14 A 16 DE ABRIL 2026
FOZ DO IGUAÇU-PR

14 A 16 DE ABRIL 2026 | FOZ DO IGUAÇU-PR

Inovação na produção de biogás a partir dos resíduos do Ceasa será um dos avanços científicos de destaque no XV DAAL

Todos os meses, 17 a 25 toneladas de resíduos da Central de Abastecimento do Ceará  são enviadas ao aterro sanitário, a um custo aproximado de R$ 230 mil. Para transformar esse passivo em energia renovável, pesquisadores da Embrapa e da Universidade Federal do Ceará  desenvolveram o Sistema Integrado de Reatores Anaeróbios. A inovação aumenta a produção de biogás, com alto teor de metano, ocupa menos área e reduz custos e emissões de GEE. Projetada para a Ceasa do estado, a tecnologia tem potencial de replicação em outras 57 centrais de abastecimento brasileiras.

A temática será um dos destaques na programação do XV Workshop e Simpósio Latino-Americano de Digestão Anaeróbia (XV  DAAL ), realizado pela UFC e Embrapa. O evento – principal fórum científico sobre digestão anaeróbia na América Latina – será realizado em Fortaleza (CE), entre os dias 14 e 17 de outubro de 2025, e vai contar com cientistas dos mais avançados centros de pesquisa da área em nível global. O XV DAAL tem apoio institucional do Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano.

O modelo desenvolvido pelos pesquisadores permite aproveitar integralmente frutas e hortaliças impróprias para o consumo humano, resultado das perdas durante o transporte e armazenamento. Essa biomassa não utilizada, altamente biodegradável, é ideal para produzir um biogás rico em metano, aproveitável na forma de combustível.

No método usual, a preparação dos resíduos de frutas e verduras ocorre em Reatores de Mistura Completa (CSTR, sigla em inglês), que possuem funcionalidades operacionais e desativam grandes volumes. O novo sistema aprimorado é processo ao aplicar um pré-tratamento que separa os resíduos por meio de trituração e prensagem em duas frações: líquida e sólida. Cada uma delas é direcionada a um leitor especializado. A fração líquida é tratada em reatores de manta de lodo de fluxo ascendente (UASB), eficazes para cargas orgânicas elevadas, e oferece excelente rendimento na digestão de substratos altamente biodegradáveis. E uma fração sólida é encaminhada para compostagem, o que resulta em um fertilizante de alta qualidade, ou para reatores de metanização seca, capazes de operar com resíduos com alto teor de sólidos, mas ainda em fase de estudos.

Segundo o pesquisador que coordenou esse trabalho, Renato Leitão , da Embrapa Agroindústria Tropical (CE), com o uso do novo sistema, a quantidade de biogás gerada no Ceasa-CE pode produzir energia elétrica suficiente para suprir a demanda dessa central em até 100% da energia nos horários de ponta e mais 20% da energia fora desses períodos. “Caso não seja utilizado na própria Ceasa, esse biogás pode ser comercializado na forma de biometano após tratamento adequado”, complementa. Entre as vantagens desse tipo de aproveitamento está a redução do impacto ambiental e também a diminuição dos custos de transporte e tratamento do material, visto que existe atualmente um contrato para encaminhamento desses resíduos para o aterro sanitário.

Renato Leitão explica que o sistema representa uma solução promissora para transformar grandes volumes de resíduos orgânicos em energia renovável, reduzindo custos de descarte e emissões de gases com efeito de estufa. O próximo passo do estudo é ampliar a escala de produção, mas para isso é necessária a construção de uma unidade piloto maior, para calibrar os equipamentos.

“O impacto pode ser enorme: energia limpa, menos resíduos, mais empregos e economia circular na prática.”, acrescenta o professor André dos Santos, do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da UFC.

Biohidrogênio: uma nova frente

Os pesquisadores também testaram a produção de biohidrogênio a partir do material. Embora não tenha chegado a um volume competitivo, a pesquisa abre a possibilidade de estudar uma nova rota de produção no futuro. Os pesquisadores pesquisaram obscuramente, uma tecnologia emergente para geração de energia limpa. O estudo utilizou reator anaeróbio de leito estruturado (AnStBR, sigla em inglês) alimentado com a fração líquida da exclusão.

Inovação será um dos destaques do fórum científico latino-americano

A inovação na produção de biogás a partir dos resíduos do Ceasa será um dos avanços científicos de destaque durante o XV Workshop e Simpósio Latino-Americano de Digestão Anaeróbia (XV  DAAL ), realizado pela UFC e Embrapa. O evento – principal fórum científico sobre digestão anaeróbia na América Latina – será realizado em Fortaleza (CE), entre os dias 14 e 17 de outubro de 2025, e vai contar com cientistas dos mais avançados centros de pesquisa da área em nível global.

O XV DAAL promoverá uma troca de conhecimento entre academia, sociedade, órgãos governamentais e setor empresarial sobre o uso de digestão anaeróbia. Serão discutidos temas relacionados com aplicação de digestão anaeróbia no tratamento de resíduos líquidos e sólidos, produção de energia renovável via metano e hidrogênio, modelagem e controle de processos, produção e recuperação de produtos de alto valor agregado e economia circular.

Podem participar de eventos de estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, profissionais da área, gestores, políticos, projetistas, instituições de fomento, empresas atuantes no setor de saneamento, setores, órgãos públicos e empresas privadas, ONGs e organismos de cooperação internacional específicos e atuantes na área de digestão anaeróbia, energias renováveis, biomassa, tratamento de esgoto, resíduos sólidos, lodo, uso racional da água, nutrientes e energia.

O Simpósio é realizado pela UFC e pela Embrapa, com apoio organizacional da Fundação ASTEF, Essencial Eventos e International Water Association (IWA). Além disso, conta com o apoio institucional do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estações Sustentáveis ​​de Tratamento de Esgoto (INCT ETEs Sustentáveis), Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Sociedade Brasileira de Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuárias e Agroindustriais (Sbera), Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, Rede Verdes, CIBiogás Energias Renováveis, Biosfera Comunicação e Rede Mulheres do Biogás. Diversas instituições e empresas estão apoiando financeiramente esse evento, em destaque estão a CAPES, CNPq, Marquise Ambiental, Cagece, ACS Engenharia Ambiental, Sanepar, TPF Engenharia, Recovery Tecnologias Ambientais, Rotária do Brasil, Anaero Technologies, BPC Instruments, Grupo Ritter, MLima Biogás, Sistema FIEC, PB Construções, Shimadzu, Fortescue, e o Complexo Industrial e Portuário do Pecém.

Saiba mais sobre digestão anaeróbia

A produção de biogás a partir de resíduos orgânicos é realizada por meio de digestão anaeróbia – transformação microbiana de matéria orgânica em bioprodutos energéticos e químicos na ausência de oxigênio. Esse aspecto está envolvido em vários ciclos biogeoquímicos e ocorre em diversos ambientes naturais que contêm resíduos orgânicos sem contato direto com a atmosfera – como no sistema digestivo de ruminantes, em pântanos, sedimentos e em sistemas de esgoto – além de ser amplamente aplicado em ambientes controlados, como os biodigestores chamados de reatores anaeróbios.

Esse processo possui diversas aplicações no tratamento de resíduos líquidos, sólidos e semissólidos. Por meio dele, é possível produzir energia renovável (biogás rico em metano ou hidrogênio), recuperar nutrientes do lodo gerado e mitigar emissões de gases de efeito estufa.

Perdas no Brasil chegam a mais de 40% dos alimentos produzidos

Cerca de 30% da produção mundial de frutas e segundos vegetais é perdida ou desperdiçada, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de frutas e hortaliças e conta com 57 centrais de abastecimento (Ceasas), que distribuem e comercializam os produtos no País.

Estima-se que aproximadamente 42% dos alimentos produzidos no território nacional sejam perdidos ao longo da cadeia produtiva.

Cerca de 30% de todas as frutas e vegetais comercializados nas Ceas são perdidos (10,9 milhões de toneladas por ano), resultando em altos custos sociais, além dos gastos com descarte e impactos ambientais.

O estado de São Paulo possui a maior Ceasa da América Latina, que em 2023, reportou uma produção de 150 e 180 toneladas de resíduos por dia na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp).

 

Texto e foto: Site da Embrapa | Verônica Freire (MTb 01.125/CE) | Embrapa Agroindústria Tropical

Consultas de imprensa: agroindustria-tropical.imprensa@embrapa.br

Realização

RAFAEL

LAMASTRA JR

Market Consultoria

Sócio/consultor na Market Consultoria. Lamastra Jr. tem formação em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e especialização em Negócios por instituições como Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Esade Business School, de Barcelona. 
Com mais de 35 anos de experiência em gestão empresarial, é uma das lideranças mais influentes no setor de energia e gás natural no Brasil, tendo ocupado o cargo de Diretor-Presidente da Compagas.
Lamastra JR também foi presidente do Conselho de Administração do CIBiogás, vice-presidente do Comitê de Mercados de Gás da International Gas Union (IGU) e e conselheiro da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

Lamastra JR será

MODERADOR

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

EUDIS

FURTADO

Compagas

CEO da Compagas (Companhia Paranaense de Gás). Eudis tem vasta experiência no setor de infraestrutura e logística. Além do cargo de diretor da Compagás, foi Vice-Presidente Comercial e de Desenvolvimento de Negócios na Rumo, a maior operadora ferroviária do Brasil. Lidera projetos com foco em governança, desenvolvimento de novos negócios e eficiência operacional no setor de energia e logística. Sua atuação está focada também na  distribuição de gás canalizado no Paraná; em transição energética e biometano e em eficiência operacional.

Eudis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

MARCELO

MENDONÇA

ABEGÁS

Presidente Executivo e Diretor Técnico-Comercial da Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado).
Marcelo tem uma trajetória de destaque no setor de energia, com atuação consolidada na promoção do gás natural e biometano como vetores da transição energética no Brasil. Possui vasta experiência na defesa de pautas técnicas e regulatórias do setor de gás natural, atuando em comitês estratégicos como o Grupo de Trabalho do Programa Gás para Empregar do Ministério de Minas e Energia.
Na Abegás, também atuou como Diretor de Estratégia e Mercado.

Marcelo será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

BERNHARD DROSG

Task 37 | BOKU

Líder Internacional da Task 37 do Programa de Colaboração Tecnológica (TCP) da IEA Bioenergy. O austríaco é pesquisador e professor da BOKU University, na área de biotecnologia ambiental, com foco em biogás e tecnologias sustentáveis. Atua na gerência de Tecnologias Bioquímicas no centro de competência BEST – Bioenergy and Sustainable Technologies.
Bernhard taambém atua na supervisão de teses de doutorado e mestrado focadas em fixação biológica de CO2 e sistemas metanogênicos.

Bernhard será

PALESTRANTE

no

PAINEL 5 | O negócio dos Substratos e as Culturas Energéticas

RODRIGO REGIS GALVÃO

CEPEL

Diretor de Novos Negócios e Sustentabilidade no CEPEL (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica), Rodrigo Regis é engenheiro elétrico, mestre em Engenharia de Sistemas, doutor em Economia e com especialização em Inovação Empresarial. Especialista em transição energética, inovação e planejamento estratégico, possui mais de 15 anos de experiência no setor de energia e infraestrutura. Ocupou cargos de liderança como diretor na Alvarez & Marsal, Diretor de Negócios e Inovação no Parque Tecnológico Itaipu e Presidente do CIBiogás. Rodrigo Regis atuou em planos nacionais e estaduais de energia, biogás e hidrogênio, estratégias de investimento para grandes empresas e iniciativas internacionais no Chile e Mercosul. 

Rodrigo Regis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

ANDRÉ PEPITONE

ITAIPU Binacional

Diretor Financeiro Executivo da Itaipu Binacional André é servidor de carreira da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), onde atuou por mais de 20 anos, inclusive como Diretor-Geral.
Engenheiro Civil (UnB), Andé tem pós-graduação lato sensu pela UnB e MBA em Teoria e Operação de uma Economia Nacional Moderna, na George Washington University (GWU).
Além da Itaipu e ANEEL, André contribuiu como vice-presidente da 
Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR) e presidente da Associação de Reguladores de Energia dos Países de Língua Oficial Portuguesa (RELOP).

Sandro será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

SANDRO NELSON VIEIRA

SUPEN

Engenharo Industrial Eletricista (UTFPR) e mestre em Administração (UFRGS0 , Sandro é Superintendente-Geral de Gestão Energética (Supen) no Governo do Estado do Paraná, vinculado à Secretaria do Planejamento.
Com uma trajetória sólida no setor de energia e inovação, atua na SUPEN e já gerenciou a Copel Distribuição, em projetos de Smart Grid, mobilidade elétrica e geração distribuída.
É reconhecido por sua expertise em cidades inteligentes e transição energética e tmbém atua como professor e coordenador em cursos de pós-graduação voltados para mobilidade sustentável e eficiência energética em instituições como SENAI-PR, PUC-PR e UNICAMP.

Sandro será

MODERADOR

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

RODRIGO
BECEGATO

SEIC – PR

Assessor técnico da SEIC PR, Rodrigo atua como o responsável pelo Programa de Descarbonização de Frotas do Estado do Paraná, que tem como foco a substituição progressiva do diesel pelo biometano, criando condições mercado adequadas e auxiliando as regiões do Estado a constituírem os arranjos produtivos locais. Rodrigo lidera levantamentos sobre setores prioritários da economia paranaense para atrair investimentos nacionais e internacionais.
Rodrigo tem experiência na área de sustentabilidade e engenharia, com atuação destacada em gestão de políticas públicas no estado do Paraná.
Atua no desenvolvimento e execução de políticas públicas, com foco em gestão de resíduos sólidos, descarbonização e infraestrutura sustentável.
É graduado em Engenharia Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Londrina.

Rodrigo será

MODERADOR

no

PAINEL 3 | Mobilidade a Biometano

MANUELA LARANJEIRA KAYATH

MDC | ABiogás

Manuela é Presidente do Conselho de Administração da MDC Energia, onde atuou como Diretora Presidente por cinco anos, liderando a companhia no mercado de biogás e biometano. Atualmente, preside o Conselho de Administração.
ABiogás.
Graduada em Administração de Empresas (FGV), com formação Owner/President Management (OPM) da Harvard Business School, Manuela tem larga experiência no mercado financeiro, com passagens por bancos de investimento e fundos em São Paulo e Nova York. 
Sua atuação recente é focada em transição energética e sustentabilidade, sendo uma voz ativa em eventos do setor como a COP30 e fóruns sobre biometano e ESG.

Manuela será

DEBATEDORA

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

LUIS FELIPE POLI

Petrobras

Formado em Engenharia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luis Felipe atua há mais de 23 anos na Petrobras. Ao longo de sua trajetória na estatal, ele ocupou diversas funções técnicas e de gestão, com destaque para sua atuação nas áreas de Gás e Energia e Produção.

Atua como gerente na Petrobras, sediado no Rio de Janeiro. Recentemente, tem estado à frente de iniciativas voltadas para a transição energética, como biometano, armazenamento de energia e leilões do setor elétrico.

Fernando será

DEBATEDOR

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

FERNANDO GIACHINI LOPES

Instituto Totum

Fundador e Diretor Executivo do Instituto Totum, especializado em gerenciamento de selos de autorregulamentação e certificações e representante local do padrão internacional I-REC (Certificado de Energia Renovável) no Brasil. Com mais de 20 anos de experiência no mercado regulado, Fernando é uma figura central no desenvolvimento de sistemas de rastreabilidade de energia no Brasil.
Fernando também está à frente de iniciativas como o GAS-REC, um sistema de certificação e rastreabilidade para biogás e biometano. É Engenheiro e Mestre em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP.

Fernando será

PALESTRANTE

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

PIETRO SAMPAIO MENDES

ANP

Diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), onde é servidor de carreira desde 2006 como Especialista em Regulação. Já ocupou cargos de destaque como Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no Ministério de Minas e Energia (MME).
Felipe está à frente de pautas como o “gas release” (medidas para aumentar a oferta de gás), o combate a fraudes no mercado de combustíveis e a aceleração de leilões de petróleo.

Graduado em Química, Pietro tem doutorado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutorado na Beedie School of Business na Simon Fraser University (SFU), no Canadá.

Pietro será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

TIAGO SAMOS SANTOVITO

ABiogás

Tiago Samos Santovito é Diretor-Executivo da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás).
Com mais de 20 anos de experiência no mercado de gás natural, sua carreira é focada em regulação e políticas públicas para biocombustíveis e transição energética.
Antes de liderar a ABiogás, acumulou passagens estratégicas por órgãos como a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Ministério da Economia e o Centro de Pesquisas da Petrobras (CENPES). É graduado em contabilidade, com pós-graduações em Controladoria e em Petróleo, Gás Natural e Energia Renovável.

Tiago será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

FELIPE SOUZA MARQUES

CIBiogás

Diretor Presidente do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás CIBiogas-ER e Coordenador de Projetos na Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial – UNIDO. É Engenheiro Ambiental (2005) com mais de 15 anos de experiência em projetos de desenvolvimento do biogás e biometano como um produto estratégico e vinculado ao saneamento ambiental. Mestre em Geografia, Meio Ambiente e Desenvolvimento, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Especialista em Elaboração, Análise e Avaliação de Projetos, pela Fundação Getúlio Vargas e Especialista em Gestão Ambiental em Municípios, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Possui Doutorado em Desenvolvimento Regional e Agronegócio. Conta com experiência em docência do ensino superior em cursos de graduação e pós-graduação e concentra suas atividades na área de desenvolvimento regional, biogás/biometano, energia e gestão de projetos.

Felipe será

MODERADOR

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

ANA CAROLINE DE LIMA

CIBiogás

Talyta Viana é engenheira de Energia pela Universidade de Brasília e especialista em Direito de Energia e Negócios do Setor Elétrico pelo CEDIN. Ela atua como coordenadora regulatória, representando a cadeia de biogás e biometano, com o objetivo de ampliar a participação dessas fontes na matriz energética. Sua carreira destaca- se pela atuação sólida na regulação do setor elétrico, especialmente em tarifas de distribuição e transmissão, onde adquiriu experiência em elaborar estudos, projeções tarifárias e estratégias para grandes instituições. Além disso, Talyta tem trabalhado em temas de transição energética, como hidrogênio, mercado de carbono e novas tecnologias, defendendo os interesses da indústria no cenário energético nacional.

Ana Caroline será
MODERADORA
no

Painel 6: Integração do Biogas e Biometano com outros energéticos