fósseis menos refinados.
O efluente estabilizado é convertido em um biofertilizante de alto valor agronômico, rico em Nitrogênio, Fósforo e Potássio (NPK). O material é destinado a agricultores parceiros, fechando o ciclo da economia circular ao regenerar o solo e reduzir a dependência de fertilizantes químicos sintéticos.
A organização mantém estudos avançados para a recuperação do CO2 biogênico proveniente do biogás. A inovação disruptiva consiste na aplicação deste gás para a insensibilização de suínos, criando uma simbiose industrial onde o resíduo energético supre uma necessidade vital do bem-estar animal.
Com resultados comprovados e viabilidade financeira demonstrada, a unidade de Medianeira é um exemplo de excelência. Ao unir tecnologia de flotação, reatores CSTR e a substituição consciente de combustíveis fósseis, a Frimesa consolida-se como benchmark de inovação e responsabilidade ambiental no setor de biogás brasileiro.
Implementada na UPL (Unidade de Produção de Leitões) da comunidade Carajá, em Jesuítas, a Usina de Biogás da Copacol consolidou-se como uma das primeiras do país a operar energia renovável em escala cooperativista integrada. A estrutura produz diariamente cerca de 20 megawatts/hora, volume suficiente para abastecer a UPL Carajá e também as unidades de Formosa do Oeste, Central Santa Cruz e a UPD (Unidade de Produção de Desmamados), em Jesuítas.
O sistema transforma resíduos orgânicos em energia, processando aproximadamente 15 mil toneladas por ano. Essa solução gera potencial econômico de mais de R$ 5 milhões anuais, ao mesmo tempo em que reduz a emissão de gases de efeito estufa, evita a contaminação do solo e da água e diminui a dependência de combustíveis fósseis, benefícios que reforçam o compromisso ambiental da Cooperativa. Somente em 2025, foram produziram 6.813.437 kilowatts, resultando em economia superior a R$ 6,46 milhões na conta de energia, a partir do reaproveitamento de resíduos orgânicos.
“Investir em energia renovável é uma forma de garantir a sustentabilidade das próximas gerações. Esse é o compromisso da Copacol: continuar buscando soluções sustentáveis que beneficiem tanto a Cooperativa quanto a comunidade”, ressalta o gerente de Meio Ambiente, Celso Brasil.
A Geo Bio Gas & Carbon é uma empresa brasileira dedicada ao desenvolvimento, implantação e operação de projetos de biogás e biometano, com foco na transformação de resíduos orgânicos em energia renovável e insumos agrícolas. A companhia atua como plataforma tecnológica voltada à produção de hidrocarbonetos verdes, promovendo soluções que integram sustentabilidade, eficiência energética e inovação tecnológica. Atualmente, a empresa possui plantas em operação e projetos em desenvolvimento nos estados do Paraná e São Paulo e a Geo Tamboara é a primeira em escala industrial
Origem e tipos de substratos utilizados
As plantas desenvolvidas pela empresa utilizam como principal matéria-prima resíduos orgânicos provenientes do agronegócio, especialmente subprodutos do setor sucroenergético, como resíduos da cana-de-açúcar. Esses materiais incluem correntes orgânicas residuais que, em vez de serem descartadas, são destinadas ao processo de biodigestão para geração de energia renovável.
Uso energético do biogás
O biogás produzido nas plantas pode ser utilizado para diferentes aplicações energéticas. Uma das principais rotas é a purificação do biogás para produção de biometano, combustível renovável capaz de substituir combustíveis fósseis em diversos setores, como transporte, geração de energia e processos industriais.
A empresa também explora rotas tecnológicas avançadas para utilização do biogás na produção de energia.
Destino do digestato e produção de biofertilizante
Após o processo de biodigestão, o material residual conhecido como digestato é processado e utilizado como biofertilizante agrícola para as empresas parceiras e JV. Esse produto é rico em nutrientes e contribui para a fertilidade do solo, podendo substituir fertilizantes químicos convencionais.
O uso de biofertilizantes provenientes da biodigestão também contribui para o aumento da produtividade agrícola, podendo elevar a produção em até 20%, além de melhorar a saúde do solo e fechar o ciclo de nutrientes da biomassa utilizada no processo.
Inovações tecnológicas e modelo de negócio
Um dos diferenciais da empresa é a integração de toda a cadeia de valor da biomassa, desde a análise e gestão das matérias-primas até a geração de energia e comercialização dos produtos energéticos. A empresa também desenvolve soluções digitais e operacionais para gestão da cadeia do biogás, além de iniciativas de pesquisa, capacitação e inovação tecnológica.
A Usina Termoelétrica a Biogás (UTB) de Ponta Grossa, localizada no estado do Paraná, representa uma iniciativa inovadora no aproveitamento energético de resíduos orgânicos urbanos por meio da produção de biogás. Inaugurada em 2021 e operada pela Empresa Ponta Grossa Ambiental (PGA), a unidade integra a gestão municipal de resíduos sólidos com a geração de energia renovável, promovendo sustentabilidade ambiental, eficiência energética e economia para o município.
A planta utiliza como principal substrato resíduos orgânicos provenientes da coleta seletiva municipal, incluindo restos de alimentos, resíduos de hortifrútis, óleos de cozinha usados e outros materiais orgânicos gerados em estabelecimentos comerciais e institucionais. Esses resíduos são coletados e transportados até a usina, inclusive com o apoio de um caminhão 100% elétrico, reforçando o caráter sustentável do projeto.
A unidade possui capacidade de processamento de até 30 toneladas de resíduos orgânicos por dia, o que contribui significativamente para reduzir a quantidade de resíduos destinados a aterros sanitários e para prolongar sua vida útil. Após a chegada à planta, os resíduos passam por um processo inicial de recepção e triagem em um galpão fechado, onde ocorre a separação de contaminantes como plásticos, metais e outros materiais indesejados. Essa etapa garante maior eficiência no processo biológico subsequente e melhora a qualidade do substrato destinado à biodigestão.
O tratamento da matéria orgânica ocorre por meio da biodigestão anaeróbia, processo biológico no qual microrganismos degradam a matéria orgânica na ausência de oxigênio, produzindo biogás rico em metano. A planta conta com dois biodigestores do tipo CSTR (Continuous Stirred Tank Reactor) com capacidade de 1.000 m³ cada, garantindo mistura homogênea do substrato e condições adequadas para a atividade microbiológica. Durante esse processo ocorre a conversão da matéria orgânica em biogás e digestato.
O biogás gerado é direcionado para um sistema de aproveitamento energético composto por motogeradores, nos quais o gás é utilizado como combustível para a produção de energia elétrica. A usina possui potência instalada de aproximadamente 520 kW. Atualmente estamos produzindo aproximadamente 82.267 KWh/mês. A eletricidade gerada é injetada na rede da concessionária local e utilizada pela prefeitura por meio de um sistema de geração distribuída, contribuindo para suprir parte do consumo energético de prédios públicos da cidade, atualmente são aproximadamente 50 estabelecimentos.
Além da produção de energia, o processo de biodigestão gera um subproduto importante: o digestato, material rico em nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio. Esse material pode ser utilizado como biofertilizante em atividades de paisagismo urbano e em aplicações agrícolas, promovendo o reaproveitamento de nutrientes e contribuindo para a economia circular na gestão de resíduos.
A usina apresenta diversas inovações tecnológicas e de modelo de gestão que a destacam no setor de biogás no Brasil. Entre elas está a integração entre coleta seletiva de resíduos orgânicos, biodigestão anaeróbia e geração distribuída de energia elétrica para o próprio município. O uso de um caminhão elétrico para coleta dos resíduos, abastecido pela energia produzida na própria planta, demonstra uma abordagem sistêmica de sustentabilidade e redução de emissões de gases de efeito estufa.
Outro aspecto relevante é o modelo de gestão integrado entre poder público e concessionária de serviços ambientais, que permite transformar um passivo ambiental — os resíduos orgânicos urbanos — em um ativo energético e econômico. A energia produzida contribui para reduzir custos operacionais do município e fortalecer políticas públicas voltadas à transição energética e à gestão sustentável de resíduos.
Dessa forma, a Usina Termoelétrica a Biogás de Ponta Grossa se destaca como um exemplo de inovação, eficiência e boas práticas na biodigestão e no aproveitamento energético do biogás. O projeto demonstra como a integração entre gestão de resíduos, tecnologia de biodigestão e geração de energia renovável pode promover benefícios ambientais, econômicos e sociais, alinhando-se plenamente aos objetivos de reconhecimento de iniciativas inovadoras no setor de biogás.
A GNR Fortaleza consolidou-se como um projeto pioneiro e inovador na produção de biometano na região Nordeste do Brasil. Inaugurada em dezembro de 2017, a usina realiza a captação e o tratamento do biogás gerado a partir das cerca de 5.000 toneladas diárias de resíduos sólidos urbanos provenientes da Região Metropolitana de Fortaleza, destinadas ao Aterro Sanitário localizado no município de Caucaia, no estado do Ceará.
Com capacidade de produzir até 110 mil m³ de biometano por dia, a GNR Fortaleza representa um importante marco na expansão do uso de combustíveis renováveis no país. A escala de produção e a eficiência operacional da planta reforçam sua relevância no fornecimento de energia limpa, contribuindo diretamente para o avanço da transição energética no Brasil.
Fruto da parceria entre a MDC Energia, empresa atuante nos setores de gás e energia renovável, e a Marquise Ambiental, referência no mercado de serviços e soluções ambientais, a GNR Fortaleza foi a primeira usina do Brasil a injetar integralmente sua produção de biometano na rede de distribuição de gás, sendo atualmente responsável por quase 20% do consumo de gás natural no estado do Ceará. Além disso, foi a primeira planta de biometano registrada no programa Renovabio e possui a maior nota de eficiência energético-ambiental entre as usinas de biometano cadastradas no programa, reforçando seu protagonismo na produção sustentável de energia.
A planta também possui certificação junto à UNFCCC, evitando a emissão de aproximadamente 500 mil toneladas de CO₂ equivalente por ano. Esse resultado evidencia sua contribuição significativa para a redução das emissões de metano e para o enfrentamento das mudanças climáticas.
Além dos benefícios ambientais, a GNR Fortaleza mantém um forte compromisso com a saúde e bem-estar de seus colaboradores e pelo desenvolvimento de projetos sociais nas comunidades do entorno. Desde 2021, a usina promove a educação e a inclusão social por meio da Escola Novo Destino, beneficiando 90 crianças e, mais recentemente, inaugurou um projeto de música no qual oferta aulas aprendizagem orquestral para mais de 60 crianças, fomentando o acesso à arte, cultura e fortalecendo seu cuidado com o desenvolvimento sustentável da região.
Por meio de seu modelo de produção e da comercialização do biometano via injeção na rede de distribuição, a GNR Fortaleza se consolida como um exemplo concreto de inovação e sustentabilidade no setor energético. O projeto demonstra como soluções tecnológicas e parcerias estratégicas podem transformar resíduos em energia limpa, reforçando o seu papel na transição energética do país.
Referência em inovação e economia circular, a ETE Belém – Biogás utiliza tecnologia de ponta para a codigestão em escala industrial de lodo de esgoto e resíduos orgânicos de grandes geradores, convertendo simultaneamente passivos ambientais em biogás para a produção de até 2,8 MW de energia limpa e renovável. Sob gestão total da Sanepar ao longo de 2025, a unidade representa a vanguarda do saneamento ao transformar resíduos em ativos energéticos e créditos de energia elétrica, utilizando calor recuperado para otimizar o processo biológico e maximizar a eficiência operacional.
A ETE Belém – Biogás, também referida como USBioenergia ou USBio, consolidou-se ao longo de 2025 como uma unidade de referência em codigestão em escala industrial, operando como um centro de tecnologia avançada para a valorização de substratos orgânicos e geração de energia renovável. A unidade possui capacidade técnica para processar simultaneamente 900 m³/dia de lodo de esgoto proveniente da ETE Belém e 150 toneladas/dia de resíduos orgânicos de grandes geradores. Com um desempenho operacional otimizado, a produção diária de biogás já atingiu patamares da ordem de 18.000 Nm³/dia, resultado de um sistema composto por dois biodigestores de 5.000 m³ cada e uma robusta infraestrutura de pós-digestão que assegura a completa estabilização e o aproveitamento do potencial energético dos materiais.
A unidade é gerida pela Companhia de Saneamento do Paraná – Sanepar, uma empresa de economia mista de capital aberto, controlada pelo Estado do Paraná. A planta é a concretização de diretrizes corporativas que incentivam a destinação de resíduos dentro de projetos de menor impacto ambiental, em total sintonia com os preceitos das economias circular e de baixo carbono. Sob esta governança, a unidade promove a recuperação energética de volumes massivos de lodo e resíduos orgânicos, que encontram na planta uma destinação nobre e tecnicamente superior à disposição em aterros sanitários.
Um dos pilares de excelência da ETE Belém – Biogás é o seu recente nível de automação e controle. A planta dispõe de um sistema supervisório dedicado que monitora, em tempo real, todas as etapas do processo de biodigestão. Essa tecnologia permite ajustes acurados nas variáveis biológicas, garantindo a estabilidade do sistema mesmo com a flutuação na qualidade dos substratos recebidos, como gorduras, lodos industriais e resíduos provenientes do CEASA. Para assegurar a alta eficiência e a integridade dos equipamentos, o biogás é submetido a rigorosos processos de tratamento, incluindo microaeração, biodessulfurização e secagem do gás.
A recuperação térmica desempenha um papel fundamental na eficiência global da planta. O calor gerado pela operação dos motores é reaproveitado para a estabilização térmica dos biodigestores, otimizando o processo fermentativo e a produtividade de biogás. A conversão energética ocorre em dois grupos motogeradores de alto rendimento, com potência elétrica instalada total de 2,8 MW. A energia elétrica gerada supre integralmente a demanda interna da planta de codigestão, garantindo sua autossuficiência. O excedente é injetado na rede elétrica via autoconsumo remoto, gerando créditos que são distribuídos para mais de 50 unidades consumidoras da própria Sanepar, o que resultou em uma redução de custos operacionais superior a R$ 5 milhões somente no ano de 2025.
O modelo de negócio da unidade é inovador e pautado na integração com o mercado. Por meio de um edital de credenciamento ativo, a planta recebe resíduos de indústrias e prestadores de serviço, transformando passivos ambientais em fontes de energia limpa. Diferenciando-se de modelos convencionais, o digestato residual da unidade é destinado ao coprocessamento em cimenteiras, oferecendo uma solução industrial segura e sustentável que fecha o ciclo de vida dos materiais com rigoroso critério técnico.
Com planos de expansão já traçados para elevar a recepção de lodo para 1.700 m³/dia nos próximos anos, a ETE Belém – Biogás reafirma sua posição na vanguarda do saneamento brasileiro. A unidade demonstra que é possível aliar eficiência operacional, tecnologia de controle de ponta e viabilidade econômica para entregar resultados ambientais concretos, consolidando-se como uma verdadeira vitrine de inovação, novos negócios e sustentabilidade.
Fruto de uma joint venture entre a Asja e a GBio Energia, os projetos têm como objetivo transformar o biogás proveniente do aterro sanitário CTR Macaúbas em biometano. Esse empreendimento nasce de um desafio ambiental comum às grandes cidades: o destino dos resíduos sólidos urbanos que, quando corretamente tratados em aterros sanitários, produzem biogás. A partir de um processo de purificação avançado, esse biogás é convertido em biometano — um combustível renovável capaz de substituir, de forma equivalente, combustíveis fósseis como o diesel e o gás natural.
As plantas da CH4 e GA tratam de um ciclo virtuoso que une inovação tecnológica, ganhos econômicos e impactos sociais positivos, reafirmando o papel dos projetos como referência na transição energética e na construção de um futuro sustentável. Somadas, as duas plantas terão capacidade para produzir até 108 mil Nm³ diários de biometano. Essa escala coloca Sabará entre os maiores polos de produção de biometano do Brasil.
A tecnologia escolhida para o processamento é o Vacuum Pressure SwingAdsorption (VPSA) de estágio duplo, também conhecido como PSA Duplo. Trata-se de um sistema avançado de purificação que garante biometano com pureza superior a 95%, atendendo integralmente às especificações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Após o processamento, o biometano será comprimido e preparado para transporte em caminhões-feixe (carretas especializadas), que possibilitam a entrega flexível a diferentes clientes, mesmo em regiões ainda não integradas à rede de gasodutos. Essa logística amplia o alcance do combustível renovável produzido em Sabará, permitindo atender indústrias e consumidores diversos em Minas Gerais.
Esse volume energético pode ser traduzido em benefícios práticos:
equivale a abastecer aproximadamente 14 mil famílias por ano ou substituir mais de 600 milhões de litros de gasolina equivalente por ano. No setor de transporte pesado, essa substituição representa não apenas uma economia financeira, mas também uma redução expressiva das emissões, com ganhos diretos para a qualidade do ar e a saúde pública.
Os benefícios das usinas vão além do impacto ambiental imediato. Do ponto de vista econômico, os empreendimentos representam um investimento aproximado de R$ 220 milhões, fomentando a criação de até 500 empregos diretos e indiretos durante as fases de implantação e operação. Para a região de Sabará, isso significa movimentar a economia local, gerar renda e consolidar o município como polo de referência em bioenergia.
Do ponto de vista ambiental, os ganhos são claros. A produção de biometano evita a emissão de gases de efeito estufa e contribui para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os ODS 7 (Energia Limpa e Acessível), ODS 11 (Cidades Sustentáveis) e ODS 13 (Ação Climática). Além disso, a emissão de Créditos de Descarbonização (CBIOs) e Certificados de Garantia de Origem de Biometano (CGOBs) associados ao biometano reforça a integração do projeto às políticas nacionais de biocombustíveis.
No aspecto social, o projeto reafirma a importância da energia limpa como instrumento de inclusão e desenvolvimento. O uso do biometano em substituição ao diesel em frotas urbanas, por exemplo, contribui para melhorar a qualidade do ar nas cidades, com impactos diretos sobre a saúde da população. Além disso, ao transformar resíduos em energia, o projeto estimula uma cultura de sustentabilidade e inovação, reforçando o papel de Minas Gerais na vanguarda da transição energética brasileira.
As usinas CH4 Energia e GA Energia são muito mais do que empreendimentos de produção de combustível: representam um novo paradigma na forma de lidar com resíduos, energia e clima. Ao integrar a gestão sustentável de resíduos sólidos urbanos à produção de biometano em escala industrial, o projeto se posiciona na vanguarda da descarbonização e da economia circular. Com a produção diária de até 108 mil Nm³ de biometano, Sabará se transforma em referência nacional, contribuindo de maneira efetiva para a transição energética justa,
inclusiva e sustentável.
A parceria entre Asja e GBio Energia demonstra que inovação tecnológica, compromisso ambiental e visão estratégica podem caminhar juntos, gerando valor econômico e benefícios concretos para a sociedade e para o planeta.
Em 2025, a Brasuma ampliou sua contribuição ao setor de biogás no Brasil por meio do fornecimento de tecnologias estratégicas para eficiência operacional e sustentabilidade dos projetos.
Ao representar a SUMA Rührtechnik GmbH, a empresa forneceu soluções de agitação de alto desempenho para diferentes tipos de substratos e configurações de plantas, contribuindo diretamente para maior homogeneização, estabilidade do processo biológico e melhor aproveitamento energético. A eficiência na agitação impacta diretamente na produtividade do biodigestor, na redução de consumo energético e na longevidade dos sistemas — fatores essenciais para a viabilidade econômica dos projetos.
Paralelamente, com as soluções da Membrane Systems Europe, a Brasuma apoiou projetos com sistemas seguros e confiáveis de armazenamento de biogás, etapa fundamental para estabilidade operacional e aproveitamento energético adequado.
Em 2025, a empresa também ampliou suas parcerias no fornecimento de serviços, fortalecendo sua capacidade de atendimento em instalações, manutenções e comissionamentos em todo o território nacional. Essa expansão permitiu uma atuação ainda mais profissionalizada, ágil e estruturada, garantindo suporte técnico qualificado aos clientes em diferentes regiões do Brasil.
Além disso, a Brasuma investiu na ampliação de seu espaço interno e estrutura operacional, possibilitando maior disponibilidade de equipamentos e peças sobressalentes à pronta entrega, além de otimizar processos de produção e conserto. Essa evolução reforça o compromisso com rapidez no atendimento, redução de tempo de parada e maior confiabilidade para as plantas de biogás.
Durante o ano, a empresa também intensificou seu suporte técnico desde as fases iniciais dos projetos, oferecendo dimensionamentos, análises e orientações personalizadas. Esse acompanhamento contribuiu para que plantas novas e em expansão adotassem soluções mais eficientes e alinhadas às melhores práticas internacionais.
Ao apoiar projetos que transformam resíduos orgânicos em energia renovável, a Brasuma contribuiu diretamente para:
– a gestão adequada de resíduos,
– a redução de emissões de gases de efeito estufa,
– o fortalecimento da economia circular,
– e o avanço da transição energética no país.
Sua atuação em 2025 reforça o compromisso com eficiência, inovação e sustentabilidade, colaborando para que o biogás ocupe um papel cada vez mais estratégico na matriz energética brasileira.
Em 2025, a Óxido de Ferro Rio Acima Ltda. consolidou sua atuação como fornecedora estratégica de soluções nacionais para o tratamento de biogás, contribuindo diretamente para a descarbonização da matriz energética brasileira, para a economia circular e para a gestão ambientalmente adequada de resíduos orgânicos.
O principal foco da empresa no ano foi a ampliação de escala, aplicação industrial e inserção comercial dos produtos IRON-OX e ENVIRON-OX, desenvolvidos a partir de hidróxidos e óxidos de ferro naturais extraídos e beneficiados em Minas Gerais. Os produtos são destinados à remoção de H₂S do biogás, etapa essencial para viabilizar a geração de energia elétrica, térmica ou a produção de biometano com segurança operacional e menor impacto ambiental.
Ao longo de 2025, a empresa atuou em três frentes principais:
Foram formalizadas e fortalecidas parcerias estratégicas com operadores e integradores de plantas de biogás de diferentes portes, abrangendo os setores de saneamento, agroindústria e valorização de resíduos orgânicos. Essas colaborações permitiram ampliação da inserção do IRON-OX e ENVIRON-OX no mercado nacional.
Os produtos apresentaram desempenho técnico compatível com soluções amplamente utilizadas, consolidando seu posicionamento competitivo por meio de diferenciais como menor custo, segurança operacional e redução da exposição cambial.
A empresa intensificou sua atuação como elo estratégico entre mineração sustentável e geração de energia renovável. Ao transformar um mineral abundante no Brasil em solução ambiental para purificação do biogás, promove agregação de valor local, geração de empregos e redução da dependência tecnológica externa.
Em 2025, a empresa atuou como coexecutora em projetos de pesquisa e desenvolvimento voltados ao aprimoramento de adsorventes para biogás, contribuindo com o fornecimento de matéria-prima; infraestrutura fabril para testes em escala piloto e industrial; equipe técnica especializada; validação junto a usuários finais (plantas de biogás e biometano). A parceria com a Brandt Meio Ambiente foi fundamental para conectar desenvolvimento tecnológico à aplicação prática em campo, reduzindo o tempo entre pesquisa e mercado.
Por fim, a atuação da empresa em 2025 contribuiu diretamente para:
Com raízes em uma tradição mineral centenária e visão voltada à inovação ambiental, a Óxido de Ferro Rio Acima consolidou, em 2025, seu posicionamento como agente ativo na estruturação de uma cadeia de biogás mais sustentável, competitiva e nacionalizada.
Em 2025, a Regera avançou na consolidação de soluções de biogás, biometano e valorização de resíduos no Brasil. Destaca-se o avanço da Unidade Regera Ouro Verde, dedicada à codigestão de resíduos agroindustriais, com capacidade para receber 413 t/dia e produzir cerca de 13.200 m³ de biogás, destinados à geração distribuída de energia e biometano, além da recuperação agronômica do digestato. A empresa também firmou parceria com a Agrindus, um dos maiores produtores de leite do país, e obteve autorização da ANP para investir R$ 15 milhões em nova planta de biometano em Descalvado (SP). No mesmo período, expandiu a Reager com a aquisição da Vitória Fertilizantes, iniciando a produção do Equale Phos, fertilizante organofosfatado de alta performance.
Ao longo de 2025, a 3DI Biogás consolidou sua atuação como uma empresa brasileira de engenharia e tecnologia voltada ao desenvolvimento de soluções para produção, purificação e aproveitamento energético do biogás e do biometano. Atuando de forma integrada em diferentes etapas da cadeia do biogás, a empresa dedicou-se ao desenvolvimento e implantação de projetos voltados à valorização energética de resíduos orgânicos, contribuindo diretamente para a descarbonização da matriz energética, para o fortalecimento da economia circular e para a transição energética no Brasil.
Durante o período, a empresa intensificou suas atividades no desenvolvimento de projetos de engenharia, fabricação de máquinas e equipamentos, implantação de sistemas industriais e integração tecnológica para unidades de produção e purificação de biogás. Esses projetos foram direcionados principalmente a setores com grande potencial de geração de resíduos orgânicos, como agroindústrias, cooperativas agropecuárias, indústrias de alimentos e bebidas e iniciativas ligadas ao saneamento. A atuação da empresa teve como foco a transformação desses resíduos em fontes de energia renovável, promovendo soluções que agregam valor ambiental, energético e econômico às cadeias produtivas.
Entre as principais frentes de atuação, a 3DI Biogás avançou no desenvolvimento e na aplicação de tecnologias de purificação e upgrading de biogás, permitindo a produção de biometano com alto grau de pureza. Esse biometano pode ser utilizado como combustível renovável em processos industriais, geração de energia ou substituição do gás natural de origem fóssil, contribuindo para a redução de emissões de gases de efeito estufa e para a diversificação da matriz energética brasileira.
Outro aspecto relevante da atuação da empresa em 2025 foi o fortalecimento de soluções modulares e escaláveis para unidades de produção de biogás e biometano, permitindo que projetos sejam adaptados a diferentes realidades produtivas. Essa abordagem amplia as possibilidades de aproveitamento energético de resíduos orgânicos, tornando viável a implementação de projetos tanto em unidades de menor escala quanto em complexos industriais de maior porte.
Além do desenvolvimento tecnológico e da execução de projetos, a empresa também contribuiu para o avanço do setor por meio da disseminação de conhecimento técnico, participação em iniciativas de inovação e colaboração com parceiros do ecossistema de energia renovável e biogás. Essas ações reforçam o compromisso da organização com o crescimento estruturado e sustentável do setor no país.
Em 2025, a trajetória da empresa também foi marcada por um importante movimento estratégico: a integração da 3DI Biogás ao Pietro Fiorentini Group, grupo industrial italiano com presença global e reconhecida liderança em soluções para os setores de gás natural, hidrogênio e biometano. Essa integração fortalece o acesso a tecnologias avançadas, amplia as capacidades de engenharia e possibilita a expansão de soluções voltadas ao mercado de biogás e biometano na América Latina.
Combinando engenharia especializada, desenvolvimento tecnológico e integração com um grupo global, a 3DI Biogás segue contribuindo para a expansão do mercado de biogás no Brasil, promovendo a valorização de resíduos, a geração de energia renovável e o avanço de soluções alinhadas aos princípios da sustentabilidade, da proteção ambiental e da economia circular.
Tiago é Engenheiro Ambiental com especialização MBA em Gestão Econômica e Financeira em Projetos. Atua como CEO da Clean Energy BR desde 2020, tenho me dedicado a promover soluções sustentáveis em biogás, biometano e créditos de carbono. Com mais de cinco anos de experiência, meu trabalho se concentra no desenvolvimento de projetos, estudos de viabilidade, instalações de redes de gás e gestão de aterros sanitários, contribuindo para o setor de energias renováveis no Brasil.
Minha trajetória profissional reflete um compromisso com a energia limpa, com expertise em geração de energia renovável, operação de aterros sanitários e projetos de créditos de carbono. Priorizo a colaboração, a inovação e o planejamento estratégico para impulsionar iniciativas ambientais impactantes e fomentar práticas sustentáveis em consonância com as metas globais de sustentabilidade.
Em 2025, atuei de forma estratégica e integrada no desenvolvimento do setor de biogás no Brasil, com foco especial em projetos de biogás e biometano oriundos de aterros sanitários. À frente da Clean Energy BR, concentrei esforços na estruturação técnica, econômico-financeira e regulatória de empreendimentos, apoiando investidores, operadores de aterros e desenvolvedores na transformação de resíduos sólidos urbanos em ativos energéticos e ambientais de alto valor.
Ao longo do ano, participei ativamente de projetos em diferentes estágios — desde estudos de viabilidade e due diligences técnicas até apoio em fases de start-up e otimização operacional. Esse trabalho contribuiu para reduzir riscos de implantação, melhorar a eficiência de captura de biogás e acelerar a entrada de novas plantas no mercado de energia e combustível renovável. Destaco a atuação em diagnósticos técnicos de sistemas de captação, avaliação de qualidade do biogás para produção de biometano e revisão de premissas de modelagem, sempre buscando maior robustez e bancabilidade aos projetos.
Em paralelo, dediquei-me ao fortalecimento do mercado por meio de assessoria a investidores nacionais e internacionais interessados no potencial brasileiro de biogás de aterro. Em 2025, a Clean Energy BR ampliou sua atuação como consultoria especializada, integrando soluções que envolvem engenharia, estratégia comercial, crédito de carbono e estruturação de projetos. Essa abordagem tem sido fundamental para destravar investimentos e encurtar a curva de maturação de novos empreendimentos no país.
Outro eixo relevante da minha atuação foi a disseminação de conhecimento técnico. Por meio de conteúdos especializados, participação em debates do setor e do podcast com reflexões sobre resíduos e biogás, busquei traduzir temas complexos em linguagem acessível, contribuindo para a formação de mercado e para a tomada de decisão mais qualificada por parte de gestores públicos e privados. Acredito que o avanço do biogás no Brasil depende não apenas de bons projetos, mas também de informação técnica confiável circulando no ecossistema.
Também trabalhei na interface entre biogás e créditos de carbono, apoiando iniciativas que visam monetizar a redução de emissões de metano em aterros sanitários. Esse tema ganhou ainda mais relevância em 2025, e minha atuação esteve voltada a estruturar projetos com maior aderência a padrões internacionais, aumentando a atratividade para compradores de créditos e financiadores.
Como visão de longo prazo, tenho defendido que aterros sanitários devem ser encarados como hubs de valorização energética e ambiental, e não apenas como infraestrutura de disposição final. Em 2025, minhas atividades estiveram alinhadas a essa missão: aumentar a eficiência dos ativos existentes, viabilizar novos projetos e aproximar capital do setor de resíduos.
Sigo comprometido em contribuir para a consolidação do biogás como vetor relevante da transição energética brasileira, promovendo soluções técnicas robustas, modelos de negócio sustentáveis e maior integração entre os setores de resíduos, energia e mercado de carbono.
Loana é Engenheira Química, com especialização em Engenharia Ambiental e Sanitária e Gestão e Tratamento de Efluentes. É Diretora de Operações do Grupo Cetric e possui como objetivo liderar a expansão de operações no setor de sustentabilidade, integrando competência técnica em engenharia química com gestão estratégica de marketing e novos negócios. O objetivo é posicionar organizações como referências em inovação ambiental, garantindo excelência operacional e autoridade de marca frente aos desafios do mercado global de ESG.
Biogás com Propósito: A Evolução da Energia em Nossa Região
Participar do setor de biogás no Brasil em 2025 foi, para mim, a consolidação de um compromisso que assumi há muitos anos como engenheira e gestora: transformar desafios ambientais em soluções de valor para a sociedade. Receber a indicação ao prêmio Melhores do Biogás é um reconhecimento que compartilho com todos que acreditam que a sustentabilidade se faz com técnica, persistência e pé no chão.
Ao olhar para 2025, vejo um ano de entregas que fortalecem o biogás não como uma promessa, mas como uma realidade operando a pleno vapor no Oeste Catarinense. Abaixo, resumo os pilares dessa atuação que buscam inspirar e inovar o nosso setor:
Um dos marcos que mais me orgulha em 2025 foi ver o amadurecimento de um sonho iniciado em 2019. Naquela época, começamos com 15 caminhões híbridos, tateando as possibilidades. Hoje, através de um trabalho intenso de viabilização técnica e infraestrutura de abastecimento que tive a honra de influenciar, nossa região conta com mais de 40 caminhões 100% movidos a biometano.
Minha dedicação foi garantir que essa frota tivesse a segurança operacional e o combustível de alta pureza necessários para rodar com eficiência. Ver esses veículos cruzando nossas estradas é a prova de que a transição energética é possível quando há gestão e foco na execução.
Como Diretora de Operações e Engenheira Química, meu foco em 2025 foi elevar o padrão de eficiência da nossa planta. Com a expansão do sistema CSTR e um investimento de R$ 6 milhões, nossa missão foi garantir que cada m³ de gás gerado fosse aproveitado ao máximo.
Minha atuação técnica buscou a otimização dos processos de purificação e o controle rigoroso da operação. O biogás exige precisão, e meu papel foi assegurar que a tecnologia estivesse a serviço da produtividade, servindo de modelo para outras operações de biometano que buscam escala e estabilidade.
Acredito que o setor só cresce quando o conhecimento circula. Em 2025, fiz questão de dedicar tempo à educação e ao fortalecimento da nossa comunidade técnica. Estar na Unochapecó palestrando para futuros engenheiros não foi sobre “falar”, mas sobre “semear”.
Compartilhar os desafios reais do dia a dia da Cetric, do descarte correto à inovação química, é a minha forma de contribuir para que o setor de biogás brasileiro continue em mãos competentes no futuro. A inovação só se sustenta quando criamos uma rede de profissionais preparados e inspirados.
Como CEO da 3Di Biogás e Pure Tech Energy, dedico-me à vanguarda do setor de energia renovável, com ênfase em biogás e biometano. A minha jornada de mais de uma década nesse campo é marcada pela coordenação de projetos inovadores e pelo desenvolvimento de tecnologias sustentáveis que transformam resíduos em energia. A experiência em liderar a execução de obras eletromecânicas e a gestão de equipes multidisciplinares são competências que solidificam nossa posição no mercado. O compromisso com a sustentabilidade e a busca contínua por soluções eficientes refletem os valores que norteiam nosso trabalho na 3Di Biogás e Pure Tech Energy, onde a inovação é o motor para gerar impacto positivo no meio ambiente e na sociedade.
Em 2025, Lucio Ricken consolidou sua posição como uma das lideranças técnicas mais relevantes do setor de biogás e biometano no Brasil, atuando diretamente na expansão de projetos, no desenvolvimento de tecnologias nacionais e na internacionalização da engenharia brasileira voltada ao aproveitamento energético de resíduos. Como cofundador da 3Di Biogás, Ricken tem desempenhado papel central na transformação do biogás em uma solução energética cada vez mais competitiva e estratégica para o país.
Ao longo de 2025, sua atuação esteve diretamente ligada à implantação e evolução de sistemas de purificação de biogás e produção de biometano, com aplicações voltadas principalmente ao agronegócio e à indústria. Entre os destaques está a expansão de soluções tecnológicas voltadas ao upgrade de biogás para biometano, permitindo que resíduos agroindustriais — especialmente provenientes de cadeias como suinocultura e processamento de alimentos — sejam convertidos em combustível renovável com padrão energético equivalente ao gás natural.
Sob sua liderança técnica, tecnologias nacionais de purificação de biogás foram aprimoradas e aplicadas em novos projetos, incluindo sistemas de remoção de CO₂, H₂S e umidade, que elevam significativamente a qualidade do gás produzido. Essas soluções permitem a utilização do biometano em aplicações mais sofisticadas, como substituição de combustíveis fósseis em processos industriais e uso energético em plantas agroindustriais.
Outro marco importante de sua atuação em 2025 foi o avanço estratégico da empresa no cenário internacional. Nesse período, a Pietro Fiorentini passou a integrar a estrutura societária da empresa fundada por Ricken, criando uma ponte entre a engenharia brasileira e um dos grupos globais mais relevantes no setor de infraestrutura energética. Esse movimento fortaleceu a presença do Brasil no mercado internacional de biometano e abriu novas oportunidades de cooperação tecnológica para projetos na América Latina.
Além da expansão empresarial, Ricken também contribuiu para o fortalecimento técnico do setor de biogás, participando de iniciativas voltadas ao desenvolvimento de conhecimento e à disseminação de boas práticas na cadeia produtiva do biogás. Sua experiência técnica tem contribuído para elevar o padrão de engenharia aplicado às plantas de tratamento de biogás no país, incentivando projetos mais robustos, eficientes e economicamente viáveis.
Outro exemplo do impacto de sua atuação está no desenvolvimento de soluções integradas para plantas de biogás, conectando etapas como dessulfurização, secagem do gás, separação de CO₂ e compressão do biometano. Essa abordagem permite a criação de cadeias completas de aproveitamento energético de resíduos, aumentando a eficiência dos projetos e ampliando o valor econômico do biogás produzido.
Com uma trajetória marcada pela inovação, visão estratégica e liderança técnica, Lucio Ricken tem contribuído de forma decisiva para o avanço do biogás no Brasil. Em 2025, sua atuação ajudou a impulsionar projetos, fortalecer a indústria nacional de tecnologias para biogás e posicionar o biometano como um dos principais vetores da transição energética brasileira.
Com mais de uma década de experiência, lidero a 3Di Biogás como CCO e Sócio Fundador, onde a inovação e uma visão estratégica são essenciais. A nossa equipe valoriza a criatividade e a busca constante por soluções que transformam o setor. Na 3Di, meu foco está em alinhar os objetivos da empresa com as necessidades do mercado, sempre com o compromisso de contribuir para um desenvolvimento sustentável e inteligente. Trabalhando em colaboração, buscamos impactar positivamente a comunidade e moldar o futuro do biogás e biometano.
Em 2025, Maycon Savoldi consolidou sua atuação como uma das lideranças empresariais e tecnológicas do setor de biogás no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento de soluções nacionais de purificação de biogás, para a expansão internacional da engenharia brasileira e para a difusão do biometano como alternativa energética sustentável.
Engenheiro mecânico e cofundador da 3Di Biogás, Savoldi tem dedicado sua carreira ao desenvolvimento de tecnologias que permitem transformar resíduos orgânicos em energia renovável. A empresa nasceu no ecossistema do Parque Tecnológico Itaipu e, ao longo dos anos, tornou-se referência no desenvolvimento de equipamentos e soluções de engenharia voltados à purificação de biogás e produção de biometano.
Em 2025, Savoldi liderou iniciativas voltadas à expansão de tecnologias brasileiras para tratamento e upgrade de biogás, incluindo sistemas de dessulfurização, secagem e separação de gases capazes de elevar o biogás ao padrão de biometano. Essas soluções são aplicadas em projetos ligados principalmente ao agronegócio e à indústria, permitindo transformar resíduos orgânicos em combustível renovável equivalente ao gás natural.
Sob sua liderança executiva, a empresa tem desenvolvido equipamentos e biorrefinarias modulares voltadas ao setor de biogás, como sistemas de purificação e separação de gases utilizados para produção de biometano e recuperação de CO₂. Essas tecnologias permitem que plantas de biogás operem com maior eficiência energética e confiabilidade, ampliando a viabilidade econômica de projetos de energia renovável.
Outro marco relevante de sua atuação foi o fortalecimento da integração internacional da engenharia brasileira no mercado de biometano. Em 2025, a empresa da qual é cofundador passou a integrar o grupo energético italiano Pietro Fiorentini, um dos principais players globais em infraestrutura de gás. Essa parceria estratégica ampliou o alcance das tecnologias desenvolvidas no Brasil e abriu novas oportunidades para a expansão do biometano na América Latina e em outros mercados emergentes.
Savoldi também tem desempenhado papel ativo na difusão internacional do biogás brasileiro, participando de eventos e missões técnicas voltadas à cooperação tecnológica e ao desenvolvimento do mercado de gases renováveis. Em 2025, participou de encontros do setor na América Latina e na Europa, como eventos dedicados ao gás renovável e ao biometano, ampliando o diálogo entre empresas, investidores e especialistas do setor energético.
Além da atuação empresarial, Savoldi contribui para o desenvolvimento técnico do setor por meio da produção e revisão de conteúdos técnicos relevantes para a cadeia do biogás. Ele participou da revisão técnica do guia “Transporte de Biogás”, publicação do projeto GEF Biogás Brasil, iniciativa conduzida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial, que reúne diretrizes técnicas para o desenvolvimento de infraestrutura de transporte de biogás no país.
Sua trajetória também inclui participação em projetos de engenharia e implantação de infraestrutura de biogás, como iniciativas voltadas à integração de propriedades rurais em redes de aproveitamento energético de resíduos da suinocultura, contribuindo para o desenvolvimento de modelos inovadores de geração de energia distribuída a partir do biogás.
Com visão empreendedora e forte base técnica, Maycon Savoldi tem contribuído para consolidar o biogás como uma solução energética estratégica para o Brasil. Em 2025, sua atuação se destacou pela integração entre inovação tecnológica, expansão de mercado e cooperação internacional, fortalecendo a indústria nacional de tecnologias para biogás e impulsionando o biometano como vetor relevante da transição energética e da economia circular.
Alessandro Gardemann é CEO e fundador da Geo bio gas&carbon, empresa dedicada ao desenvolvimento de soluções em biogás, biometano e carbono renovável. Empreendedor no setor de bioenergia há mais de uma década, tem desempenhado papel relevante na expansão do biogás como fonte estratégica para a transição energética no Brasil.
Formado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (EAESP-FGV), iniciou sua carreira no mercado financeiro antes de direcionar sua atuação para o desenvolvimento do biogás no país. Em 2008 fundou a Geo, contribuindo para a implantação de projetos industriais de biogás a partir de resíduos agroindustriais e para a expansão do uso do biometano como combustível renovável.
Alessandro também é um dos fundadores da Associação Brasileira do Biogás e do Biometano (ABiogás) e atualmente integra o Conselho de Administração da entidade, que reúne empresas de toda a cadeia de valor do setor no Brasil.
Reconhecido como um dos principais porta-vozes do segmento, atua na promoção de inovação, investimentos e políticas públicas voltadas à valorização energética de resíduos e à expansão do gás renovável na matriz energética brasileira.
Em 2025, Alessandro Gardemann, CEO da Geo bio gas&carbon, destacou-se como uma das principais lideranças na consolidação do setor de biogás e biometano no Brasil. Ao longo de sua trajetória, tem contribuído para o desenvolvimento do setor por meio da combinação entre avanço de projetos, articulação institucional e promoção de conhecimento, fortalecendo o papel do biogás na transição energética do país.
Alessandro também é um dos fundadores da ABiogás e permanece, até hoje, como membro do Conselho de Administração da entidade, que reúne mais de 165 empresas da cadeia de valor do biogás e biometano no Brasil. A associação desempenha papel fundamental no diálogo entre o setor produtivo e formuladores de políticas públicas, contribuindo para a construção de um ambiente regulatório e de investimentos mais favorável ao crescimento do gás renovável no país.
Em 2025, Gardemann também teve papel ativo na articulação do setor em eventos e fóruns estratégicos de energia, promovendo debates sobre inovação, descarbonização e o papel do biometano na segurança energética e na competitividade da indústria brasileira.
Ao longo de sua trajetória, Alessandro tem defendido que o biogás representa uma das maiores oportunidades energéticas do país, com potencial para transformar resíduos do agronegócio, saneamento e produção de alimentos em uma nova fonte estratégica de energia renovável e combustível de baixo carbono.
Com visão de longo prazo e forte capacidade de mobilização do setor, Alessandro Gardemann segue contribuindo para posicionar o biogás e o biometano como pilares da transição energética brasileira, inspirando iniciativas, conectando atores do ecossistema e impulsionando o crescimento sustentável dessa cadeia no país.
Luis Guilherme P. Andrade é Diretor Comercial da Bioo. Engenheiro de formação, com MBA em Logística Empresarial e formação executiva em Inovação pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), possui mais de 24 anos de experiência em Supply Chain, Logística, Operações e Infraestrutura, com atuação em projetos de expansão e eficiência operacional no Brasil e na América Latina.
Ao longo da carreira, liderou iniciativas voltadas à estruturação de cadeias logísticas complexas, desenvolvimento de novos mercados e integração entre operações industriais, infraestrutura e soluções energéticas, com forte atuação em setores intensivos em recursos naturais e transição energética.
Na Bioo, lidera a expansão comercial e o desenvolvimento de parcerias estratégicas focadas em tratamento qualificado de resíduos agroindustriais, viabilizando soluções em biogás, biometano e fertilizantes orgânicos dentro de uma lógica de economia circular.
Ao longo da sua trajetória profissional, Sofia tem trabalhado na construção de soluções que facilitem a interpretação de dados e apoiem a tomada de decisão. Também atua no desenvolvimento e aprimoramento de sistemas internos, voltados à eficiência nos processos da empresa. Participou ainda de projetos de pesquisa, extensão e inovação relacionados à sustentabilidade, com foco em análise de dados climáticos, cálculo de pegada de carbono e aproveitamento energético do biometano.
Luis Guilherme será
PALESTRANTE
no
Engenheira de Energias Renováveis, com atuação voltada ao setor de biogás e biometano. A experiência de Sofia está relacionada à análise de dados energéticos, ao desenvolvimento de soluções digitais e à integração de dados operacionais coletados em campo, contribuindo para o acompanhamento e a melhoria do desempenho de plantas.
Ao longo da sua trajetória profissional, Sofia tem trabalhado na construção de soluções que facilitem a interpretação de dados e apoiem a tomada de decisão. Também atua no desenvolvimento e aprimoramento de sistemas internos, voltados à eficiência nos processos da empresa. Participou ainda de projetos de pesquisa, extensão e inovação relacionados à sustentabilidade, com foco em análise de dados climáticos, cálculo de pegada de carbono e aproveitamento energético do biometano.
Sofia será
PALESTRANTE
no
Talyta Viana é engenheira de Energia pela Universidade de Brasília e especialista em Direito de Energia e Negócios do Setor Elétrico pelo CEDIN. Ela atua como coordenadora regulatória, representando a cadeia de biogás e biometano, com o objetivo de ampliar a participação dessas fontes na matriz energética. Sua carreira destaca- se pela atuação sólida na regulação do setor elétrico, especialmente em tarifas de distribuição e transmissão, onde adquiriu experiência em elaborar estudos, projeções tarifárias e estratégias para grandes instituições. Além disso, Talyta tem trabalhado em temas de transição energética, como hidrogênio, mercado de carbono e novas tecnologias, defendendo os interesses da indústria no cenário energético nacional.