14 A 16 DE ABRIL 2026
FOZ DO IGUAÇU-PR

14 A 16 DE ABRIL 2026 | FOZ DO IGUAÇU-PR

Painel 1 – Descarbonização das cadeias de proteína animal

Aproximação da agropecuária com o setor de biogás e biometano é foco para compreender a área como oportunidade de negócio

O primeiro painel do 6º Fórum Sul Brasileiro Biogás e Biometano tratou a respeito da “Descarbonização das cadeias de proteína animal”. Foram apresentados números e mapas dos setores do biogás e da cadeia animal e debatidos os porquês e para que de se investir na produção de biogás e biometano. Ao todo, o evento conta com 10 painéis com palestrantes e/ou debatedores, e apresentação de cases de empresas do setor.

Moderado pelo pesquisador da Embrapa Everton Krabbe, o primeiro painel contou com a palestra do pesquisador da Embrapa e coordenador-geral do Fórum, Airton Kunz, e em seguida com as explanações de três debatedores: Tabatha Lacerda, coordenadora-técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA); Gabriel Kropsch, fundador e conselheiro da Associação Brasileira do Biogás (Abiogás); e Pauline Heck Bellaver, representante da Câmara da Agroindústria da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC).

“A interiorização do biogás nos interessa e cria oportunidades, é uma solução de mobilidade, no meio urbano e no agro. Tanto, que tivemos um aumento de 15%  nas plantas de biogás no ano passado, aumento das políticas públicas e, inclusive, o biogás está no projeto de lei dos combustíveis do futuro”, destacou Airton Kunz.

 

Novas oportunidades 

Focado em apresentar um overview de oportunidades, Kunz apresentou números, mapas e a calculadora de biogás da Embrapa para ilustrar a atividade da cadeia animal e como este ambiente pode se associar à descarbonização e à produção de biogás. “Temos oportunidades dentro e fora da porteira, ou seja, dentro da granja e na agroindústria. Então, como o manejo desses resíduos da produção pode ser feito dentro e fora da porteira para reduzir o efeito estufa?”, questionou. Na sequência, explicou oportunidades para implementação, por meio de biodigestor e digestato, e de um trabalho recente da Embrapa de codigestão com culturas energéticas. “A cadeia do biogás precisa de substratos, e precisamos estudar novas formas de substrato, a Embrapa tem compromisso com isso”, destacou.

Por fim, o palestrante disse que a descarbonização das cadeias de produção animal é uma oportunidade de negócios. “Precisamos aproximar as cadeias de biogás e animal e entender os pontos de sinergia que elas têm, que são muitos. Isso é importante, estudar novos arranjos produtivos. E a segurança na cadeia de suprimento de substratos precisa ser um mantra para nós”, finalizou.

Respaldo para a produção

Tabatha Lacerda, coordenadora-técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), destacou que os olhos do mundo estão voltados ao Brasil como produtor de alimentos. “As perspectivas são que continuaremos alimentando o mundo. Temos um compromisso e responsabilidade muito grande. Ninguém vai deixar de se alimentar. Então precisamos montar um futuro que funcione, que dê respaldo para toda essa produção. Como desafio temos o projeto de lei do mercado de carbono, por exemplo. Essas normativas trazem oportunidades de políticas públicas, que são muito importantes para essa engrenagem”, pontuou.

A engrenagem, segundo Tabatha, também precisa de investimento em pesquisa. “Investimento em pesquisa é tudo. Avançamos muito, mas precisamos olhar para esses novos modelos de negócios. Estamos deixando de ser sustentabilidade etérea para ser uma modalidade de negócio”, afirmou a palestrante, destacando a importância da área obter números e apostar na comunicação do que o setor está produzindo.

Modelos e estudos

Pauline Heck Bellaver, representante da Câmara da Agroindústria da FIESC, abordou como o papel das indústrias da proteína animal é fundamental na cadeia do biogás/biometano/animal. “A indústria faz missões na área desde 2012, quando começamos a falar de biogás. A gente enxerga como oportunidade a implementação de modelos tecnológicos e ao longo desses anos a tecnologia aumentou. Hoje, temos modelos individualizados para cada modelo de negócio, para saber o que fazer com cada tipo de resíduo”, explicou.

A palestrante disse que existem estudos para conseguir captar, centralizar e gerar o biogás para o uso necessário. Mas a grande questão é como implementar em poucos anos. “Qual é a virada de chave que precisamos fazer? Temos dejetos, temos rede de gás, mas como entre as empresas e parceiros, como nossa rede se organiza para conseguir montar toda essa estrutura, engrandecer, realizar a transição energética e beneficiar a sociedade com mais empregos, tecnologias, mais energia renovável como um todo?”, perguntou. “Se esse arranjo conseguir ser orquestrado pelos setores aqui representados, temos as ferramentas na mão. O Brasil é um país diferenciado, precisamos entender como fazer essa aceleração”, finalizou, afirmando que a FIESC tem um hub de descarbonização – que será apresentado durante o evento – para acelerar a descarbonização em 10 anos.

Regulamentação do mercado

O último debatedor do painel, Gabriel Kropsch, representante da Associação Brasileira do Biogás (Abiogás), falou da regulação do mercado do biogás, um “mercado que já é uma realidade, são centenas de milhões de investimento, com grandes empresas investindo”, e que foi regulamentado no final de 2017. Atualmente, existem 20 plantas de biometano e seis estão aptas a vender no país, segundo ele.

Kropsch explicou que os porquês de fazer a descarbonização são baseados em mudança climática, segurança energética, transição energética justa e acessível. Mas as grandes questões para ele são “para que fazer a descarbonização”. Para responder, lembrou do mercado do petróleo, que iniciou há mais de 150 anos com a produção de querosene, e “hoje é a maior indústria do mundo, que fatura trilhões de dólares com produtos e aplicações”. Em seguida, lembrou do etanol na década de 1970, quando a indústria de cana evoluiu e se transformou na indústria sucroenergética, usando etanol para uma série de outros fins. 

“Vejo uma oportunidade enorme para esse mercado de descarbonização. A indústria de proteína animal é de transformação, transforma proteína vegetal em proteína animal. E na indústria de transformação toda a poluição é resíduo do processo industrial, o resíduo é ineficiência. Então, para que descarbonizar? Para reduzir o desperdício, aumentando a lucratividade, aumentando as receitas. É uma oportunidade de produzir biogás, ter opções de créditos de carbono, de biometano no futuro, entre outros. Para isso, precisamos de uma mudança de mentalidade. A oportunidade é gigantesca.”

O 6º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano é realizado por instituições dos três estados do Sul do país: Embrapa Suínos e Aves (SC), Centro Internacional de Energias Renováveis – CIBiogás (PR) e Universidade de Caxias do Sul (UCS), e organizado pela Sociedade Brasileira de Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (Sbera).

Patrocínio MASTER: Grupo Cetric, Itaipu Binacional e SCGÁS

Patrocínio OURO: Compagas, Ecogen, Galileo Technologies, MDC, (re)energisa, Retzem, Sanepar e UBE.

Crédito das fotos | UQ Eventos

Realização

RAFAEL

LAMASTRA JR

Market Consultoria

Sócio/consultor na Market Consultoria. Lamastra Jr. tem formação em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e especialização em Negócios por instituições como Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Esade Business School, de Barcelona. 
Com mais de 35 anos de experiência em gestão empresarial, é uma das lideranças mais influentes no setor de energia e gás natural no Brasil, tendo ocupado o cargo de Diretor-Presidente da Compagas.
Lamastra JR é presidente do Conselho de Administração do CIBiogás. Sua trajetória ainda  inclui posições de liderança como vice-presidente do Comitê de Mercados de Gás da International Gas Union (IGU) e conselheiro da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

Lamastra JR será

MODERADOR

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

EUDIS

FURTADO

Compagas

CEO da Compagas (Companhia Paranaense de Gás). Eudis tem vasta experiência no setor de infraestrutura e logística. Além do cargo de diretor da Compagás, foi Vice-Presidente Comercial e de Desenvolvimento de Negócios na Rumo, a maior operadora ferroviária do Brasil. Lidera projetos com foco em governança, desenvolvimento de novos negócios e eficiência operacional no setor de energia e logística. Sua atuação está focada também na  distribuição de gás canalizado no Paraná; em transição energética e biometano e em eficiência operacional.

Eudis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

MARCELO

MENDONÇA

ABEGÁS

Presidente Executivo e Diretor Técnico-Comercial da Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado).
Marcelo tem uma trajetória de destaque no setor de energia, com atuação consolidada na promoção do gás natural e biometano como vetores da transição energética no Brasil. Possui vasta experiência na defesa de pautas técnicas e regulatórias do setor de gás natural, atuando em comitês estratégicos como o Grupo de Trabalho do Programa Gás para Empregar do Ministério de Minas e Energia.
Na Abegás, também atuou como Diretor de Estratégia e Mercado.

Marcelo será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

BERNHARD DROSG

Task 37 | BEST | BOKU

Líder Internacional da Task 37 do Programa de Colaboração Tecnológica (TCP) da IEA Bioenergy. O austríaco é pesquisador e professor da BOKU University, na área de biotecnologia ambiental, com foco em biogás e tecnologias sustentáveis. Atua na gerência de Tecnologias Bioquímicas no centro de competência BEST – Bioenergy and Sustainable Technologies.
Bernhard taambém atua na supervisão de teses de doutorado e mestrado focadas em fixação biológica de CO2 e sistemas metanogênicos.

Bernhard será

PALESTRANTE

no

PAINEL 5 | O negócio dos Substratos e as Culturas Energéticas

RODRIGO REGIS GALVÃO

CEPEL

Diretor de Novos Negócios e Sustentabilidade no CEPEL (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica), Rodrigo Regis é engenheiro elétrico, mestre em Engenharia de Sistemas, doutor em Economia e com especialização em Inovação Empresarial. Especialista em transição energética, inovação e planejamento estratégico, possui mais de 15 anos de experiência no setor de energia e infraestrutura. Ocupou cargos de liderança como diretor na Alvarez & Marsal, Diretor de Negócios e Inovação no Parque Tecnológico Itaipu e Presidente do CIBiogás. Rodrigo Regis atuou em planos nacionais e estaduais de energia, biogás e hidrogênio, estratégias de investimento para grandes empresas e iniciativas internacionais no Chile e Mercosul. 

Rodrigo Regis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

ANDRÉ PEPITONE

ITAIPU Binacional

Diretor Financeiro Executivo da Itaipu Binacional André é servidor de carreira da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), onde atuou por mais de 20 anos, inclusive como Diretor-Geral.

Engenheiro Civil (UnB), André tem pós-graduação lato sensu pela UnB e MBA em Teoria e Operação de uma Economia Nacional Moderna, na George Washington University (GWU).

Além da Itaipu e ANEEL, André contribuiu como vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR) e presidente da Associação Ibero-Americana de Entidades Reguladoras da Energia (ARIAE)

André será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

SANDRO NELSON VIEIRA

SUPEN

Engenheiro Eletricista, Eletrônico e Telecomunicação (UFPR), com Mestrado em Administração da Produção (UFRGS) e Especializações em Transição Energética (PUC-PR), Gestão (Business School FAE) e Inovação e Governança. Atualmente Sandro é Superintendente-Geral de Gestão Energética (Supen) no Governo do Estado do Paraná, vinculado à Secretaria do Planejamento. Com sólida trajetória no setor de energia, tecnologia e inovação, atuou como diretor de negócios Latam da Enline Transmission, diretor de negócios da Nouvenn IoT e CEO da Smartgreen Tecnologia, com foco em cidades inteligentes e smart energy/grid. Também foi diretor presidente do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade e superintendente corporativo do Sistema FIEP (Senai, Sesi, Fiel, IEL). 

Sandro será

MODERADOR

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

RODRIGO
BECEGATO

SEIC – PR

Assessor técnico da SEIC PR, Rodrigo atua como o responsável pelo Programa de Descarbonização de Frotas do Estado do Paraná, que tem como foco a substituição progressiva do diesel pelo biometano, criando condições mercado adequadas e auxiliando as regiões do Estado a constituírem os arranjos produtivos locais. Rodrigo lidera levantamentos sobre setores prioritários da economia paranaense para atrair investimentos nacionais e internacionais.
Rodrigo tem experiência na área de sustentabilidade e engenharia, com atuação destacada em gestão de políticas públicas no estado do Paraná.
Atua no desenvolvimento e execução de políticas públicas, com foco em gestão de resíduos sólidos, descarbonização e infraestrutura sustentável.
É graduado em Engenharia Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Londrina.

Rodrigo será

MODERADOR

no

PAINEL 3 | Mobilidade a Biometano

MANUELA LARANGEIRA KAYATH

MDC Energia | ABiogás

Manuela Kayath é Presidente do Conselho de Administração da MDC Energia, empresa pioneira no segmento de biometano, e Vice-Presidente do Conselho de Administração da Abiogás. Graduada em Administração de Empresas (FGV) e com diploma da Harvard Business School no President Management Program (OPM), Manuela possui vasta experiência setor de biogás e biometano, além de ter atuado no mercado financeiro, com passagens por bancos de investimento e fundos em São Paulo e Nova York. Seus trabalhos recentes têm sido focados em transição energética e sustentabilidade, sendo uma voz ativa em eventos de peso, como a COP30 e fóruns sobre biometano e ESG.

Manuela será

DEBATEDORA

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

LUIS FELIPE POLI

Petrobras

Formado em Engenharia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luis Felipe atua há mais de 23 anos na Petrobras. Ao longo de sua trajetória na estatal, ele ocupou diversas funções técnicas e de gestão, com destaque para sua atuação nas áreas de Gás e Energia e Produção.

Atua como gerente na Petrobras, sediado no Rio de Janeiro. Recentemente, tem estado à frente de iniciativas voltadas para a transição energética, como biometano, armazenamento de energia e leilões do setor elétrico.

Luis Felipe será

DEBATEDOR

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

LUCIANO
FIGUEREDO

Instituto Totum

Formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos, Luciano Figueredo tem mais de 12 anos de experiência na Gerência de Programas Setoriais de Autorregulação e Selos de Qualidade pelo Instituto Totum, englobando iniciativas de qualidade e sustentabilidade nos seguintes segmentos: energia, alimentos e bebidas, sistemas eletrônicos de segurança, gerenciamento de riscos em transportes, dentre outros.

Fernando também está à frente de iniciativas como o GAS-REC, um sistema de certificação e rastreabilidade para biogás e biometano. É Engenheiro e Mestre em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP.

Luciano será

PALESTRANTE

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

PIETRO SAMPAIO MENDES

ANP

Diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), onde é servidor de carreira desde 2006 como Especialista em Regulação. Já ocupou cargos de destaque como Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no Ministério de Minas e Energia (MME).
Pietro está à frente de pautas como o “gas release” (medidas para aumentar a oferta de gás), o combate a fraudes no mercado de combustíveis e a aceleração de leilões de petróleo.

Graduado em Química, Pietro tem doutorado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutorado na Beedie School of Business na Simon Fraser University (SFU), no Canadá.

Pietro será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

TIAGO SAMOS SANTOVITO

ABiogás

Tiago Samos Santovito é Diretor-Executivo da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás).
Com mais de 20 anos de experiência no mercado de gás natural, sua carreira é focada em regulação e políticas públicas para biocombustíveis e transição energética.
Antes de liderar a ABiogás, acumulou passagens estratégicas por organizações relevantes como o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás, onde atuou como Gerente de Regulação de Transporte e Distribuição de Gás Natural. Teve, ainda, passagens pela BRASKEM, COMGÁS e General Motors.

Tiago será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

FELIPE SOUZA MARQUES

CIBiogás

Diretor Presidente do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás CIBiogas-ER e Coordenador de Projetos na Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial – UNIDO. É Engenheiro Ambiental (2005) com mais de 15 anos de experiência em projetos de desenvolvimento do biogás e biometano como um produto estratégico e vinculado ao saneamento ambiental. Mestre em Geografia, Meio Ambiente e Desenvolvimento, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Especialista em Elaboração, Análise e Avaliação de Projetos, pela Fundação Getúlio Vargas e Especialista em Gestão Ambiental em Municípios, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Possui Doutorado em Desenvolvimento Regional e Agronegócio. Conta com experiência em docência do ensino superior em cursos de graduação e pós-graduação e concentra suas atividades na área de desenvolvimento regional, biogás/biometano, energia e gestão de projetos.

Felipe será

MODERADOR

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

ANA CAROLINE DE LIMA

CIBiogás

Talyta Viana é engenheira de Energia pela Universidade de Brasília e especialista em Direito de Energia e Negócios do Setor Elétrico pelo CEDIN. Ela atua como coordenadora regulatória, representando a cadeia de biogás e biometano, com o objetivo de ampliar a participação dessas fontes na matriz energética. Sua carreira destaca- se pela atuação sólida na regulação do setor elétrico, especialmente em tarifas de distribuição e transmissão, onde adquiriu experiência em elaborar estudos, projeções tarifárias e estratégias para grandes instituições. Além disso, Talyta tem trabalhado em temas de transição energética, como hidrogênio, mercado de carbono e novas tecnologias, defendendo os interesses da indústria no cenário energético nacional.

Ana Caroline será
MODERADORA
no

Painel 6: Integração do Biogas e Biometano com outros energéticos