14 A 16 DE ABRIL 2026
FOZ DO IGUAÇU-PR

14 A 16 DE ABRIL 2026 | FOZ DO IGUAÇU-PR

Painel 3: Financiamento e fomento de projetos de biogás e ativos ambientais

De um lado, o setor de biogás e biometano ávido por financiamento. Do outro, instituições de fomento e iniciativas de receitas múltiplas buscando projetos em energia renovável. O terceiro debate apresentou caminhos para unir essas pontas e melhorar os resultados dessa negociação

O tema Financiamento e Fomento de Projetos de Biogás e Ativos Ambientais inaugurou o formato de palco dividido, com dois painéis simultâneos, no 5º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano. Em um auditório silencioso, os participantes escolheram – ou alternaram – nos fones de ouvido entre os dois painéis do início da tarde. Moderado por Leidiane Mariani, da Amplum Biogás, o painel do lado direito debateu um dos principais desafios do setor de biogás: o financiamento. A pauta incluiu linhas de crédito, mecanismos de fomento e outras formas de rentabilizar projetos de biogás e biometano.

“Temos fundos de investimento específicos disponíveis no mercado, procurando bons projetos. Tivemos hoje a informação de um fundo que está com R$ 2 bilhões para investir em projetos de biogás. Tivemos a oportunidade de oferecer um projeto de R$ 60 milhões e o investidor não se interessou: era um projeto muito pequeno e ele quer um projeto maior. De R$ 200 milhões para cima”, provocou Rodrigo Sarmento Garcia, da UNIDO | GEF Biogás Brasil, na sua fala. “E existem outros fundos interessados em projetos menores, em pulverização. Estamos discutindo isso com um dos projetos que tivemos oportunidade de apoiar”, completou.

Diante das oportunidades de investimento para projetos em biogás em diversas escalas, Garcia apresentou os obstáculos para aproximar os investidores dos interessados em recursos. Ilustrou que, na negociação, além do integrador, fornecedor da biomassa, comprador, provedor de equipamentos e investidor, sentam à mesa a insegurança sobre o know how do proponente, as expectativas do dono da biomassa, a mensuração de riscos e as incertezas: sobre a capacidade de entrega, manutenção de fornecimento de biomassa, maturidade e grau de inovação tecnológica.

Para Garcia, investir na qualidade dos projetos, na segurança da informação e em cada detalhe que faz um bom projeto é o caminho para ganhar credibilidade na mesa de negociação de investimentos onde o biogás concorre, inclusive, com energia solar, aos olhos do investidor especialmente interessado em rentabilidade e minimização de riscos.

“Estamos com um cenário de sobreoferta de projetos ESG. Um investidor sempre vai olhar para um projeto do ponto de vista de rentabilidade e sustentabilidade. Precisamos de um processo não-elementar de comunicação, de informação de quais são as vantagens que o biogás tem, quais são flexibilidades que ele oferece, qual o mercado promissor que ele tem quando comparado com outra tecnologia que já está disponível e consolidada no mercado”, contextualizou Garcia, que entregou uma lista de sugestões para elaborar boas propostas de investimento, a começar por não presumir nos projetos que informações sejam óbvias.

“Projetos bem estruturados entram no banco com uma vantagem a mais. As chances de aprovação são maiores”, reforçou Paulo Marques, do Banco Regional de Desenvolvimento (BRDE). Marques apresentou as linhas de fomento do BRDE, que atua nos três estados do Sul, mais o Mato Grosso do Sul. Segundo o analista financeiro, o Banco é o maior agente financeiro, na região Sul, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de onde partem 60% dos recursos repassados pelo BRDE; e o maior agente financeiro das linhas de inovação da Finep, sendo canalizador de mais de 50% dos recursos distribuídos no país.

A apresentação mostrou números de investimento do BRDE no setor de energia renovável: mais de R$ 400 milhões de 2017 a 2021, e quase R$ 1 bilhão nos últimos anos, para 757 projetos. E desafiou: “grande parte desse investimento foi para o setor fotovoltaico. Na área de biogás, se chegarmos a 10% desse valor vai ser muito. É um setor onde a gente precisa investir, e o Banco tem recursos para isso.” O baixo percentual foi o centro da primeira pergunta da mediadora aos debatedores. “Chegam menos projetos, têm menor valor, demoram mais, ou chegam com menor qualidade?”, questionou Leidiane. Segundo Marques, a qualidade dos projetos interfere na aprovação de recursos, mas o problema é mais amplo e inclui, em comparação com a energia solar, a falta do mesmo nível de segurança de uma tecnologia consolidada, a complexidade dos projetos, a alta variabilidade de resultados… Em resumo, como salientou Leidiane, a relação entre risco e rentabilidade.

A demanda por amadurecimento tecnológico, conforme Rodrigo Garcia, coloca o setor de biogás e biometano em um patamar vivido pelo setor de energia solar há mais de 10 anos. E enxerga uma aceleração nesse sentido. “O mercado está respondendo, as coisas estão acontecendo. Daqui a dois ou três anos, vamos ver esse crescimento”, pontuou.

Mecanismos de fomento

Gabriel Kropsch, da ABiogás, que dividiu o espaço de fala com Emerson Ribeiro Lourenço, do SEBRAE, contrapôs. “Eu não tenho a menor dúvida de que no setor de biogás a tecnologia está mais do que consolidada porque é a mesma no mundo inteiro. Então, qual é a diferença entre o momento (da energia fotovoltaica) em 2021 com o nosso momento? Nunca houve leilão (de energia elétrica) para a fonte biogás. É um absurdo! Essa é uma diferença fundamental. Isso traz uma questão para o financiamento que é a garantia: o contrato de venda da energia. Um contrato de 20, 30, 35 anos de venda de energia. Você vai com esse contrato no banco e ele está com o teu cheque na hora”, destacou, ressalvando companhias distribuidoras de gás, como a Compagas, com um olhar mais atento ao setor e iniciativas como chamadas para compra, equivalentes, em peso, como garantia para angariar financiamentos.

“Talvez esse seja um setor que nunca tenha olhado para a Fomento Paraná como um possível parceiro”, cogitou Vinicius José Rocha, da instituição paranaense, mais uma alternativa para financiamentos que atende também projetos de pequeno porte e tem linhas especiais, como o Banco da Mulher, com investimentos de ‘R$ 1.000 a R$ 500 mil’. “Muito do crédito que a gente trabalhou nos últimos quatro anos, devido à pandemia, foi para capital de giro, muito pouco pensado para investimento.” E manifestou o esforço da Fomento Paraná em ser parceira na área de biogás e biometano. “Somos repassadores do BNDES. E como repassadores temos as mesmas regras deles. É um desafio nosso estarmos à disposição do setor para termos uma entrada maior.”

Luciano Figueredo, do Instituto Totum, trouxe o tema dos ativos ambientais do biogás: CBIO, GAS-REC e I-REC, soluções que trazem rentabilidade ao setor, além do banco e das instituições de fomento. A proposta de receitas múltiplas também tem potencial para defender a viabilidade de projetos de biogás e biometano. “A ideia é essa: você ser premiado pelo trabalho que faz em relação à transição de energia, pela produção de um gás renovável que pode ser utilizado para geração de calor e em substituição a um combustível fóssil”, explicou Figueiredo, que, durante a apresentação, incluiu os créditos de carbono, uma alternativa mais complexa do que o GAS-REC e o IREC, mas também um ativo que deve impulsionar a rentabilidade do setor.

No debate, Leidiane apontou a iniciativa Sebraetec, uma parceria do Sebrae e da ABiogás, como ponto de convergência entre as falas no painel. Na sua apresentação, Emerson Ribeiro Lourenço, do Sebrae, compartilhou a solução que tem o desafio de dar segurança, eficiência técnica e viabilidade a projetos de biogás, capacitar pessoas e fortalecer os diversos atores da cadeia de biogás e biometano. “Hoje, o Sebrae, dentro do programa Sebraetec, tem um recurso de aproximadamente R$ 350 milhões. Desse recurso, menos de 1% é voltado para o setor de energia. Porque não temos uma quantidade grande de fornecedores. Muitas vezes, o empreendedor não vê a área de energia como um potencial modelo de negócio ou uma possibilidade de reduzir custos no produto final. Nós, do Sebrae, queremos expandir fornecedores, aproximar esse programa dos pequenos negócios e dos grandes empresários também, porque eles podem ser fomentadores de desenvolvimento. E isso pode, efetivamente, transformar a realidade.”

Patrocinador DIAMANTE: Compagas
Patrocinador MASTER: Itaipu Binacional
Patrocinador OURO: Scania

Foto: Roberto Lemos

Realização

RAFAEL

LAMASTRA JR

Market Consultoria

Sócio/consultor na Market Consultoria. Lamastra Jr. tem formação em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e especialização em Negócios por instituições como Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Esade Business School, de Barcelona. 
Com mais de 35 anos de experiência em gestão empresarial, é uma das lideranças mais influentes no setor de energia e gás natural no Brasil, tendo ocupado o cargo de Diretor-Presidente da Compagas.
Lamastra JR é presidente do Conselho de Administração do CIBiogás. Sua trajetória ainda  inclui posições de liderança como vice-presidente do Comitê de Mercados de Gás da International Gas Union (IGU) e conselheiro da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

Lamastra JR será

MODERADOR

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

EUDIS

FURTADO

Compagas

CEO da Compagas (Companhia Paranaense de Gás). Eudis tem vasta experiência no setor de infraestrutura e logística. Além do cargo de diretor da Compagás, foi Vice-Presidente Comercial e de Desenvolvimento de Negócios na Rumo, a maior operadora ferroviária do Brasil. Lidera projetos com foco em governança, desenvolvimento de novos negócios e eficiência operacional no setor de energia e logística. Sua atuação está focada também na  distribuição de gás canalizado no Paraná; em transição energética e biometano e em eficiência operacional.

Eudis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

MARCELO

MENDONÇA

ABEGÁS

Presidente Executivo e Diretor Técnico-Comercial da Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado).
Marcelo tem uma trajetória de destaque no setor de energia, com atuação consolidada na promoção do gás natural e biometano como vetores da transição energética no Brasil. Possui vasta experiência na defesa de pautas técnicas e regulatórias do setor de gás natural, atuando em comitês estratégicos como o Grupo de Trabalho do Programa Gás para Empregar do Ministério de Minas e Energia.
Na Abegás, também atuou como Diretor de Estratégia e Mercado.

Marcelo será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

BERNHARD DROSG

Task 37 | BEST | BOKU

Líder Internacional da Task 37 do Programa de Colaboração Tecnológica (TCP) da IEA Bioenergy. O austríaco é pesquisador e professor da BOKU University, na área de biotecnologia ambiental, com foco em biogás e tecnologias sustentáveis. Atua na gerência de Tecnologias Bioquímicas no centro de competência BEST – Bioenergy and Sustainable Technologies.
Bernhard taambém atua na supervisão de teses de doutorado e mestrado focadas em fixação biológica de CO2 e sistemas metanogênicos.

Bernhard será

PALESTRANTE

no

PAINEL 5 | O negócio dos Substratos e as Culturas Energéticas

RODRIGO REGIS GALVÃO

CEPEL

Diretor de Novos Negócios e Sustentabilidade no CEPEL (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica), Rodrigo Regis é engenheiro elétrico, mestre em Engenharia de Sistemas, doutor em Economia e com especialização em Inovação Empresarial. Especialista em transição energética, inovação e planejamento estratégico, possui mais de 15 anos de experiência no setor de energia e infraestrutura. Ocupou cargos de liderança como diretor na Alvarez & Marsal, Diretor de Negócios e Inovação no Parque Tecnológico Itaipu e Presidente do CIBiogás. Rodrigo Regis atuou em planos nacionais e estaduais de energia, biogás e hidrogênio, estratégias de investimento para grandes empresas e iniciativas internacionais no Chile e Mercosul. 

Rodrigo Regis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

ANDRÉ PEPITONE

ITAIPU Binacional

Diretor Financeiro Executivo da Itaipu Binacional André é servidor de carreira da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), onde atuou por mais de 20 anos, inclusive como Diretor-Geral.

Engenheiro Civil (UnB), André tem pós-graduação lato sensu pela UnB e MBA em Teoria e Operação de uma Economia Nacional Moderna, na George Washington University (GWU).

Além da Itaipu e ANEEL, André contribuiu como vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR) e presidente da Associação Ibero-Americana de Entidades Reguladoras da Energia (ARIAE)

André será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

SANDRO NELSON VIEIRA

SUPEN

Engenheiro Eletricista, Eletrônico e Telecomunicação (UFPR), com Mestrado em Administração da Produção (UFRGS) e Especializações em Transição Energética (PUC-PR), Gestão (Business School FAE) e Inovação e Governança. Atualmente Sandro é Superintendente-Geral de Gestão Energética (Supen) no Governo do Estado do Paraná, vinculado à Secretaria do Planejamento. Com sólida trajetória no setor de energia, tecnologia e inovação, atuou como diretor de negócios Latam da Enline Transmission, diretor de negócios da Nouvenn IoT e CEO da Smartgreen Tecnologia, com foco em cidades inteligentes e smart energy/grid. Também foi diretor presidente do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade e superintendente corporativo do Sistema FIEP (Senai, Sesi, Fiel, IEL). 

Sandro será

MODERADOR

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

RODRIGO
BECEGATO

SEIC – PR

Assessor técnico da SEIC PR, Rodrigo atua como o responsável pelo Programa de Descarbonização de Frotas do Estado do Paraná, que tem como foco a substituição progressiva do diesel pelo biometano, criando condições mercado adequadas e auxiliando as regiões do Estado a constituírem os arranjos produtivos locais. Rodrigo lidera levantamentos sobre setores prioritários da economia paranaense para atrair investimentos nacionais e internacionais.
Rodrigo tem experiência na área de sustentabilidade e engenharia, com atuação destacada em gestão de políticas públicas no estado do Paraná.
Atua no desenvolvimento e execução de políticas públicas, com foco em gestão de resíduos sólidos, descarbonização e infraestrutura sustentável.
É graduado em Engenharia Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Londrina.

Rodrigo será

MODERADOR

no

PAINEL 3 | Mobilidade a Biometano

MANUELA LARANJEIRA KAYATH

MDC | ABiogás

Manuela é Presidente do Conselho de Administração da MDC Energia, onde atuou como Diretora Presidente por cinco anos, liderando a companhia no mercado de biogás e biometano. É vice Presidente do Conselho de Administração da Abiogas.
Graduada em Administração de Empresas (FGV), com formação Owner/President Management (OPM) da Harvard Business School, Manuela tem larga experiência no mercado financeiro, com passagens por bancos de investimento e fundos em São Paulo e Nova York. 
Sua atuação recente é focada em transição energética e sustentabilidade, sendo uma voz ativa em eventos do setor como a COP30 e fóruns sobre biometano e ESG.

Manuela será

DEBATEDORA

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

LUIS FELIPE POLI

Petrobras

Formado em Engenharia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luis Felipe atua há mais de 23 anos na Petrobras. Ao longo de sua trajetória na estatal, ele ocupou diversas funções técnicas e de gestão, com destaque para sua atuação nas áreas de Gás e Energia e Produção.

Atua como gerente na Petrobras, sediado no Rio de Janeiro. Recentemente, tem estado à frente de iniciativas voltadas para a transição energética, como biometano, armazenamento de energia e leilões do setor elétrico.

Luis Felipe será

DEBATEDOR

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

LUCIANO
FIGUEREDO

Instituto Totum

Formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos, Luciano Figueredo tem mais de 12 anos de experiência na Gerência de Programas Setoriais de Autorregulação e Selos de Qualidade pelo Instituto Totum, englobando iniciativas de qualidade e sustentabilidade nos seguintes segmentos: energia, alimentos e bebidas, sistemas eletrônicos de segurança, gerenciamento de riscos em transportes, dentre outros.

Fernando também está à frente de iniciativas como o GAS-REC, um sistema de certificação e rastreabilidade para biogás e biometano. É Engenheiro e Mestre em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP.

Luciano será

PALESTRANTE

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

PIETRO SAMPAIO MENDES

ANP

Diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), onde é servidor de carreira desde 2006 como Especialista em Regulação. Já ocupou cargos de destaque como Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no Ministério de Minas e Energia (MME).
Felipe está à frente de pautas como o “gas release” (medidas para aumentar a oferta de gás), o combate a fraudes no mercado de combustíveis e a aceleração de leilões de petróleo.

Graduado em Química, Pietro tem doutorado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutorado na Beedie School of Business na Simon Fraser University (SFU), no Canadá.

Pietro será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

TIAGO SAMOS SANTOVITO

ABiogás

Tiago Samos Santovito é Diretor-Executivo da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás).
Com mais de 20 anos de experiência no mercado de gás natural, sua carreira é focada em regulação e políticas públicas para biocombustíveis e transição energética.
Antes de liderar a ABiogás, acumulou passagens estratégicas por organizações relevantes como o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás, onde atuou como Gerente de Regulação de Transporte e Distribuição de Gás Natural. Teve, ainda, passagens pela BRASKEM, COMGÁS e General Motors.

Tiago será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

FELIPE SOUZA MARQUES

CIBiogás

Diretor Presidente do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás CIBiogas-ER e Coordenador de Projetos na Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial – UNIDO. É Engenheiro Ambiental (2005) com mais de 15 anos de experiência em projetos de desenvolvimento do biogás e biometano como um produto estratégico e vinculado ao saneamento ambiental. Mestre em Geografia, Meio Ambiente e Desenvolvimento, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Especialista em Elaboração, Análise e Avaliação de Projetos, pela Fundação Getúlio Vargas e Especialista em Gestão Ambiental em Municípios, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Possui Doutorado em Desenvolvimento Regional e Agronegócio. Conta com experiência em docência do ensino superior em cursos de graduação e pós-graduação e concentra suas atividades na área de desenvolvimento regional, biogás/biometano, energia e gestão de projetos.

Felipe será

MODERADOR

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

ANA CAROLINE DE LIMA

CIBiogás

Talyta Viana é engenheira de Energia pela Universidade de Brasília e especialista em Direito de Energia e Negócios do Setor Elétrico pelo CEDIN. Ela atua como coordenadora regulatória, representando a cadeia de biogás e biometano, com o objetivo de ampliar a participação dessas fontes na matriz energética. Sua carreira destaca- se pela atuação sólida na regulação do setor elétrico, especialmente em tarifas de distribuição e transmissão, onde adquiriu experiência em elaborar estudos, projeções tarifárias e estratégias para grandes instituições. Além disso, Talyta tem trabalhado em temas de transição energética, como hidrogênio, mercado de carbono e novas tecnologias, defendendo os interesses da indústria no cenário energético nacional.

Ana Caroline será
MODERADORA
no

Painel 6: Integração do Biogas e Biometano com outros energéticos