14 A 16 DE ABRIL 2026
FOZ DO IGUAÇU-PR

14 A 16 DE ABRIL 2026 | FOZ DO IGUAÇU-PR

Painel 7 – Capacitações técnicas e mercado de trabalho

O sétimo painel do 6º Fórum Sul Brasileiro Biogás e Biometano abordou “Capacitações Técnicas e Mercado de Trabalho”, sendo moderado pela professora e pesquisadora Flaviane Magrini, que atua no Laboratório de Diagnóstico Molecular da Universidade de Caxias do Sul (UCS). A palestra foi de Bruno Casagranda Neves, representante da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido), coordenador do Projeto GEF Biogás Brasil.

Os debatedores foram Thiago Edwiges, pós-doutor em Engenharia Agrícola e professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR); Enio Alberto Parmeggiani, administrador e analista técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); e Tiago Palladino, doutor em Genética e representante do Instituto Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Inovação.

“O setor do biogás tem potencial para gerar mais de 800 mil empregos”, afirmou Bruno Casagranda Neves, que palestrou sobre “Mercado de trabalho da Região Sul”. A informação foi retirada do projeto GEF Biogás Brasil, liderado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTIC) e implementado pela ONU, do qual Neves participou.

Quando se iniciou o projeto, os participantes buscaram entender melhor como essa cadeia funcionava. “Desenvolvemos um roadmap tecnológico, que aponta as principais etapas no processo da cadeia de valor do biogás, e onde se inserem o serviço e as tecnologias. Estamos falando de setores variados, como metalmecânico, controle e automação e muitos outros. É um conjunto de rotas em desenvolvimento, mas já percebemos a quantidade de profissionais que precisamos movimentar”, destacou Neves.

Necessidade de profissionais à cadeia do biogás

Na região Sul do Brasil, a partir de dados de 2018, havia 7.261 empregos ligados à cadeia do biogás, e há um potencial de gerar 200 mil empregos, reduzindo 120 milhões de toneladas de emissão de gás carbônico (CO2). No Brasil, o potencial é de mais de 800 mil pessoas com atividade econômica ligada ao biogás. “E o principal: estamos gerando esses empregos por meio de uma redução de 600 milhões de toneladas de emissão de CO2”, afirmou o palestrante.

Segundo Neves, o projeto também teve foco em capacitação, com criação de trilha e criação de três cursos ministrados pelo CIBiogás. A partir destes, foram certificadas cerca de 2 mil pessoas, e há uma demanda gigantesca por capacitação. “Projetos de plantas de biogás precisam se comunicar, é necessário liderança, que alguém coordene do início ao fim. Precisa ser alguém que se integra a um processo de solução ambiental e energética”, afirmou.

Conhecimento científico

O professor da UTFPR, Thiago Edwiges, entrou para o setor há 15 anos, quando, segundo ele, era preciso traduzir literatura inglesa sobre o assunto. “Começamos com substratos muito fáceis, dejetos suínos e microrganismos simples. Hoje, temos substratos mais complexos, como bagaço de cana de açúcar. Utilizando o conhecimento científico gerado, conseguimos transformar isso em biogás”, afirmou.

O conhecimento científico, de acordo com Edwiges, é a grande contribuição da universidade para o setor. “Para produzir biogás, não é necessária a academia. Mas se você quer otimizar a produção, reduzir mais emissões de poluentes, a academia é fundamental”, destacou.

Para o palestrante, houve uma revolução nos últimos 15 anos, pois, ao longo deste tempo, profissionais de áreas distintas da universidade envolveram-se com a cadeia do biogás, desde estudantes e depois profissionais de Direito, Marketing, Bioelétrica, entre outros. “Hoje conectamos redes pelo Brasil todo, comparamos metodologias, resultados, e melhoramos nossos processos. Então, o que acontecerá nos próximos 15 anos? Este é o papel da universidade: caminhar junto com o setor produtivo, gerar conhecimento”, finalizou.

Capacitações e apoio técnico

O administrador Enio Alberto Parmeggiani, analista técnico do Sebrae, explicou que o papel da instituição é de apoio a micro e pequena empresa também do setor de biogás e biometano. “Temos condições de apoiar os produtores desde o setor primário, e mesmo que este já tenha aparato de equipamentos, esses produtores precisam de serviços neste primeiro nível. E para as indústrias vislumbramos as grandes oportunidades de aproveitamento dos resíduos e produtos que podem ser gerados”, resumiu.

Para realizar este trabalho, Parmeggiani destaca que o Sebrae está sempre à procura de profissionais que possam prestar o serviço necessário. “Há alguns anos, dependíamos de profissionais de outros países, atualmente não temos dúvidas da capacidade dessa cadeia. Há demanda significativa por empresas que possam fornecer serviços para dar suporte aos produtores. 

“É só pensarmos em quantas propriedades temos no município e quanto cada uma gera de gases. Então, qual a dimensão de espaço para nossas startups, nossos profissionais para atender esses produtores? Além da empregabilidade, da mitigação dos gases, temos uma elevação da competitividade das cadeias de produção”, disse.

Aumento de competitividade

Por fim, Tiago Palladino, do Instituto Senai de Inovação, destacou que a missão do Senai é aumentar a competitividade da indústria com base em três pilares: educação, tecnologia e inovação. O primeiro pilar oferece programas como Jovem Aprendiz, no qual pessoas de 14 a 24 anos têm acesso a emprego e capacitação; também oferta cursos de Formação Inicial e Continuada, e cursos técnicos gratuitos de diferentes áreas, como Química, Metalmecânica, Programação e outros. “E o que é pensado antes de desenvolver estes cursos? Chamamos a indústria, que participa de um comitê, e validamos a grade curricular com eles. E 60% das aulas são práticas, o que motiva mais os alunos”, destacou Palladino.

Para o segundo pilar, o tecnológico, o Senai dispõe de serviços. “Apoiamos a indústria de capacitações de NBRs, ensaios creditados, entre outros”, mencionou.  E o terceiro pilar, a parte de inovação, é foco do Senai há cerca de 10 anos. “Houve um movimento para criar os Institutos Senai de Inovação. Trata-se de uma rede no país inteiro, assim o Senai consegue fomentar e executar a inovação. E nesse processo precisamos de bolsistas e profissionais especialmente para fazer o contato com a indústria, por exemplo. É esta capilaridade de forma orquestrada que permite capacitar tantas pessoas no país todo”, concluiu.

O 6º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano é realizado por instituições dos três estados do Sul do país: Embrapa Suínos e Aves (SC), Centro Internacional de Energias Renováveis – CIBiogás (PR) e Universidade de Caxias do Sul (UCS), e organizado pela Sociedade Brasileira de Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (Sbera).

Patrocínio MASTER: Grupo Cetric, Itaipu Binacional e SCGÁS

Patrocínio OURO: Compagas, Ecogen, Galileo Technologies, MDC, (re)energisa, Retzem, Sanepar e UBE.

 

Fotos: UQ Eventos

Realização

RAFAEL

LAMASTRA JR

Market Consultoria

Sócio/consultor na Market Consultoria. Lamastra Jr. tem formação em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e especialização em Negócios por instituições como Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Esade Business School, de Barcelona. 
Com mais de 35 anos de experiência em gestão empresarial, é uma das lideranças mais influentes no setor de energia e gás natural no Brasil, tendo ocupado o cargo de Diretor-Presidente da Compagas.
Lamastra JR é presidente do Conselho de Administração do CIBiogás. Sua trajetória ainda  inclui posições de liderança como vice-presidente do Comitê de Mercados de Gás da International Gas Union (IGU) e conselheiro da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

Lamastra JR será

MODERADOR

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

EUDIS

FURTADO

Compagas

CEO da Compagas (Companhia Paranaense de Gás). Eudis tem vasta experiência no setor de infraestrutura e logística. Além do cargo de diretor da Compagás, foi Vice-Presidente Comercial e de Desenvolvimento de Negócios na Rumo, a maior operadora ferroviária do Brasil. Lidera projetos com foco em governança, desenvolvimento de novos negócios e eficiência operacional no setor de energia e logística. Sua atuação está focada também na  distribuição de gás canalizado no Paraná; em transição energética e biometano e em eficiência operacional.

Eudis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

MARCELO

MENDONÇA

ABEGÁS

Presidente Executivo e Diretor Técnico-Comercial da Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado).
Marcelo tem uma trajetória de destaque no setor de energia, com atuação consolidada na promoção do gás natural e biometano como vetores da transição energética no Brasil. Possui vasta experiência na defesa de pautas técnicas e regulatórias do setor de gás natural, atuando em comitês estratégicos como o Grupo de Trabalho do Programa Gás para Empregar do Ministério de Minas e Energia.
Na Abegás, também atuou como Diretor de Estratégia e Mercado.

Marcelo será

PALESTRANTE

no

PAINEL 8 | Biometano + Gás Natural

BERNHARD DROSG

Task 37 | BEST | BOKU

Líder Internacional da Task 37 do Programa de Colaboração Tecnológica (TCP) da IEA Bioenergy. O austríaco é pesquisador e professor da BOKU University, na área de biotecnologia ambiental, com foco em biogás e tecnologias sustentáveis. Atua na gerência de Tecnologias Bioquímicas no centro de competência BEST – Bioenergy and Sustainable Technologies.
Bernhard taambém atua na supervisão de teses de doutorado e mestrado focadas em fixação biológica de CO2 e sistemas metanogênicos.

Bernhard será

PALESTRANTE

no

PAINEL 5 | O negócio dos Substratos e as Culturas Energéticas

RODRIGO REGIS GALVÃO

CEPEL

Diretor de Novos Negócios e Sustentabilidade no CEPEL (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica), Rodrigo Regis é engenheiro elétrico, mestre em Engenharia de Sistemas, doutor em Economia e com especialização em Inovação Empresarial. Especialista em transição energética, inovação e planejamento estratégico, possui mais de 15 anos de experiência no setor de energia e infraestrutura. Ocupou cargos de liderança como diretor na Alvarez & Marsal, Diretor de Negócios e Inovação no Parque Tecnológico Itaipu e Presidente do CIBiogás. Rodrigo Regis atuou em planos nacionais e estaduais de energia, biogás e hidrogênio, estratégias de investimento para grandes empresas e iniciativas internacionais no Chile e Mercosul. 

Rodrigo Regis será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

ANDRÉ PEPITONE

ITAIPU Binacional

Diretor Financeiro Executivo da Itaipu Binacional André é servidor de carreira da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), onde atuou por mais de 20 anos, inclusive como Diretor-Geral.

Engenheiro Civil (UnB), André tem pós-graduação lato sensu pela UnB e MBA em Teoria e Operação de uma Economia Nacional Moderna, na George Washington University (GWU).

Além da Itaipu e ANEEL, André contribuiu como vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR) e presidente da Associação Ibero-Americana de Entidades Reguladoras da Energia (ARIAE)

André será

PALESTRANTE

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

SANDRO NELSON VIEIRA

SUPEN

Engenheiro Eletricista, Eletrônico e Telecomunicação (UFPR), com Mestrado em Administração da Produção (UFRGS) e Especializações em Transição Energética (PUC-PR), Gestão (Business School FAE) e Inovação e Governança. Atualmente Sandro é Superintendente-Geral de Gestão Energética (Supen) no Governo do Estado do Paraná, vinculado à Secretaria do Planejamento. Com sólida trajetória no setor de energia, tecnologia e inovação, atuou como diretor de negócios Latam da Enline Transmission, diretor de negócios da Nouvenn IoT e CEO da Smartgreen Tecnologia, com foco em cidades inteligentes e smart energy/grid. Também foi diretor presidente do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade e superintendente corporativo do Sistema FIEP (Senai, Sesi, Fiel, IEL). 

Sandro será

MODERADOR

no

PAINEL 4 | Energia Elétrica - Novas Abordagens

RODRIGO
BECEGATO

SEIC – PR

Assessor técnico da SEIC PR, Rodrigo atua como o responsável pelo Programa de Descarbonização de Frotas do Estado do Paraná, que tem como foco a substituição progressiva do diesel pelo biometano, criando condições mercado adequadas e auxiliando as regiões do Estado a constituírem os arranjos produtivos locais. Rodrigo lidera levantamentos sobre setores prioritários da economia paranaense para atrair investimentos nacionais e internacionais.
Rodrigo tem experiência na área de sustentabilidade e engenharia, com atuação destacada em gestão de políticas públicas no estado do Paraná.
Atua no desenvolvimento e execução de políticas públicas, com foco em gestão de resíduos sólidos, descarbonização e infraestrutura sustentável.
É graduado em Engenharia Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Londrina.

Rodrigo será

MODERADOR

no

PAINEL 3 | Mobilidade a Biometano

MANUELA LARANGEIRA KAYATH

MDC Energia | ABiogás

Manuela Kayath é Presidente do Conselho de Administração da MDC Energia, empresa pioneira no segmento de biometano, e Vice-Presidente do Conselho de Administração da Abiogás. Graduada em Administração de Empresas (FGV) e com diploma da Harvard Business School no President Management Program (OPM), Manuela possui vasta experiência setor de biogás e biometano, além de ter atuado no mercado financeiro, com passagens por bancos de investimento e fundos em São Paulo e Nova York. Seus trabalhos recentes têm sido focados em transição energética e sustentabilidade, sendo uma voz ativa em eventos de peso, como a COP30 e fóruns sobre biometano e ESG.

Manuela será

DEBATEDORA

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

LUIS FELIPE POLI

Petrobras

Formado em Engenharia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luis Felipe atua há mais de 23 anos na Petrobras. Ao longo de sua trajetória na estatal, ele ocupou diversas funções técnicas e de gestão, com destaque para sua atuação nas áreas de Gás e Energia e Produção.

Atua como gerente na Petrobras, sediado no Rio de Janeiro. Recentemente, tem estado à frente de iniciativas voltadas para a transição energética, como biometano, armazenamento de energia e leilões do setor elétrico.

Luis Felipe será

DEBATEDOR

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

LUCIANO
FIGUEREDO

Instituto Totum

Formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos, Luciano Figueredo tem mais de 12 anos de experiência na Gerência de Programas Setoriais de Autorregulação e Selos de Qualidade pelo Instituto Totum, englobando iniciativas de qualidade e sustentabilidade nos seguintes segmentos: energia, alimentos e bebidas, sistemas eletrônicos de segurança, gerenciamento de riscos em transportes, dentre outros.

Fernando também está à frente de iniciativas como o GAS-REC, um sistema de certificação e rastreabilidade para biogás e biometano. É Engenheiro e Mestre em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP.

Luciano será

PALESTRANTE

no

PAINEL 2 - O Mercado dos Certificados

PIETRO SAMPAIO MENDES

ANP

Diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), onde é servidor de carreira desde 2006 como Especialista em Regulação. Já ocupou cargos de destaque como Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no Ministério de Minas e Energia (MME).
Pietro está à frente de pautas como o “gas release” (medidas para aumentar a oferta de gás), o combate a fraudes no mercado de combustíveis e a aceleração de leilões de petróleo.

Graduado em Química, Pietro tem doutorado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutorado na Beedie School of Business na Simon Fraser University (SFU), no Canadá.

Pietro será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

TIAGO SAMOS SANTOVITO

ABiogás

Tiago Samos Santovito é Diretor-Executivo da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás).
Com mais de 20 anos de experiência no mercado de gás natural, sua carreira é focada em regulação e políticas públicas para biocombustíveis e transição energética.
Antes de liderar a ABiogás, acumulou passagens estratégicas por organizações relevantes como o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás, onde atuou como Gerente de Regulação de Transporte e Distribuição de Gás Natural. Teve, ainda, passagens pela BRASKEM, COMGÁS e General Motors.

Tiago será

PALESTRANTE

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

FELIPE SOUZA MARQUES

CIBiogás

Diretor Presidente do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás CIBiogas-ER e Coordenador de Projetos na Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial – UNIDO. É Engenheiro Ambiental (2005) com mais de 15 anos de experiência em projetos de desenvolvimento do biogás e biometano como um produto estratégico e vinculado ao saneamento ambiental. Mestre em Geografia, Meio Ambiente e Desenvolvimento, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Especialista em Elaboração, Análise e Avaliação de Projetos, pela Fundação Getúlio Vargas e Especialista em Gestão Ambiental em Municípios, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Possui Doutorado em Desenvolvimento Regional e Agronegócio. Conta com experiência em docência do ensino superior em cursos de graduação e pós-graduação e concentra suas atividades na área de desenvolvimento regional, biogás/biometano, energia e gestão de projetos.

Felipe será

MODERADOR

no

PAINEL 1 | Biogás, Biometano e Políticas Públicas

ANA CAROLINE DE LIMA

CIBiogás

Talyta Viana é engenheira de Energia pela Universidade de Brasília e especialista em Direito de Energia e Negócios do Setor Elétrico pelo CEDIN. Ela atua como coordenadora regulatória, representando a cadeia de biogás e biometano, com o objetivo de ampliar a participação dessas fontes na matriz energética. Sua carreira destaca- se pela atuação sólida na regulação do setor elétrico, especialmente em tarifas de distribuição e transmissão, onde adquiriu experiência em elaborar estudos, projeções tarifárias e estratégias para grandes instituições. Além disso, Talyta tem trabalhado em temas de transição energética, como hidrogênio, mercado de carbono e novas tecnologias, defendendo os interesses da indústria no cenário energético nacional.

Ana Caroline será
MODERADORA
no

Painel 6: Integração do Biogas e Biometano com outros energéticos