14 A 16 DE ABRIL 2026
FOZ DO IGUAÇU-PR

14 A 16 DE ABRIL 2026 | FOZ DO IGUAÇU-PR

Painel 10 – Biogás bem feito

O décimo e último painel apresentado no  6º Fórum Sul Brasileiro Biogás e Biometano teve como tema “Biogás bem feito”. Moderado pelo representante da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Gustavo Ramos, o painel contou com os palestrantes Cristiane Augusto Chelles Iglesias, doutora em Tecnologia e Processos Químicos e representante do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e Odorico Konrad, doutor em Engenharia Ambiental e Sanitária, coordenador do Centro de Pesquisas em Energias e Tecnologias Sustentáveis (CPETS) do Parque Científico e Tecnológico do Vale do Taquari (Tecnovates), da Universidade do Vale do Taquari (Univates).

Além dos palestrantes, estiveram presentes os debatedores Felipe Marques, diretor de Desenvolvimento Tecnológico no Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás); Ricardo Steinmetz, doutor em Engenharia Química e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); e Suelen Paesi, doutora em Ciências Biológicas e professora titular da Universidade de Caxias do Sul (UCS).

Gargalos, potencialidades e oportunidades foram debatidos neste último painel, apontando como cada esfera da cadeia produtiva pode contribuir ainda mais para o desenvolvimento deste mercado. “No último painel, representantes das instituições realizadoras do Fórum estão presentes. Vamos pegar todos os aspectos, desde obtenção de dados, processos relacionados com a produção até o produto final. Normalização, certificação e passando por toda a cadeia de valor do biogás e fazer um apanhado do que foi discutido nesses dois dias de Fórum”, salientou o mediador, Gustavo Ramos.

Qualidade e regulação

Cristiane Iglesias iniciou sua apresentação sobre “Relação entre qualidade e a regulação normativa do gás: Insights do estudo comparativo organizado pelo Inmetro para biometano”, falando sobre técnicas analíticas utilizadas pelo Instituto. Ela palestrou de forma on-line.

Sendo uma autarquia federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Inmetro atua para garantir a infraestrutura da qualidade para produtos e serviços, com avaliação da conformidade, seja voluntária ou compulsória. “A missão é ser um órgão que provê o padrão certo das medições no Brasil para aumentar a confiabilidade em produtos e serviços”, afirmou Cristiane, ressaltando os cinco principais pilares que compõem a infraestrutura de qualidade: metrologia, normalização, acreditação, avaliação da conformidade e supervisão de mercado.

Para a palestrante, é importante que haja uma rastreabilidade aos padrões de referência. “O Inmetro foi responsável por coordenar o estudo colaborativo de comparações técnicas analíticas usadas na determinação da composição do biometano. Desta forma, buscamos a validação do método, a garantia da rastreabilidade metrológica e comparação de técnicas. Isso ajuda para iniciar a discussão de alternativas para a produção mais segura”, pontuou.

Evolução e pesquisa

De acordo com o professor da Univates Odorico Konrad, o biogás brasileiro tem crescido de forma exponencial, especialmente nos últimos oito anos. Em sua palestra “Boas práticas na formulação de projetos e operação de plantas”, iniciou com a pergunta “o que é biogás?”, cuja resposta é tão simples quanto imensurável: “vida”. “Quando falamos em outras energias renováveis, como fotovoltaica e hidráulica, aqui temos vida. A nossa fonte de matéria-prima é viva. Então é preciso entender e avaliar o substrato, e o setor produtivo não tem tempo para fazer isso, a dinâmica é mais forte. E a nossa responsabilidade, como academia, é essa”, afirmou.

Para Konrad, é necessário entender os substratos na escala de micro para macro para que as pesquisas possam evoluir. “Não pensem que a vida na universidade são só artigos. Temos também que ‘meter a mão’ nos resíduos e entendê-los. Temos que entender os substratos para poder indicar boas práticas. No processo de produção do biogás, independente da situação que esteja, é preciso entender como tudo funciona”, exemplificou.

Esta opinião vem ao encontro com a da professora da UCS, Suelen Paesi, que afirmou ver barreira de linguagem entre o setor produtivo e o acadêmico. “Há uma dificuldade em estabelecer uma conexão com o empresário, porque ele tem uma expectativa e acha a academia muito lenta, enquanto a academia pensa que o empresário não entende o que ela faz”, explanou.

Segundo Paesi, é necessário compreender o tempo de cada etapa e entender o lado de cada moeda. “Nós não estamos repetindo conhecimento, estamos produzindo conhecimento. Então o tempo é diferente. É desenvolver um conhecimento inovador, que ainda não existe. Mas precisamos entender na academia que o setor produtivo precisa de uma resposta imediata. E ainda não temos tudo”, assegurou a professora, sugerindo que a solução para este dilema pode estar em alinhar as linguagens e fazer entregas menores em projetos grandes, satisfazendo ambos os lados. 

Desenvolvimento tecnológico e mercadológico

Felipe Marques, representante da CIBiogás, informou que a instituição, mesmo sem fins lucrativos, é orientada pelo negócio. Ele contou que, há dois anos, foi criado o Biogás Clube, para facilitar o networking de empresas que estão buscando negócios dentro do biogás.

“Além do desafio técnico, existe um desafio de mercado que precisa de um esforço específico. Porque se você pega uma planta de biogás que só produz energia elétrica, ela está fazendo 30% do que poderia realizar. É muito importante diversificar e explicar para o mercado as diversas oportunidades que você tem de valorização da sua planta de biogás”, disse.

Entretanto, conforme Marques, somente o investimento em tecnologia não resolve o problema na planta. “É preciso entender com o que se está lidando e respeitar o processo. O importante é trazer velocidade e informações ao mercado. Um trabalho concomitante precisa ser feito, pois o mercado precisa que alguém tome riscos por ele”, concluiu.

O pesquisador da Embrapa, Ricardo Steinmetz, destacou a necessidade de ter métricas e metas como forma de medir a evolução. “Precisamos saber o quanto crescemos, o quanto estagnamos e para onde estamos indo. O biogás bem feito é quando conseguimos chegar ao que colocamos como meta”, enfatizou. 

Durante sua fala no debate, Steinmetz concordou que é preciso um olhar mais apurado para a pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para a produção de biogás. “Olhando para o produto biometano, temos trabalhado muito forte na parte de processos e estudo colaborativo na área de substratos. Não adianta olhar para todo o projeto e negligenciar o substrato. Que as empresas possam nos procurar para ter auxílio no desenvolvimento tecnológico, essa é a nossa missão, e espero que isso se perpetue e possamos evoluir juntos”, finalizou.

O 6º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano é realizado por instituições dos três estados do Sul do país: Embrapa Suínos e Aves (SC), Centro Internacional de Energias Renováveis – CIBiogás (PR) e Universidade de Caxias do Sul (UCS), e organizado pela Sociedade Brasileira de Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (Sbera).

Patrocínio MASTER: Grupo Cetric, Itaipu Binacional e SCGÁS

Patrocínio OURO: Compagas, Ecogen, Galileo Technologies, MDC, (re)energisa, Retzem, Sanepar e UBE.

Foto: UQ Eventos

Realização

RAFAEL

LAMASTRA JR

Market Consultoria

Sócio/consultor na Market Consultoria. Lamastra Jr. tem formação em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e especialização em Negócios por instituições como Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Esade Business School, de Barcelona. 
Com mais de 35 anos de experiência em gestão empresarial, é uma das lideranças mais influentes no setor de energia e gás natural no Brasil, tendo ocupado o cargo de Diretor-Presidente da Compagas.
Lamastra JR é presidente do Conselho de Administração do CIBiogás. Sua trajetória ainda  inclui posições de liderança como vice-presidente do Comitê de Mercados de Gás da International Gas Union (IGU) e conselheiro da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

Lamastra JR será

MODERADOR

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

EUDIS

FURTADO

Compagas

CEO da Compagas (Companhia Paranaense de Gás). Eudis tem vasta experiência no setor de infraestrutura e logística. Além do cargo de diretor da Compagás, foi Vice-Presidente Comercial e de Desenvolvimento de Negócios na Rumo, a maior operadora ferroviária do Brasil. Lidera projetos com foco em governança, desenvolvimento de novos negócios e eficiência operacional no setor de energia e logística. Sua atuação está focada também na  distribuição de gás canalizado no Paraná; em transição energética e biometano e em eficiência operacional.

Eudis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

MARCELO

MENDONÇA

ABEGÁS

Presidente Executivo e Diretor Técnico-Comercial da Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado).
Marcelo tem uma trajetória de destaque no setor de energia, com atuação consolidada na promoção do gás natural e biometano como vetores da transição energética no Brasil. Possui vasta experiência na defesa de pautas técnicas e regulatórias do setor de gás natural, atuando em comitês estratégicos como o Grupo de Trabalho do Programa Gás para Empregar do Ministério de Minas e Energia.
Na Abegás, também atuou como Diretor de Estratégia e Mercado.

Marcelo será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

BERNHARD DROSG

Task 37 | BEST | BOKU

Líder Internacional da Task 37 do Programa de Colaboração Tecnológica (TCP) da IEA Bioenergy. O austríaco é pesquisador e professor da BOKU University, na área de biotecnologia ambiental, com foco em biogás e tecnologias sustentáveis. Atua na gerência de Tecnologias Bioquímicas no centro de competência BEST – Bioenergy and Sustainable Technologies.
Bernhard taambém atua na supervisão de teses de doutorado e mestrado focadas em fixação biológica de CO2 e sistemas metanogênicos.

Bernhard será

PALESTRANTE

no

PAINEL 5 | O negócio dos Substratos e as Culturas Energéticas

RODRIGO REGIS GALVÃO

CEPEL

Diretor de Novos Negócios e Sustentabilidade no CEPEL (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica), Rodrigo Regis é engenheiro elétrico, mestre em Engenharia de Sistemas, doutor em Economia e com especialização em Inovação Empresarial. Especialista em transição energética, inovação e planejamento estratégico, possui mais de 15 anos de experiência no setor de energia e infraestrutura. Ocupou cargos de liderança como diretor na Alvarez & Marsal, Diretor de Negócios e Inovação no Parque Tecnológico Itaipu e Presidente do CIBiogás. Rodrigo Regis atuou em planos nacionais e estaduais de energia, biogás e hidrogênio, estratégias de investimento para grandes empresas e iniciativas internacionais no Chile e Mercosul. 

Rodrigo Regis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

ANDRÉ PEPITONE

ITAIPU Binacional

Diretor Financeiro Executivo da Itaipu Binacional André é servidor de carreira da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), onde atuou por mais de 20 anos, inclusive como Diretor-Geral.

Engenheiro Civil (UnB), André tem pós-graduação lato sensu pela UnB e MBA em Teoria e Operação de uma Economia Nacional Moderna, na George Washington University (GWU).

Além da Itaipu e ANEEL, André contribuiu como vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR) e presidente da Associação Ibero-Americana de Entidades Reguladoras da Energia (ARIAE)

André será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

SANDRO NELSON VIEIRA

SUPEN

Engenheiro Eletricista, Eletrônico e Telecomunicação (UFPR), com Mestrado em Administração da Produção (UFRGS) e Especializações em Transição Energética (PUC-PR), Gestão (Business School FAE) e Inovação e Governança. Atualmente Sandro é Superintendente-Geral de Gestão Energética (Supen) no Governo do Estado do Paraná, vinculado à Secretaria do Planejamento. Com sólida trajetória no setor de energia, tecnologia e inovação, atuou como diretor de negócios Latam da Enline Transmission, diretor de negócios da Nouvenn IoT e CEO da Smartgreen Tecnologia, com foco em cidades inteligentes e smart energy/grid. Também foi diretor presidente do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade e superintendente corporativo do Sistema FIEP (Senai, Sesi, Fiel, IEL). 

Sandro será

MODERADOR

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

RODRIGO
BECEGATO

SEIC – PR

Assessor técnico da SEIC PR, Rodrigo atua como o responsável pelo Programa de Descarbonização de Frotas do Estado do Paraná, que tem como foco a substituição progressiva do diesel pelo biometano, criando condições mercado adequadas e auxiliando as regiões do Estado a constituírem os arranjos produtivos locais. Rodrigo lidera levantamentos sobre setores prioritários da economia paranaense para atrair investimentos nacionais e internacionais.
Rodrigo tem experiência na área de sustentabilidade e engenharia, com atuação destacada em gestão de políticas públicas no estado do Paraná.
Atua no desenvolvimento e execução de políticas públicas, com foco em gestão de resíduos sólidos, descarbonização e infraestrutura sustentável.
É graduado em Engenharia Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Londrina.

Rodrigo será

MODERADOR

no

PAINEL 3 | Mobilidade a Biometano

MANUELA LARANGEIRA KAYATH

MDC Energia | ABiogás

Manuela Kayath é Presidente do Conselho de Administração da MDC Energia, empresa pioneira no segmento de biometano, e Vice-Presidente do Conselho de Administração da Abiogás. Graduada em Administração de Empresas (FGV) e com diploma da Harvard Business School no President Management Program (OPM), Manuela possui vasta experiência setor de biogás e biometano, além de ter atuado no mercado financeiro, com passagens por bancos de investimento e fundos em São Paulo e Nova York. Seus trabalhos recentes têm sido focados em transição energética e sustentabilidade, sendo uma voz ativa em eventos de peso, como a COP30 e fóruns sobre biometano e ESG.

Manuela será

DEBATEDORA

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

LUIS FELIPE POLI

Petrobras

Formado em Engenharia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luis Felipe atua há mais de 23 anos na Petrobras. Ao longo de sua trajetória na estatal, ele ocupou diversas funções técnicas e de gestão, com destaque para sua atuação nas áreas de Gás e Energia e Produção.

Atua como gerente na Petrobras, sediado no Rio de Janeiro. Recentemente, tem estado à frente de iniciativas voltadas para a transição energética, como biometano, armazenamento de energia e leilões do setor elétrico.

Luis Felipe será

DEBATEDOR

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

LUCIANO
FIGUEREDO

Instituto Totum

Formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos, Luciano Figueredo tem mais de 12 anos de experiência na Gerência de Programas Setoriais de Autorregulação e Selos de Qualidade pelo Instituto Totum, englobando iniciativas de qualidade e sustentabilidade nos seguintes segmentos: energia, alimentos e bebidas, sistemas eletrônicos de segurança, gerenciamento de riscos em transportes, dentre outros.

Fernando também está à frente de iniciativas como o GAS-REC, um sistema de certificação e rastreabilidade para biogás e biometano. É Engenheiro e Mestre em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP.

Luciano será

PALESTRANTE

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

PIETRO SAMPAIO MENDES

ANP

Diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), onde é servidor de carreira desde 2006 como Especialista em Regulação. Já ocupou cargos de destaque como Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no Ministério de Minas e Energia (MME).
Pietro está à frente de pautas como o “gas release” (medidas para aumentar a oferta de gás), o combate a fraudes no mercado de combustíveis e a aceleração de leilões de petróleo.

Graduado em Química, Pietro tem doutorado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutorado na Beedie School of Business na Simon Fraser University (SFU), no Canadá.

Pietro será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

TIAGO SAMOS SANTOVITO

ABiogás

Tiago Samos Santovito é Diretor-Executivo da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás).
Com mais de 20 anos de experiência no mercado de gás natural, sua carreira é focada em regulação e políticas públicas para biocombustíveis e transição energética.
Antes de liderar a ABiogás, acumulou passagens estratégicas por organizações relevantes como o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás, onde atuou como Gerente de Regulação de Transporte e Distribuição de Gás Natural. Teve, ainda, passagens pela BRASKEM, COMGÁS e General Motors.

Tiago será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

FELIPE SOUZA MARQUES

CIBiogás

Diretor Presidente do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás CIBiogas-ER e Coordenador de Projetos na Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial – UNIDO. É Engenheiro Ambiental (2005) com mais de 15 anos de experiência em projetos de desenvolvimento do biogás e biometano como um produto estratégico e vinculado ao saneamento ambiental. Mestre em Geografia, Meio Ambiente e Desenvolvimento, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Especialista em Elaboração, Análise e Avaliação de Projetos, pela Fundação Getúlio Vargas e Especialista em Gestão Ambiental em Municípios, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Possui Doutorado em Desenvolvimento Regional e Agronegócio. Conta com experiência em docência do ensino superior em cursos de graduação e pós-graduação e concentra suas atividades na área de desenvolvimento regional, biogás/biometano, energia e gestão de projetos.

Felipe será

MODERADOR

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

ANA CAROLINE DE LIMA

CIBiogás

Talyta Viana é engenheira de Energia pela Universidade de Brasília e especialista em Direito de Energia e Negócios do Setor Elétrico pelo CEDIN. Ela atua como coordenadora regulatória, representando a cadeia de biogás e biometano, com o objetivo de ampliar a participação dessas fontes na matriz energética. Sua carreira destaca- se pela atuação sólida na regulação do setor elétrico, especialmente em tarifas de distribuição e transmissão, onde adquiriu experiência em elaborar estudos, projeções tarifárias e estratégias para grandes instituições. Além disso, Talyta tem trabalhado em temas de transição energética, como hidrogênio, mercado de carbono e novas tecnologias, defendendo os interesses da indústria no cenário energético nacional.

Ana Caroline será
MODERADORA
no

Painel 6: Integração do Biogas e Biometano com outros energéticos